Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Polêmicas à vista

Bolsonaro defende ajuste no teto de gastos, diz porta-voz do planalto

"Se mudança no teto não for feita, tendência é governo ficar sem verba para manter máquina", disse Otávio Rêgo Barros

Presidente da República, Jair Bolsonaro
Presidente da República, Jair Bolsonaro - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro defende mudanças na regra do teto de gastos, que proíbe que as despesas cresçam em ritmo superior à inflação. A informação foi dada nesta quarta-feira pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se mudança no teto não for feita, tendência é governo ficar sem verba para manter máquina", disse o porta-voz. Segundo ele, o governo não irá exigir mais impostos da sociedade. A mudança ainda não foi definida. O presidente vai deliberar sobre qual ajuste fará na regra criada no governo do ex-presidente Michel Temer, em 2016, a partir de um estudo que está sendo feito pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Como o Estadão/Broadcast antecipou, a mudança na regra é defendida pela Casa Civil e pelo comando das Forças Armadas.

Bolsonaro votou como deputado a favor da instituição do teto de gastos. Segundo o porta-voz, "as pessoas evoluem na medida em que percebem modificações de conjuntura".

"Acho que daqui a dois ou três anos vai zerar as despesas discricionárias (gastos de custeio e investimentos). É isso? Isso é uma questão de matemática, nem preciso responder para você, isso é matemática", disse Bolsonaro pela manhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como mostrou o Broadcast/Estadão, a preocupação com o aperto fiscal no grupo político e militar ao redor do presidente cresceu porque, mesmo que o governo consiga ampliar a arrecadação e reduzir o rombo das contas públicas nos próximos anos, o teto de gastos apertado e o avanço das despesas obrigatórias (como o pagamento de salários e aposentadorias) reduzirão o espaço para investimentos em obras e programas do governo, dificultando a estratégia do presidente de deixar a sua marca. O próprio Bolsonaro já admitiu que o Orçamento enxuto atrapalha uma possível reeleição em 2022.

Leia Também

FAÇA O QUE DIGO...

Charlie Munger, ex-sócio de Buffett: “a parte mais difícil de ficar rico é economizar e investir os primeiros cem mil”

WEB SUMMIT RIO 2026

Brasil está decolando, mas falta dinheiro: os obstáculos que ainda impedem o país de criar gigantes da tecnologia

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
9 de junho de 2026 - 16:30
dinheiro 9 de junho de 2026 - 14:17
Calendário BPC 2026 9 de junho de 2026 - 13:46
9 de junho de 2026 - 11:56
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 9 de junho de 2026 - 11:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar