2022-04-26T16:23:12-03:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Mercados

Ibovespa sobe quase 2% à espera de Ibope e de olho em China e EUA

Mercado aguarda novas informações com pesquisa eleitoral e digeriu durante o dia a guerra de tarifas entre EUA e China

18 de setembro de 2018
10:26 - atualizado às 16:23
cotações tela mercado financeiro
Imagem: Creative Commons/Pixabay

O Ibovespa, principal índice de ações da B3, fechou em alta pelo terceiro pregão consecutivo nesta terça-feira (18). Durante todo o dia o mercado se manteve atento aos próximos passos da corrida presidencial e aos efeitos (atenuados, por ora) da guerra comercial entre EUA e China.

O índice encerrou os negócios em alta de 1,99%, a 78.313 pontos, com volume financeiro total de R$ 11,18 bilhões. Ontem, a bolsa fechou em alta de 1,80%, a 76.676 pontos.

Tchau, Alckmin

O mercado resolveu abandonar de vez a aposta de uma vitória do candidato do PSDB Geraldo Alckmin nas eleições de outubro. O foco agora começa a ser Jair Bolsonaro (PSL) que, apesar de não ter uma agenda econômica clara, é visto como uma alternativa melhor para se contrapor a um candidato de esquerda. Os investidores dão a ele o famoso benefício da dúvida.

Com esse desapego ao tucanato, o humor dos analistas melhorou e puxa o Ibovespa para cima. Na agenda de hoje, o principal evento é a divulgação de mais uma pesquisa Ibope no fim do dia. As atenções estão voltadas ao desempenho de Bolsonaro e Fernando Haddad (PT).

Toma lá, dá cá

Também esteve no radar dos negócios o anúncio de que o governo da chinês adotará retaliação contra os Estados Unidos após o presidente Donald Trump anunciar nova tarifa, de 10%, sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses.

O americano ainda disse que planeja subir as tarifas a 25% em 1º de janeiro de 2019. Em comunicado, o Ministério do Comércio de Pequim afirmou que a China irá retaliar, sem dar detalhes de como o fará.

Apesar da tensão comercial, os analistas sinalizam que já haviam precificado esses novos embates entre as duas maiores economias do mundo. Com isso, o impacto nas ações acabou atenuado.

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