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Modelo de tempo compartilhado representa 17,7% da demanda hoteleira no Brasil, mas pesquisa indica que há espaço para esse mercado crescer mais; veja como aproveitar o potencial
Seja no campo ou no litoral, as viagens de férias costumam ser os períodos mais aguardados ao longo do ano. Há todo um ritual: fazer o roteiro, decidir um lugar para ficar, comprar passagens e arrumar as malas são alguns dos passos. Mas em relação à estadia, uma forma de hospedagem tem chamado a atenção no Brasil nos últimos anos: o timeshare.
Também conhecido como “tempo compartilhado”, o timeshare é um modelo de hospedagem em que o cliente compra o direito de usar um imóvel — como hotel ou resort — algumas semanas por ano. O sistema, geralmente, oferece alguns benefícios para esses hóspedes já garantidos.
Responsável por 17,7% da demanda hoteleira no país, este mercado movimentou R$ 1,6 bilhão em valor geral de vendas (VGV) no Brasil em 2025.
Estes dados fazem parte de um estudo realizado pela Noctua Advisory – consultoria de hospitalidade e turismo – em parceria com a empresa de intercâmbio de férias Resorts Condominiums International (RCI), apresentados no evento Share Summit 2026.
O levantamento analisou 43 empreendimentos que oferecem o modelo de timeshare no país e, dentre os hotéis que fizeram parte do estudo, a estratégia de tempo compartilhado representa 11,5% da ocupação total.
Neste cenário, Pedro Cypriano, sócio-fundador da Noctua Advisory, defende que há potencial para mais: em mercados mais maduros, o percentual de ocupação chega a 53,4%, “o que sinaliza ainda um bom espaço de crescimento em nosso país”, diz.
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Atualmente, a estratégia de tempo compartilhado está muito pautada no custo-benefício para o cliente, mas o levantamento mostra que oferecer experiências é um diferencial.
O cliente do timeshare costuma ficar 0,7 dia a mais nos empreendimentos do que hóspedes tradicionais, o que tende a aumentar o consumo nos hotéis. Segundo a pesquisa, o valor gasto por esse grupo é 33% maior em relação aos clientes comuns.
“O timeshare no Brasil deixou de ser uma aposta e se passou a ser uma alavanca real de geração de receita para a hotelaria”, defende Cypriano.
Para ele, “os dados mostram um mercado que já tem escala, mas que ainda precisa evoluir em eficiência, qualidade de produto e gestão para sustentar esse crescimento no longo prazo”.
Os hóspedes do modelo timeshare costumam ter um olhar mais crítico sobre os serviços, o que exige iniciativas mais robustas para conquistar esses clientes.
Ou seja, não basta oferecer “mimos” de boas-vindas, check-in prioritário, descontos em passeios com parceiros e áreas de descanso exclusivas – que são serviços já bastante comuns e praticamente obrigatórios em qualquer resort.
Para se destacar nesse mercado, é preciso ir além.
Em linha com essa visão, Alessandro Cunha, CEO da Aviva – grupo desenvolvedor de empreendimentos como a Costa do Sauipe, na Bahia, e Rio Quente, em Goiás – seguiu essa estratégia.
Cunha afirma que no mercado ainda há uma percepção equivocada de que o modelo de tempo compartilhado corrói o poder de tarifas, mas na Aviva o que aconteceu foi o contrário.
“Na Costa do Sauipe, a diária é mais cara para o timeshare e o cliente vai ficar com a empresa por 15 anos”, explica.
Para justificar os preços maiores, é preciso entregar. Ele diz que, na Aviva, há check-in diferenciado, espaços exclusivos em restaurantes e áreas compartilhadas, além das primeiras poltronas em espetáculos, por exemplo.
Mas a empresa também vai além do momento da hospedagem em si, como acesso a camarotes de Carnaval na Bahia ou no Rio de Janeiro.
A expectativa de crescimento desse mercado, segundo o levantamento, é de 20% no VGV bruto em 2026, com alguns empreendimentos podendo chegar a uma alta de mais de 30%.
Cypriano defende que, diante desses números, o mercado de timeshare ainda está bastante aquecido no Brasil, mas chama a atenção para alguns fatores de risco.
Um deles é a alta taxa de cancelamento dos contratos.
No último ano, o modelo teve um aumento de 1,2 ponto percentual no cancelamento, que registrou taxa de 25,8%. Além disso, a inadimplência média também é elevada, com 14,1% de contratos com pagamentos atrasados.
Outro ponto que deve ser analisado com cautela é o quanto a empresa irá gastar com a operação. O estudo indica que os custos de comercialização chegam a 14,3% do VGV bruto, além de 2,7% direcionados às iniciativas de pós-vendas.
Na visão do executivo da Noctua, a operação é custosa e precisa ser bem gerida para ampliar o potencial de resultados do negócio.
Para ele, quem não ajustar operação, experiência e estratégia comercial tende a perder competitividade, mas ainda assim reforça as oportunidades do mercado: “o timeshare ainda é concentrado em poucos players e tem um grande potencial no país”.
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