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O Ibovespa abriu o mês no campo positivo e foi às máximas desde 10 de março, sustentado pelos indicadores econômicos mais fortes na China e nos EUA. O dólar, por outro lado, teve um dia mais pressionado, colocando na conta as manifestações nos EUA e no Brasil
A tensão social adiciona um ingrediente à crise provocada pela pandemia do coronavírus, que levou à disparada no desemprego na maior economia do planeta
A bolsa não está barata diante da grande incerteza que permanece no radar, mas em termos relativos hoje oferece bastante oportunidade, diz Luiz Aranha, sócio da gestora que possui R$ 4,5 bilhões em patrimônio
A escalada nas tensões sociais nos EUA e no Brasil podem aumentar a cautela na bolsa — e a agenda econômica carregada aparece como mais um fator de risco a ser considerado pelos investidores
Pelo segundo ano consecutivo, a máxima “sell in may and go away” não se fez valer. Ativos de risco se saíram bem em maio, mas títulos públicos de longo prazo e o dólar tiveram desempenho negativo
Uma suavização nos fatores de risco domésticos e globais permitiu que o dólar se despressurizasse em maio e levou o Ibovespa de volta aos 87 mil pontos
O presidente dos EUA, Donald Trump, assumiu um tom menos incisivo que o imaginado em seu pronunciamento sobre a China. Com isso, os mercados globais passaram por uma onda de alívio — o que, por aqui, se refletiu na virada do dólar ao campo negatvo
A escalada de tensão entre Estados Unidos e China volta ao primeiro plano, com o clima de cautela generalizado nos mercados globais. No Brasil, clima político tenso e números do PIB devem ditar o ritmo dos negócios.
O que me parece fazer mais sentido agora é buscar uma boa dose de diversificação e, na atual conjuntura, um belo fundo de fundos imobiliários (famosos FoFs) é uma opção bastante adequada
Você, investidor comum, possui uma enorme vantagem contra os fundos de investimento bilionários na hora de encontrar as melhores oportunidades de investimento em ações
O dólar à vista saltou mais de 10 centavos em relação ao fechamento de ontem, pressionado pelas tensões entre governo e STF. O Ibovespa caiu mais de 1% hoje, mas ainda acumula ganhos de 8% desde o começo de maio
O Credit Suisse vê o mercado de ações do Brasil com bons olhos em relação aos demais emergentes, promovendo uma ‘dupla elevação’ na recomendação para a bolsa brasileira. O banco ainda lista alguns papéis do país que podem representar uma boa oportunidade de investimento
Após o rali recente, o Ibovespa realiza parte dos lucros e opera em baixa nesta quinta-feira, com os investidores ajustando-se ao clima de maior aversão ao risco. O dólar à vista sobe e fica acima de R$ 5,30
Enquanto o clima dos negócios está misto no exterior, no Brasil o conflito político volta a roubar a cena após operação da PF que atingiu apoiadores do presidente
O dólar à vista voltou a ter um alívio intenso e, com isso, já acumula perdas de mais de 5% apenas nesta semana — com a baixa de hoje, a moeda chegou ao menor nível desde 17 de abril
O dólar à vista engata a sexta baixa seguida e o Ibovespa avança mais de 1%, sustentados pelo alívio global após o lançamento de um pacote de estímulo bilionário na Europa
Otimismo externo deve impulsionar o Ibovespa em dia de dados do Caged e cenário político incerto
Com isso, as tarifas atuais serão prorrogadas até 30 de junho
O clima tranquilo visto nos mercados globais abriu espaço para mais uma queda no dólar à vista — a sexta nas últimas sete sessões. Com isso, a moeda americana voltou aos níveis do fim de abril, afastando-se cada vez mais do patamar dos R$ 6,00
Notícias do avanço de pesquisas sobre vacinas contra o coronavírus costumam impactar o mercado, que espera ansiosamente por uma solução que permita uma retomada das economias