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2018-11-22T10:33:35-02:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Bancos

BC simplifica compulsórios e libera mais R$ 2,7 bilhões no sistema financeiro

Alíquota sobre os recursos que nós depositamos nos bancos e que precisam ficar recolhidos no BC foi reduzida para compensar o fim das deduções que os bancos podiam fazer sobre esse valor

22 de novembro de 2018
10:33
Fachada do Banco Central do Brasil (BC)
Imagem: Arnaldo Jr./Shutterstock

O Banco Central deu mais um passo para simplificar as regras dos compulsórios, aquela parcela do dinheiro que nós depositamos nos bancos que precisam ficar recolhidos no BC.

A simplificação envolveu o fim das deduções que os bancos podiam usar no cálculo do compulsório. Originalmente, as deduções acabariam no ano que vem, mas o BC decidiu antecipar o cronograma para dezembro deste ano.

Para compensar esse efeito, a alíquota do compulsório sobre os depósitos a prazo - por exemplo os CDBs - foi reduzida de 34% para 33%. O percentual recolhido sobre os depósitos à vista caiu de 25% para 21%.

Pelos cálculos do BC, as duas mudanças vão levar a uma liberação de 0,6% dos recursos retidos pelos compulsórios. O valor representa uma injeção de R$ 2,7 bilhões no sistema financeiro. Esses recursos, que hoje ficam retidos no BC, poderão ser destinados ao crédito, por exemplo.

As novas regras do compulsório também vão ajudar os bancos de menor porte. Os valores das deduções baseadas no nível 1 do patrimônio de referência das instituições aumentou de R$ 200 milhões para R$ 500 milhões. Com isso, oito instituições deixarão de recolher compulsórios, segundo o BC.

O regulador também flexibilizou a exigência mínima diária que os bancos precisam cumprir sobre os recursos à vista, de 80% para 65%.

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