O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Guedes já vinha demonstrando sua insatisfação com a condução da instituição, mas o uso de questão ideológica para mudança de comando não é bom sinal
Se for para ter o maior lucro possível, emprestando com garantia e só para campeão nacional, vocês estão fazendo o que aqui, além de garantir os próprios bônus, salários e as boas instalações?
O questionamento acima foi feito pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, durante o 31º Fórum Nacional, em 10 de maio. Ao seu lado na bancada estava o então presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e na plateia funcionários do banco.
Antes disso, Guedes já tinha demonstrado inconformismo com uma operação que estava autorizada no banco para financiar um bureau de crédito formando por Bradesco, Itaú, Santander, Caixa e Banco do Brasil. Para Guedes, era “o fim do mundo” o BNDES fazer esse tipo de operação, que no fim não saiu.
O ministro também criticou outras operações do banco, com frigoríficos e empresas de celulose, e falou que a instituição tinha de ganhar sua independência institucional, passando adiante apenas os projetos que sejam bons e atendam a critérios técnicos e sociais.
Apesar de elogios a Levy, outras “cutucadas” na instituição aconteceram naquele dia, como uma certa ironia com relação à qualidade e “bom gosto” do lanche que Guedes disse ter feito no BNDES. O ministro também se conteve e disse que “vou falar demais” e mudou de assunto, após alguém na plateia rebater a questão do lanche, que no Ministério da Economia, é uma "gororoba" que se manda comprar em qualquer lugar.
O incômodo de Guedes estava evidente tinha algum tempo. O ministro e outros membros do Ministério vinham acirrando a cobrança por devolução de recursos do Tesouro e a venda de participações em empresas. Mas criou-se a percepção de que Levy teria cedido ao corporativismo dos funcionários do banco, que ele falhou em mostrar que o banco teria de mudar de tamanho e ter nova orientação.
Leia Também
Tudo bem que a linha do ministro e de Bolsonaro seja "it's my way or the highway" (faça do meu jeito ou caia fora). Mas o que surpreendeu de forma negativa gente dentro e fora do mercado foi o uso de questão ideológica para demissão de Levy, ainda mais de forma pública. Sem ser questionado, o presidente Jair Bolsonaro dá um ultimato ao presidente de um banco público e o “chefe” direto, no caso Guedes, endossa a fritura sem pestanejar.
Agora, como me disse o amigo, procura-se alguém para “entrar nessa frigideira”. Quem vai aceitar o cargo sabendo que estará sujeito a caprichos ideológicos do presidente e seu entorno, sem defesa do chefe imediato e ainda tendo de lidar com as demandas do corpo de funcionários?
Quem vai conduzir o processo de reorientação e redução de um banco de fomento sem sucumbir à mediocridade ideológica?
Para encerrar de forma descontraída, a piada nas redes sociais é que demitir Joaquim Levy dá um azar danado.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje
As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas
Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares
Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%
Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país
Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?
A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho