O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Como já dissemos em outra ocasião, esse é um daqueles temas que pode apodrecer antes de “ficar maduro” para votação
A “Agência Estado” nos informa que o relator da proposta de autonomia do Banco Central (BC), deputado Celso Maldaner (MDB-SC), afirmou que o projeto só deve ir à votação em fevereiro de 2019.
Segundo Maldaner, a avaliação é de que o projeto “não está maduro” para votar, e que Rodrigo Maia (DEM-RJ) “está dando uma segurada” e o Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro ministro da Casa Civil, “disse que fica para fevereiro”.
A primeira vez que tratei do tema aqui no “Seu Dinheiro” foi quando fizemos uma avaliação sobre os programas de governo dos presidenciáveis. Em certo ponto do texto, relembrei um episódio de 2013, quando o senador Renan Calheiros (MDB-AL), tirou da pauta de votação um projeto sobre autonomia do BC com a seguinte argumentação:
“Os governos são contra a autonomia do Banco Central, historicamente, todos os governos. E a oposição também. Então, em outras palavras, em português claro, significa dizer que o assunto não está amadurecido para ser apreciado pelo Senado Federal”, disse Calheiros na época.
Encerrei essa parte do texto dizendo que a autonomia do BC é um tema que pode apodrecer antes mesmo de ficar maduro. E parece que estamos vendo o mesmo filme mais uma vez, o que muda, quando muito, são os personagens.
Resumindo bem a história, o BC nasce com autonomia em 1964, mas pouco depois o presidente Costa e Silva colocou fim ao modelo. “O guardião da moeda sou eu”, disse ao ser questionado sobre mudanças no BC da época.
Leia Também
Desde então, o projeto para conceder a autonomia formal ao BC entre e sai de pauta no Congresso, já virou cavalo de batalha em campanha eleitoral, como vimos em 2014, e quando parece que o governo – tanto o que sai quanto o que entra – mostra consenso sobre o tema, o assunto, mais uma vez, não “está maduro” para votação.
Interessante que foi o próprio Rodrigo Maia que abraçou a causa e a colocou em uma lista de medidas econômicas prioritárias que ele mesmo elencou depois que a reforma da Previdência perdeu a viabilidade de votação no começo de 2018.
Pode ser cena do jogo político, já que Maia parece ressentido por Jair Bolsonaro não endossar sua candidatura para permanecer na presidência da Câmara dos Deputados em 2019. Outras rusgas já apareceram, envolvendo cessão onerosa, e outras ainda devem aparecer, ilustrando bem o poder que o presidente da Câmara tem sobre as pretensões do Executivo.
A melhor avaliação sobre o tema foi feita faz algum tempo pelo presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, que defende da proposta de autonomia desde seu discurso de posse em meados de 2016.
Ilan tem clara a diferença entre a visão técnica e o custo político da medida. Para o Congresso, o BC já é autônomo e não caberia o custo político de aprovar esse tipo de lei.
Enquanto o projeto não "amadurece", quem perde somos todos, pois a concessão da autonomia formal, que busca blindar o trabalho do BC das mudanças políticas via instituição de mandato, resultaria em uma queda nos prêmios de risco, ou seja, o dinheiro de longo prazo fica mais barato, além de expectativas de inflação mais baixas e melhor ancoradas ao redor das metas.
Enquanto parte dos usuários das canetas emagrecedoras buscam perder peso, eles engordam as vendas da Lindt, afirma empresa
Com o Fuleco agora aposentado, mais de 95% da obra da Linha 17-Ouro já está concluída, segundo o Metrô
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (9). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.
Bets alegam que a Kalshi e a Polymarket não têm sede nem autorização para atuar no Brasil e pressionam para suas atividades sejam suspensas.
O iPhone 17e já pode ser adquirido e está sendo produzido no interior de São Paulo
Projeto de transporte hidroviário deverá conectar represas da zona sul de São Paulo aos rios Pinheiros e Tietê
A Dupla de Páscoa abre o calendário de sorteios especiais das loterias da Caixa, que conta também com a Quina de São João, a Lotofácil da Independência e a Mega da Virada.
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina e a Dupla Sena são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores em disputa.
O atraso da Receita Federal bombou no Seu Dinheiro na última semana, junto com bancos grandes e pequenos
Camaçari, Rio de Janeiro e Osasco tem novos milionários da Lotofácil; Mega-Sena e Quina acumulam prêmios maiores
Jeff Bezos não gosta de apresentações e valoriza a opinião dos funcionários, mesmo os mais juniores
Ranking reúne as ações mais citadas por bancos e corretoras nas carteiras recomendadas do mês
Ouro sobre nesta sexta-feira (6), mas fecha semana no vermelho; entenda o que mexeu com o metal
O melhor símbolo de status para um milionário é uma conta bancária robusta, segundo Brian David Crane
Escalada do conflito no Oriente Médio provoca disparada histórica do petróleo, que ultrapassa os US$ 90; alta impulsiona ações da Petrobras na bolsa
A compra e o contrato de locação de 25 anos envolvem 11 imóveis destinados a atividades médico-hospitalares
Documentário lidera ranking da plataforma de streaming ao detalhar a batalha judicial entre uma secretária de confiança e uma suposta esposa
Enquanto o Banco Central recolhe as cédulas da primeira família do real, a disputa pelos itens cresce e preços que já ultrapassam R$ 5 mil
Entenda a origem do Dia da Mulher, marcada por lutas e pala reivindicação de direitos, igualdade e reconhecimento.
Nicola Dickinson, do Reino Unido, ganhou sorteio e agora é dona de uma casa avaliada em muitos milhões