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Os olhos dos mercados se voltam hoje para a decisão de juros e política monetária do banco central americano. No Brasil, os investidores também aguardam os números do IPCA de maio
Apenas um FII foi citado por mais de uma corretora em junho, e já é um habitué dos nossos top 3
Após sete sessões em alta, o Ibovespa cedeu a um movimento e correção e terminou o dia com perdas moderadas, inferiores a 1% — o dólar também ficou na defensiva e fechou em alta. E boa parte dessa cautela se deve à expectativa em relação à decisão de juros do Fed, prevista para amanhã.
O Ibovespa chegou a cair mais de 2% nesta terça-feira, cedendo a um movimento de cautela e realização de lucro antes da reunião do Fed, mas já reduziu o ritmo de baixa. O dólar também fica na defensiva e sobe
Os índices futuros em Nova York e o pregão europeu amanhecem no vermelho. Clima de cautela deve atingir também o Ibovespa, após 7 altas consecutivas.
A ação das autoridades monetárias se parece com o elixir do Dr. Jekyll, separando as personalidades do mercado. De um lado, o fundamento, do outro, os preços dos ativos
Desde o dia 15 de março, quando a crise foi agravada, o fator de utilização das refinarias da Petrobras entrou em franca queda, chegando a tocar o patamar de 50%. A partir do dia 15 de abril, no entanto, foi verificada uma curva ascendente
O Ibovespa cravou a sétima alta consecutiva e já acumula um salto de mais de 11% em junho. O otimismo também continua firme no mercado de câmbio, com o dólar recuando mais de 2% hoje
O anúncio vem após a prefeitura de São Paulo ter antecipado os três feriados para 20, 21, 22 e 25 de maio como forma de aumentar o isolamento social para a prevenção do coronavírus
No entanto, o banco suíço rebaixou os preços-alvo de ambas as empresas
Após o rali das últimas semanas nos mercados, a relação entre o risco e o retorno dos ativos não é mais a mesma do pico da crise do coronavírus, segundo a gestora
O Ibovespa continua em alta e, com isso, já volta ao patamar dos 97 mil pontos, aproveitando mais um dia de tranquilidade no exterior. O dólar também segue calmo, ficando abaixo do nível de R$ 4,90 pela primeira vez desde 13 de março
Mesmo com a recuperação recente, alguns segmentos de FII ainda têm, na média, valor de mercado inferior ao valor dos ativos
A bolsa brasileira e os demais mercados do mundo estão numa onda de recuperação, mas há diversos fatores de risco no radar, incluindo o cenário político e uma importante decisão de política monetária
Os diversos riscos associados à alocação de recursos no Brasil fizeram o peso do Brasil na carteira dos investidores estrangeiros — a incerteza política e a fraqueza econômica aparecem como importantes fatores
O recente rali da bolsa pegou todo mundo de surpresa — e, não à toa, a matéria elencando cinco razões que explicam essa onda de otimismo foi a mais lida do Seu Dinheiro nesta semana
A XP Investimentos revisou para cima sua projeção para o Ibovespa ao fim de 2020, passando de 94 mil pontos para 112 mil pontos — um patamar que implica num potencial de alta de mais de 18% em relação aos níveis atuais da bolsa
O dólar à vista terminou a semana a R$ 4,99, indo ao menor nível desde 26 de março, enquanto o Ibovespa cravou a sexta alta seguida e voltou ao patamar de 94 mil pontos. Entenda o que motivou toda essa onda de otimismo nos mercados
Yduqs salta mais de 10% no Ibovespa; para BTG, o fraco ímpeto de lucros da companhia e a falta de catalisadores ainda justificam a cautela na recomendação
O dólar segue em queda firme e o Ibovespa crava a sexta alta consecutiva, surfando a onda de otimismo desencadeada após os dados mais fortes que o esperado no mercado de trabalho dos EUA