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Protestos no país

Banco Central do Chile anuncia novas medidas para conter a queda do peso

A autoridade monetária do Chile irá adotar mais ferramentas para frear a trajetória de desvalorização da moeda do país, em meio à onda de protestos sociais vistos nos últimos dias

Protestos no Chile
Imagem: Shutterstock

O Banco Central do Chile anunciou novas medidas para tentar conter a queda do peso chileno — que renovou mínimas históricas nesta semana em meio à turbulência política — e garantir a liquidez do sistema financeiro do país.

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Entre as medidas anunciadas, está o aumento de operações de recompra de títulos (repo), com um novo prazo de 90 dias, além do já existente, de 30. O BC chileno também autorizou o uso de depósitos e títulos bancários como garantia para operações de liquidez permanente e liquidez intraday, além das repo.

A autoridade monetária ainda suspendeu a emissão do seu instrumento chamado de Pagamentos Descontables del Banco Central (PDBC) até o dia 8 de dezembro e decidiu aumentar a frequência dos leilões das operações de swap.

Por fim, todos os operadores do Sistema de Mercado Aberto chileno também poderão participar de um programa de recompra de títulos do BC do país, que funcionará na modalidade de janela, em nove datas até o final do ano. As medidas são válidas até 9 de janeiro de 2020 e podem ser modificadas pelo Conselho do BC chileno.

O anúncio parece ter surtido efeito: por volta das 15h30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (15), o dólar operava em forte queda de 3,46%, a 774,30 pesos chilenos. A sessão é marcada por uma desvalorização da moeda americana em escala global, mas esse movimento é mais intenso em relação à divisa do Chile.

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*Com Estadão Conteúdo

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