Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
VAI PESAR NO BOLSO

Conta de luz vai subir o dobro da inflação em 2026 — e o motivo está “escondido” na sua fatura

Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais

conta de luz
Conta de luz vai ficar mais cara - Imagem: Unsplash

A conta de luz deve pesar mais no bolso do brasileiro em 2026 — e bem mais do que a inflação geral da economia. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima um aumento médio de 8% neste ano, segundo boletim divulgado na terça-feira (17). O número chama atenção porque supera com folga as projeções dos principais índices de preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo dados da Aneel, o IPCA, que reflete a inflação oficial e o custo de vida das famílias, deve subir 3,9%. Já o IGP-M, mais sensível ao atacado e amplamente usado em contratos como aluguel, é estimado em 3,1%.

Dessa forma, mesmo com a inflação sob controle, a conta de luz deve continuar pressionando o orçamento das famílias.

O que está por trás da alta

O principal motivo apontado pela agência é o custo da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), uma cobrança embutida na conta de luz que financia políticas públicas do setor elétrico.

Além disso, a maior parte desse valor vem da chamada CDE-Uso, que concentra os custos do sistema elétrico e dos subsídios pagos pelos consumidores, como descontos tarifários e incentivos a determinadas fontes de energia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta mais recente, ainda em consulta pública, prevê um total de R$ 52,7 bilhões para a CDE em 2026. Desse montante, R$ 47,8 bilhões correspondem à CDE-Uso — uma alta de 15,4% em relação ao ano anterior.

Leia Também

CINEMA

Tom Holland vira protagonista das bilheterias após estreia quase bilionária de ‘Homem Aranha: Um Novo Dia’

ESPANTOSO!

Mega-Sena entra em agosto acumulada em R$ 135 milhões e promete prêmio maior do que todas as outras loterias juntas

Em termos simples: quanto maior esse custo, maior tende a ser a conta de luz para o consumidor.

Nem todo mundo vai pagar mais na conta de luz

Por outro lado, apesar da tendência de alta, parte dos consumidores pode sentir um alívio na fatura.

Isso porque recursos do Uso do Bem Público (UBP), pagos por geradoras, serão direcionados para reduzir tarifas em regiões atendidas pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se todos os geradores elegíveis aderirem à proposta, cerca de R$ 7,9 bilhões podem ser usados para reduzir a conta de luz nessas áreas. O impacto estimado é uma queda média de 10,6% nas tarifas residenciais dessas regiões.

Além disso, esse movimento também pode suavizar o efeito nacional: a alta média de 8% na conta de luz poderia cair para até 2,9%, dependendo da implementação final das regras, que ainda estão em análise pela Aneel.

O que esperar para os próximos meses

O cenário ainda não é definitivo. Parte dos números, especialmente os ligados à CDE e ao rateio dos descontos, está em fase de consulta pública e pode sofrer ajustes.

Ainda assim, o recado já está dado: mesmo com a inflação mais comportada, a conta de luz pode ficar mais salgada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o consumidor, isso reforça uma realidade conhecida: nem sempre a inflação oficial reflete o que, de fato, pesa no bolso no fim do mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
totvs tots3 2 de agosto de 2026 - 10:00
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 2 de agosto de 2026 - 6:13
btg aulas trader 1 de agosto de 2026 - 14:00
Imagem com uma casa e moedas para representar preços de imóveis 1 de agosto de 2026 - 12:30
bolsa família 1 de agosto de 2026 - 6:30
Antiga sede dos Correios 31 de julho de 2026 - 12:19
Bolsa Família 2025 31 de julho de 2026 - 5:38
Ilustração de pessoa assitindo chuva de meteoros 30 de julho de 2026 - 17:02
William Foster, vice-presidente da Moody's Ratings e responsável pela classificação soberana do Brasil. 30 de julho de 2026 - 12:05
Montagem mostrando cédulas e moedas de real espalhadas numa mesa; no topo, uma placa de madeira com a sigla FGTS, em verde 29 de julho de 2026 - 14:41
Pix 29 de julho de 2026 - 9:18

CONTRADIÇÃO LATINO-AMERICANA

Brasileiros usam cada vez menos dinheiro vivo — e a culpa é do Pix

29 de julho de 2026 - 9:18
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar