O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Economista da campanha petista deixou no ar a possibilidade (ou não) de revogar as reformas de Temer
O economista Márcio Pochmann, responsável pelo programa econômico do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência da República, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (17) que uma eventual administração petista não será de um governo que produza choques.
Ao se referir aos termos "revogação" e "revisão" de políticas econômicas implementadas pelo governo Temer, Pochmann disse que essas medidas vão depender dos resultados das urnas, da composição do Congresso que sair no dia 7 de outubro
O petista participou do debate entre os economistas dos candidatos à Presidência da República, organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), na capital paulista na manhã desta segunda-feira.
Márcio Pochmann defendeu que os investimentos sejam separados das metas fiscais. Já as despesas de custeio, de acordo com o economista, deverão continuar submetidas às metas fiscais. Pochmann disse também entender que as condições para governar hoje são melhores que as encontradas no início dos mandatos petistas anteriores. Segundo ele, à época, a inflação era elevada, a taxa de juros não era tão baixa e o Brasil não tinha as reservas internacionais que tem hoje.
"Por isso levamos mais de três anos para colocar a casa em dia para depois implementar as medidas de crescimento", lembrou o economista. "A despeito da crítica que fazemos ao atual governo, temos que reconhecer que a inflação está controlada e que as reservas foram mantidas. Então teremos melhores condições de governar do que nos mandatos anteriores", disse.
O programa econômico petista, de acordo com Pochmann, tem uma das suas metas buscar a competitividade porque a falta dela é que levou mais de 80 mil empresas a terem que fechar as portas só no ano passado. "Por isso entendemos que temos de eliminar a política de curto prazo no Brasil", afirmou.
Leia Também
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações