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O Ibovespa segue no campo positivo e, com isso, encaminha-se para mais um dia de recordes, ajudado pelo ambiente de tranquilidade visto nos mercados externos e pelo tom otimista assumido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O dólar à vista caiu para R$ 4,05
Impulsionado pelo bom desempenho das ações da Petrobras e dos bancos, o Ibovespa recuperou as perdas de ontem e chegou a uma nova máxima de fechamento. O dólar teve leve alta, mas continua em R$ 4,06
Petróleo WTI para fevereiro avançou 1,21%, a US$ 60,87 o barril. Já o Brent para fevereiro subiu 1,16%, a US$ 66,10 o barril
O Ibovespa encontra espaço para um ligeiro movimento de alta, em meio à ausência de novidades na ata do Copom e ao clima de tranquilidade no exterior
O dólar à vista cravou a nona baixa nas últimas 11 sessões e, com isso, voltou ao nível do início de novembro. Tudo graças ao alívio visto lá fora, com dados econômicos mais favoráveis da China e dos Estados Unidos
Apesar dos dados econômicos mais fortes na China e nos Estados Unidos, o Ibovespa encontra dificuldade para se sustentar no campo positivo. O dólar, por outro lado, fechou em queda de mais de 1%
Sinalizações amigáveis do BC em relação à taxa de juros, visão positiva da agência de risco S&P quanto ao Brasil e acordo comercial entre EUA e China: eis os superpoderes do Ibovespa nesta semana
China e Estados Unidos anunciaram o fechamento da primeira fase de um acordo comercial, mas a falta de detalhes mais concretos deu um tom de anticlímax ao desfecho. Como resultado, os mercados têm uma sessão instável
Vitória de Boris Johnson nas eleições, abrindo caminho para o Brexit, e progresso em direção a acordo comercial limitado entre EUA e China embalam os mercados
Impulsionado pelo corte na Selic, pela visão otimista da S&P em relação ao Brasil e pela perspectiva de acerto entre EUA e China, o Ibovespa rompeu o nível dos 112 mil pontos pela primeira vez
O Ibovespa já se aproxima dos 112 mil pontos, impulsionado pelos sinais do BC quanto ao futuro da Selic, pela visão positiva da S&P Global em relação ao Brasil e por declarações de Donald Trump no âmbito da guerra comercial
O Copom deixou a porta aberta para mais um corte de 0,25 ponto na Selic em 2020. E, ao não se comprometer com o próximo passo, o BC passou a mensagem de que a onda de reduções nos juros está quase terminando
Ivan Sant’Anna lembra das grandes tacadas que deu em sua carreira como broker e fala sobre o processo de descobrimento dos tesouros enterrados no mercado
BC brasileiro indica que fim do ciclo de cortes da Selic está próximo, mas mantém porta aberta para novas quedas, enquanto S&P melhora perspectiva do rating do país
Embora atrasada, a decisão da S&P abre caminho para a recuperação no selo de bom pagador do país, perdido em setembro de 2015
A primeira parte do script imaginado pelos mercados foi cumprida à risca: o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manteve a taxa de juros no país na faixa de 1,50% e 1,75% ao ano, conforme era esperado pelos agentes financeiros. E, sem nenhuma surpresa, o dólar à vista encontrou espaço para continuar caindo, enquanto […]
Fed e Copom anunciam hoje suas decisões de juros. Em meio à expectativa, o Ibovespa opera em ligeira alta, em linha com os mercados globais
O Ibovespa teve a segunda baixa consecutiva, refletindo o clima de cautela que tomou conta dos ativos globais nesta terça-feira. Lá fora, os mercados ficaram de olho nas movimentações da guerra comercial — e, ao menos por enquanto, não há nada definido entre EUA e China
O possível fechamento de um acordo para que os EUA posterguem a aplicação de novas sobretaxas sobre produtos chineses dá ânimo às bolsas globais e faz o Ibovespa se afastar das mínimas
O Ibovespa cedeu a um leve movimento de correção e fechou em baixa, interrompendo a sequência de cinco altas consecutivas. Já o dólar à vista teve uma nova sessão de alívio, chegando à mínima em um mês.