O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Volume ficou 9% acima do mesmo período do ano passado e é maior que a média dos últimos cinco anos
O volume de captações feitas no mercado doméstico e externo atingiu R$ 217,4 bilhões no período de janeiro a setembro deste ano, 9% acima do mesmo período do ano passado e maior que a média dos últimos cinco anos de R$ 177,6 bilhões, informou a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).
O mercado doméstico de renda fixa e híbridos puxou o crescimento, somando R$ 162,3 bilhões nos nove meses de 2018, um aumento de 52% frente ao mesmo período do ano passado. As captações de renda variável cederam 77% de janeiro a setembro deste ano, para R$ 6,9 bilhões, enquanto as ofertas de renda fixa no mercado externo diminuíram 24%, para R$ 48,2 bilhões.
O diretor da Anbima, José Eduardo Laloni, destacou o crescimento das debêntures incentivadas nas ofertas feitas em renda fixa, que, de acordo com ele, passaram a representar uma parcela relevante, mesmo sendo um mercado maior em relação aos anos anteriores.
Nos primeiros nove meses, as debêntures incentivadas somaram R$ 15,8 bilhões, contra R$ 5,3 bilhões no mesmo intervalo de 2017. O setor de energia elétrica representou 72% das emissões de debêntures incentivadas, contra 60% no mesmo período do ano passado.
Laloni chamou atenção ao fato de que a estabilidade do juro e a baixa inflação se refletiram nos prazos médios das captações de debêntures, que passou de 4,6 anos de janeiro a setembro do ano passado para 6,2 anos no mesmo período deste ano.
Ele frisou ainda o salto nas ofertas de 10 anos, puxadas pelas debêntures incentivadas, que passaram a representar 14,4% de todas as operações dessa categoria de janeiro a setembro deste ano, em relação aos 5,8% do mesmo período do ano passado.
Leia Também
As pessoas físicas, os estrangeiros e os intermediários lideram as compras das debêntures, de acordo com relatório da Anbima. Destaque aos intermediários que tiveram participação maior, de 39,8% nos primeiros nove meses deste ano, contra 30,6% em 2017.
"O mercado de debêntures de infraestrutura cresceu muito e vários players, como os intermediários das ofertas, as plataformas digitais, assim como os estrangeiros apareceram", comentou. "A base de investidores está diversificada e todos os potenciais têm participado das ofertas", acrescentou Laloni.
Outro ponto identificado pelo levantamento foi o fato de que boa parte das operações estruturadas foi parar nas mãos dos investidores finais, ou seja, distribuídos ao mercado.
De janeiro a setembro, 53,7% das ofertas de debêntures foram distribuídas, abaixo dos 71,3% do mesmo período do ano passado. Mas para Laloni, o fato de estar acima de 50% segue mostrando a maturidade do mercado.
Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor
Dados do FipeZap mostram que Vitória lidera entre as capitais em preço médio de venda; história, geografia limitada e qualidade de vida ajudam a explicar o fenômeno
Pequenas e médias empresas ganham acesso ao mercado europeu, mas também precisarão lidar com maior concorrência em solo nacional
Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações
Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026
As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações
Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.
Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master
Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor
Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro
Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional
Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC
Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano
Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.
Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição
Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado
Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque
Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026
Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação