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O próprio Governo Lula compartilha de uma falácia lógica, aplicando-a prontamente sobre duas oportunidades imperdíveis
O S&P 500 é um investimento historicamente sólido, mas isso não quer dizer que, nas condições certas, não seja possível apostar contra ele
Dez perguntas que o mercado tem feito e quais respostas seriam esboçadas por Sextus Empiricus
No atual contexto de crise, há uma fórmula certeira para montar um portfólio de investimentos? Eis algumas ideias que podem ser úteis
O sujeito simples e sensato que vendeu tudo o que tinha em Bolsa americana em dezembro de 2022 para se dedicar à renda fixa pós-fixada acabou perdendo um rali de +9% para o S&P 500 e de +22% para o Nasdaq 100
É perigoso que o investidor, depois de muito tempo perdendo dinheiro em ativos de risco, seja atraído por narrativas circunstanciais de que nada bate o dólar, nada bate o CDI
O viés hiperbólico ajuda a entender uma série de decisões de investimento peculiares, mas pode ser aplicado a outras matizes cotidianas
Medir erros e acertos de estratégias pelo seu resultado final embute grande fragilidade metodológica e epistemológica
O mundo também pode ser dividido em dois tipos de investidores: aqueles que entendem o pregão de ontem como algo raro, mas que acontece, e aqueles que entendem o pregão de ontem como algo que acontece, mas é raro
A esta altura, parece mesmo improvável que consigamos escapar de uma recessão nos EUA, ainda que não seja possível desenhar sua extensão e profundidade
Apesar do aparente descontentamento com a condução da economia, o sr. Mercado não está tão desesperado — e até simpatiza com o Haddad
Diante de um carrego tão alto e com commodities mais caras, sobretudo agora com este rali do petróleo diante do novo corte da Opep, o dólar, objetivamente, não tem sido um bom hedge
Com 5 minutos guardados, aproveito para reconsiderar as escolhas que eu fiz e tenho feito — muitas delas, estúpidas
Lula poderia aprender o Itadakimasu, expressão adotada em agradecimento à comida servida, mas de forma ampla, a todos os fornecedores
Na transição, Haddad era tido como apenas outro dentre tantos inimigos do mercado. Hoje fica claro que temos um ministro da Fazenda devidamente letrado.
Instituições tão grandiosas como o Credit Suisse são uma metonímia do mercado. Não é apenas uma figura de linguagem. É o que as define como “risco sistêmico”, grandes demais para falir. Se algo está errado com elas, é porque existe algo tóxico no sistema inteiro.
Nenhuma outra ocorrência seria tão capaz de virar rapidamente o rumo dos juros, no Brasil e no mundo, quanto a perspectiva de uma crise financeira global
Por aqui, o cenário macroeconômico é particularmente complexo. Lá fora, o ambiente está cada vez mais nebuloso.
As principais decisões dos formuladores de política econômica precisam ser tomadas sobre o improviso do palco, em contextos que escapam ao script do livro-texto
Ao forçar a queda de juro com discursos inflamados, antecipar a regra fiscal para antes do Copom e cobrar politicamente um gesto público de Roberto Campos Neto, o governo Lula colhe mais juro, mais dólar e mais expectativa de inflação.