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Indicador subiu 0,8% em agosto, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE; em relação ao mesmo período do ano passado, queda foi de 2,3%

A produção industrial subiu 0,8% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, divulgou nesta terça-feira, dia 1º, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em relação a agosto de 2018, a produção caiu 2,3%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de uma queda de 4,0% a 1,3%, com mediana negativa de 3,15%.
No ano de 2019, a indústria teve queda de 1,7%. No acumulado em 12 meses, a produção da indústria acumulou recuo de 1,7%.
Na comparação com agosto de 2018, o setor industrial assinalou recuo de 2,3% em agosto de 2019.
Segundo o IBGE, entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,8%), outros produtos químicos (-6,1%) e celulose, papel e produtos de papel (-8,4%) exerceram as maiores influências negativas na formação da média da indústria.
Ainda na comparação com agosto de 2018, entre as três atividades que apontaram ampliação na produção, as principais influências no total da indústria foram registradas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (5,0%) e produtos alimentícios (1,0%).
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Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, bens de consumo duráveis (-5,6%) e bens de capital (-3,7%) assinalaram, em agosto de 2019, os recuos mais acentuados entre as grandes categorias econômicas.
Ainda segundo dados divulgados pelo IBGE, no índice acumulado para janeiro-agosto de 2019, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 1,7%, com resultados negativos em uma das quatro grandes categorias econômicas, 16 dos 26 ramos, 47 dos 79 grupos e 55,2% dos 805 produtos pesquisados.
Entre as atividades, indústrias extrativas (-10,7%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria, pressionada, em grande medida, pelos itens minérios de ferro.
Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os oito meses de 2019 mostrou menor dinamismo para bens intermediários (-2,8%), pressionada, sobretudo, pela redução verificada em indústrias extrativas (-10,7%), explicada, principalmente, pelos efeitos do rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração na região de Brumadinho (MG).
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