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Índice renova máxima desde o início da pandemia. Enquanto isso, S&P 500 e Dow Jones seguem em queda, com número maior do que o esperado de pedidos de seguro-desemprego. Moeda americana e juros fecham em queda
Índice fecha perto das máximas, em sessão liderada por ações de administradoras de shoppings. Dólar prossegue em trajetória de queda em novembro, enquanto juros curtos sobem com IPCA-15 maior do que o esperado
Naquele dia, o Ibovespa teve queda de 0,59%, a 106.042,48 pontos e giro financeiro de R$ 24,4 bilhões, em dia de preocupação com o avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil e no mundo, além da volta à pauta do risco fiscal.
Índices acionários americanos passam a apontar para cima em sessão de cautela com avanços da covid-19. Pesos-pesados, papéis do setor bancário marcam ganhos
Índice acionário tem correção de preços após ganhos recentes e monitora avanço de casos da doença nos Estados Unidos. Dólar vira no fim e termina em alta
Grandes bancos operam em baixa — apenas Banco do Brasil sobe. Moeda americana tem leve alta com notícia sobre fechamento de escolas no estado de Nova York em meio ao avanço da covid-19
Levantamento do BofA revela que maioria aponta a bolsa como melhor opção de investimento para os próximos seis meses
Ação ordinária da mineradora é a mais negociada do Ibovespa, com volume financeiro de R$ 5,26 bilhões
Farmacêutica Moderna anuncia que vacina experimental contra coronavírus obteve 94,5% em testes da fase 3 e que deve entrar com um pedido de autorização de uso emergencial do imunizante nas próximas semanas. Ações de empresas aéreas, bancos e Petrobras estão entre as maiores altas do índice, que chegou a operar no maior nível desde março
Principal índice acionário da bolsa brasileira avança de olho em perspectivas da vacina e, ao mesmo tempo, vê uma segunda onda da covid-19 se fortalecer — e incerteza fiscal continuar pairando no ar. IBC-Br e falas de Guedes também ajudam
Bolsas americanas têm mais uma sessão de ganhos elevados, puxando índice local. Fed mantém taxas de juros paradas, vendo riscos consideráveis à economia e dizendo que poderá comprar ativos para estimular atividade
Índice de ações de tecnologia dos Estados Unidos ajuda setor de e-commerce do Ibovespa, que sobe mais de 2% com apetite ao risco global
Índice marca alta de 2,16%, se ajustando a dois dias seguidos de alta no exterior — na segunda-feira (2), os mercados locais permaneceram fechados pelo feriado de Finados. Siderúrgicas brilham com reajuste do preço do aço e pesos-pesados também sobem forte. Dólar avança
Índice chegou a perder 100 mil pontos, refletindo aversão ao risco no exterior com repique de casos de coronavírus lá fora que derrubou bolsas americanas e europeias. Dólar também recua, enquanto juros ficam estáveis à espera do Copom
Investidores temem aumento de casos do coronavírus nos Estados e na Europa, ponderando possíveis medidas de distanciamento social com efeitos sobre essas empresas
Papéis de Itaú, Banco do Brasil e Bradesco terminam sessão entre as cinco maiores altas do índice, que fechou perto da máxima; moeda americana recua 0,36% e juros sobem em dia de leilão do Tesouro e à espera de novidades fiscais. Lá fora, expectativa para estímulos alivia bolsas americanas
Dólar também encerra dia no zero a zero, demonstrando cautela dos investidores sobre pacote de ajuda à economia dos Estados Unidos, e juros futuros sobem com temor fiscal. Após pregão, saiu a notícia de que autoridades americanas estão mais próximas de um acordo
Desempenho dos papéis, além de sinais políticos, fazem índice subir, após exercício de opções reduzir ritmo da alta. Nos EUA, ceticismo sobre vaivém de acordo por estímulos fiscais derruba bolsas
Puxado por bancos e Petrobras, índice voltou a se descolar de Nova York. Nem apetite global aliviou para o real, que viu a moeda americana se apreciar mais uma vez
Índice ainda caminha para encerrar semana em alta; dólar busca máximas