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Transporte de caminhões, bancos e comércios pararam de funcionar em Buenos Aires; Companhias aéreas cancelam voos

A principal central sindical da Argentina convocou uma greve geral que afeta transportes e serviços do país nesta terça-feira, 25.
Os grevistas discordam dos ajustes propostos e implementados pelo governo de Mauricio Macri, que se viu obrigado a subir a taxa de juros.
Para conter a forte desvalorização do peso frente ao dólar norte-americano, o governo consumiu grande parte de suas reservas em dólares e acabou tendo de buscar ajuda do Fundo Monetário Internacional (FMI) para evitar uma nova corrida cambial. Macri já havia fechado um acordo de US$ 50 bilhões com o fundo, mas por conta dos novos estresses cambiais, vem tentando renegocia os termos.
Macri está em Nova York, onde participará da Assembleia Geral da ONU. À Bloomberg ontem, o mandatário lamentou a greve e disse que estava prestes a atingir um acordo com o FMI. Macri também disse que há "chance zero" de a Argentina dar default na dívida externa em 2019.
Ao menos 15 milhões de pessoas já foram afetadas pela greve. O transporte de caminhões foi paralisado além de seis linhas de metrô em Buenos Aires terem serviços suspensos desde ontem, segundo o jornal argentino "Clarín".
Universidades e escolas cancelaram as aulas. Bancos, comércios e repartições públicas foram fechadas.
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Várias funcionários de companhias aéreas, como a Latam e Aerolíneas Argentinas, também aderiram à paralisação,obrigando as empresas a cancelarem voos.
O presidente do Banco Central da Argentina, Luis Caputo, pediu demissão do cargo nesta manhã, ainda de acordo com o jornal Clarín. Caputo disse que a decisão é pessoal e afirma na nota que o novo acordo com o FMI deve restabelecer a confiança sobre a situação fiscal, financeira, cambial e monetária do país. Além disso, agradece Macri pela confiança em vários cargos no governo, entre eles o de ministro das Finanças.
*Com Estadão Conteúdo
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