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Presidente disse que foco será na economia para prevenir desemprego e chamou de "absurda" ideia de alíquota previdenciária de 11% para 22%

Para destravar a economia, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender a reforma da Previdência e disse que não pretende aumentar a alíquota previdenciária. O pronunciamento foi feito por mais uma de suas transmissões via Facebook, ontem à noite.
"O que queremos é destravar a economia. Esse é o caminho. Os empresários têm dito para mim que nós temos que decidir: ou todos os direitos e desemprego ou menos direitos e emprego", afirmou. Bolsonaro disse ainda que "o Brasil é um País dos direitos", todos previstos na Constituição, e que não vai "tirar" esses direitos.
Em seguida, porém, acrescentou que está ouvindo o setor produtivo e que, para gerar vagas de trabalho, precisará atender à demanda dos empresários.
"Nós não podemos salvar o Brasil quebrando o trabalhador", disse Bolsonaro, ao comentar o projeto de elevar a alíquota previdenciária de 11% para 22%, que chamou de "absurdo".
Disse ainda confirmar na equipe econômica que está formando, sob a liderança do economista Paulo Guedes, com quem se reuniu nesta sexta-feira, 9, e que possui "carta branca" para trabalhar.
"O Paulo Guedes deixou bem claro que quer abrir o mercado, mas que, para isso, tem que diminuir os impostos, senão quebra os empresários brasileiros. Eu confio nele", acrescentou.
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Bolsonaro citou ainda o general Augusto Heleno que ficará com o Gabinete de Segurança Institucional, em vez do Ministério da Defesa. "Fiquei feliz com a ideia do general ao meu lado para me aconselhar", disse.
O capitão reformado disse ter recebido projetos de reforma da Previdência do atual governo e de parlamentares, em Brasília, mas que "pouca coisa pode ser aproveitada para o ano que vem".
"Nós queremos uma reforma da Previdência, mas não podemos começar com a Previdência pública normal que está aí, dos trabalhadores da iniciativa privada, que desconta os 11% do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Não é por aí. Tem coisa errada. Tem que se rever alguma coisa. Mas a pública é a mais deficitária", afirmou.
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