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Os americanos vão às urnas nesta terça-feira para construir os próximos dois anos e o mercado pode atravessar momentos de volatilidade no curto prazo
O time de transição, a equipe econômica e o cálculo político de Lula são os pontos de atenção do mercado para as próximas semanas
Os resultados das gigantes da tecnologia terão grande influência no resto da semana. No Brasil, após o sell-off de ontem, que corrigiu parte da alta da semana passada, voltamos a conviver com volatilidade eleitoral
Se por aqui o ciclo de alta de juros já terminou, em outros países ela está apenas começando – e isso é bom para os ativos brasileiros nos médio e longo prazos
Em caso de estresse no período pós-eleição, vale a pena pensar em como se proteger durante a semana. Além disso, saindo da veia eleitoral, os investidores também acompanham o clima incerto internacional e a coletânea de dados locais
O dia não começou bem na Europa e nos EUA, com investidores permanecendo cautelosos com as perspectivas ainda pessimistas para as taxas de juros
A temporada de resultados segue aquecida. Depois de um início não tão ruim com os bancos, os ventos parecem começar a se inverter, com muita preocupação com uma recessão em 2023
Ainda que haja um clima mais otimista nos últimos pregões, é bom lembrar que o rali atual pode mudar em breve, à medida que os bancos centrais aumentam as taxas de juros para combater a inflação mais alta em várias décadas
Por aqui, enquanto esperamos alguns dados prévios de inflação (mais secundários), temos espaço para repercutir o bom relatório operacional divulgado pela Vale na noite de ontem
Enquanto Xi Jinping caminha para seu terceiro mandato, a China entra na terceira década do século em uma posição curiosa
No exterior, teremos uma semana movimentada da temporada de resultados, que contará com nomes como Bank of America, Johnson & Johnson, Procter & Gamble e Netflix
Dados de inflação nos EUA levantam preocupações sobre mais aumentos agressivos das taxas pelo Fed. No Reino Unido, o provável abandono por completo do “mini-orçamento” do governo proporciona maior otimismo
O Brasil acompanha a cautela internacional, digerindo hoje os dados de inflação de setembro, que podem gerar movimento de aversão ao risco
As revisões das expectativas para os lucros podem servir de gatilho para novas quedas nas cotações dos ativos de risco
Há expectativa com os dados de inflação nos EUA, programados para esta semana. Por aqui, acompanhamos a valsa internacional ao passo em que nos atentamos às eleições presidenciais
O grande evento no âmbito internacional é a divulgação do relatório de emprego dos EUA: os famosos dados de payroll para o mês de setembro
Investidores preocupam-se com a possibilidade de recessão e uma realidade inflacionária insistente, o que forçaria política monetária mais contracionista por parte dos banqueiros centrais do mundo
No Brasil, o contexto eleitoral é central e vem fazendo preço desde antes do primeiro turno, repercutindo bem sobre o mercado pela composição legislativa a partir de 2023
Por aqui, o otimismo internacional permite digerir bem o resultado eleitoral do primeiro turno, que animou os investidores, não pela questão presidencial, mas pela composição do Congresso
O resultado primeiro turno da eleição dilui o risco de cauda e impulsiona os ativos locais de maneira consistente