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Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
No cenário econômico atual, o Brasil se destaca por um motivo: taxas de juros "estratosféricas" e “incompatíveis” com o status real da economia. Esta é a opinião de André Esteves, chairman e sócio sênior do BTG Pactual.
Em participação no BTG Summit, nesta quarta-feira (25), Esteves afirmou que a rentabilidade de uma taxa de juros tão alta, de 15% ao ano, é poderosa demais — seja para os investidores locais ou para os investidores estrangeiros.
Para o banqueiro, o retorno do CDI, que acompanha os juros básicos do país, é como um "maratonista queniano”, que não cansa nunca. A cada meia-noite, "dá uma badalada" de rentabilidade para o investidor.
Brincadeiras à parte, Esteves afirmou que o retorno oferecido hoje pelos títulos indexados ao CDI são muito desproporcionais em relação ao risco de se manter posicionado nesses ativos, tornando quase irresistível a permanência na renda fixa brasileira.
No entanto, ao escolher os melhores ativos do momento, ele reforçou que a diversificação é importante. Sua sugestão é que os investidores, mesmo bem assessorados, não ignorem o equilíbrio entre ativos indexados ao IPCA, títulos prefixados e uma parcela em bolsa.
No arremate da carteira ele cravou: “Nesse momento eu gosto de reais. Eu teria a maior parte do portfólio em reais. Porque eu acho que a gente vai ser mais bem remunerado em CDI quando comparado ao dólar”, afirmou Esteves.
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Essa escolha tem motivo: o banqueiro acredita que o movimento de rotatividade das carteiras globais, saindo dos EUA e indo para os emergentes, vai continuar.
Após um período de concentração extrema no mercado norte-americano, os grandes fundos soberanos e family offices globais estão reduzindo sua exposição aos EUA, em busca de novos destinos “na periferia do mercado financeiro mundial”.
Essa mudança de direção beneficia diretamente os mercados emergentes, e o Brasil está no centro desse fluxo ao lado de países como Coreia do Sul, México e Chile.
Esteves afirma que, como o mercado brasileiro é pequeno em comparação aos gigantes globais, qualquer pequena movimentação de grandes investidores estrangeiros causa um impacto imenso.
"Qualquer dinheirinho que pinga por aqui faz esse estrago que a gente viu acontecer", afirmou o banqueiro, referindo-se ao rali de janeiro, que impulsionou o Ibovespa e atraiu bilhões em capital estrangeiro.
Para o futuro, a aposta de Esteves é que essa tendência de alta da bolsa e queda do dólar se mantenha, pois os ativos brasileiros continuam "muito baratos em relação aos pares internacionais".
Ele exemplifica essa tese citando que, mesmo com valorizações expressivas, muitas empresas brasileiras ainda negociam a múltiplos de lucro muito inferiores aos da Europa ou dos EUA.
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