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O dia é de agenda cheia para os inestidores, com divulgação do Relatório Trimestral de Inflação, novos pedidos de auxílio-desemprego e a última leitura do PIB do 1º trimestre nos Estados Unidos
Continuo achando que o FGTS em si é uma aberração, mas, quem diria, hoje rende mais do que o Tesouro Selic e do que os fundos DI que, em alguns casos, cobram taxas de administração pornográficas
Dólar salta mais de 3% com medo de segunda onda do coronavírus e tarifas dos EUA sobre Europa e Reino Unido; Ibovespa limita perdas e juros sobem
O Ibovespa mantém perdas firmes e o dólar continua a disparada no meio da tarde desta quarta-feira. O cenário exterior adverso guia os negócios em sessão tensa para os investidores
scritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) informou que o governo estuda impor novas tarifas a US$ 3,1 bilhões em exportações da União Europeia e do Reino Unido. No Brasil, destaque é a votação do marco do saneamento
Ibovespa inicia sessão em alta vigorosa, mas perde fôlego e fecha com ganhos de 0,67%; dólar tem forte baixa e juros futuros recuam
Plataforma de investimentos do banco fundado por André Esteves vale R$ 14 bilhões, o equivalente a 10% da líder de mercado XP, de acordo com os cálculos do UBS
O Ibovespa acompaha o movimento positivo observado nos mercados acionários globais. Investidores reagem a fala de Trump de que o acordo comercial preliminar firmado com a China continua em vigor.
Durante a madrugada, o presidente Donald Trump reafirmou que o acordo de fase 1 firmado com o país asiático continua em vigor, impulsionando o mercado acionário global. No brasil, o destaque do dia é a ata do Copom.
Um sistema monetário que por décadas pregou sanidade fiscal e monetária, hoje vive uma dinâmica completamente decadente. Novos tempos, novos paradigmas. Até quando o circo vai funcionar? Até quando restar dinheiro
Bolsa fechou o dia em baixa de 1,28% e chegou a perder os 95 mil pontos no pior momento do dia; já o dólar passou o dia no negativo, fechando a R$ 5,27
Bolsas americanas abriram em baixa com temores de segunda onda de coronavírus no mundo, mas viraram para alta. Apesar disso, Ibovespa não seguiu e aprofundou perdas na parte da tarde. Dólar têm dia de queda global
Semana tem documento da última decisão de juros do Copom, relatório de inflação e IPCA-15, além de PMIs externos; investidores seguem temendo segunda onda de contágio da covid-19 no exterior
O Ibovespa acumulou ganhos de mais de 4% na semana, sustentado pelo bom humor externo e pelo corte nos juros. Mas, no mercado de câmbio, a cautela falou mais alto: o dólar saltou mais de 5% no período, mostrando preocupação com o cenário político
O preço-alvo foi definido em R$ 45,70, o que representa um potencial de alta de 30% em relação à cotação de fechamento dos papéis na bolsa ontem
XP passa a publicar índices próprios – um geral, um de FII de tijolo e um de FII de papel; corretora considera que IFIX é muito amplo e pode distorcer análise de performance do investidor.
Os temores quanto a uma nova onda da Covid-19 no mundo pesam sobre o humor dos mercados globais e tiram força do Ibovespa nesta sexta-feira. O dólar, por outro lado, segue em baixa firme, amenizando parte dos ganhos recentes
Notícias de que a China pretende acelerar a compra de bens agrícolas dos EUA animam os investidores, já que reforça que o acordo comercial continua em pé e valendo. No Brasil, a crise política rouba a cena
O dólar à vista já acumula um salto de quase 7% somente nesta semana, voltando a se aproximar da faixa de R$ 5,40. Os sinais emitidos pelo Copom, somados ao noticiário político turbulento, elevaram a cautela em relação à divisa — o Ibovespa, por outro lado, teve um dia tranquilo e fechou em leve alta
O cálculo foi feito pela XP Investimentos, que estima o retorno sobre os dividendos das empresas do Ibovespa em 4% – contra os atuais 2,25% da Selic