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Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Como foi o seu Carnaval? Você é do time que prefere assistir a escolas de samba no sambódromo ou se sente mais confortável em pequenos blocos de bairro?
Prefere o agito do trio elétrico ou um churrasco com os amigos? Pessoalmente, eu trabalhei, mas normalmente gosto de um feriado para descansar.
Entre os investidores, também há quem prefira a confiança que grandes nomes e empresas campeãs de capitalização passam. E há quem escolha poucas e boas companhias, de menor valor de mercado, mas que podem render muito mais — e também trazer prejuízos maiores.
Que o Ibovespa tem sido catapultado a novas alturas pela entrada de dinheiro vindo do exterior nós já sabemos. O principal índice da bolsa não é o queridinho por uma questão de brilhantismo, mas sim de comodidade.
“Gringos não compram ações específicas, compram a tese do país", disse, em entrevista ao Seu Dinheiro, Werner Roger, CIO da Trígono Capital — gestora independente espacializada em acompanhar ativos de menor capitalização com R$ 2,1 bilhões sob gestão.
Os estrangeiros entram em um país por meio de índices, como o MSCI Brasil, que reúne nossas principais ações, ou até replicando o Ibovespa.
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A novidade é que há bastante espaço para o índice das small caps, o SMLL, voltar a brilhar. Veja o que vai ditar o rumo dessas empresas daqui para a frente nesta matéria da repórter Bia Azevedo.
O bloco passou, a marchinha acabou, e os investidores voltam à realidade nesta Quarta-Feira de Cinzas ainda tentando tirar o glitter do rosto. O primeiro pregão pós-Carnaval será marcado pelo ritmo da recuperação — ou, pelo menos, da tentativa.
Após fechar a sessão da última sexta-feira (13) em queda de 0,69%, o Ibovespa retorna às 13h, em meio a um dia de baixa liquidez. Por aqui, investidores acompanham a divulgação do Boletim Focus, às 14h, e nova operação da Polícia Federal, que investiga possíveis vazamentos de dados da Receita Federal envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
A liquidação extrajudicial do banco Pleno pelo Banco Central também irá pesar no ânimo do mercado.
Enquanto isso, o feriado do Ano Novo Chinês mantém parte das bolsas asiáticas fechadas, limitando o volume de negócios na região. Tóquio e Sydney encerraram o dia em alta. O índice japonês Nikkei subiu 1,02%, impulsionado por ações de farmacêuticas e ligadas a metais.
Já na Europa, o dia começa em clima de festejo — e não é pelo Carnaval. As bolsas europeias amanhecem em alta, sustentadas por balanços positivos de grandes empresas.
Além disso, no Reino Unido, os holofotes estão voltados para os dados de inflação ao consumidor (CPI), que desacelerou para 3% em janeiro, mas segue bem acima da meta de 2%. Por lá, investidores ainda acompanham os preços no varejo e o índice de preços ao produtor (PPI).
Quem vai brilhar nesse pregão, no entanto, são os EUA, chamando a atenção com a divulgação da produção industrial e a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Enquanto investidores calibram as expectativas, Wall Street indica um pregão de ganhos, com os índices futuros de Nova York iniciando o dia em alta.
DEPOIS DO IPO
Pedido ao Cade: por que o PicPay quer comprar a Kovr, empresa que já foi do dono do Banco Master. A J&F, que é dona do PicPay, teria colocado R$ 450 milhões na mesa, enquanto Daniel Vorcaro estaria pedindo R$ 600 milhões para selar o negócio.
MERCADO DÁ ADEUS À FOLIA
Xô ressaca! O ajuste de contas entre o confete e a bolsa brasileira depois dos ganhos tímidos de Nova York. Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
A MÃO INVISÍVEL
China coloca time nacional em campo para forçar a queda das ações de IA na bolsa. Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial.
PRESSÃO TOTAL
PIB fraco e iene em alta: o nó econômico que a primeira mulher no comando do Japão tenta desatar. Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco.
LEÃO À ESPREITA
IRPF 2026: estes são os documentos que você precisa reunir para a declaração de imposto de renda deste ano. Com tabela pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco.
PARA ANOTAR NO CADERNO
A hora da qualidade: JP Morgan ensina a maior lição para quem quer investir em ações. Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras.
CONTRA O FLUXO
Dólar e inflação na Argentina: o que pensa Juan Carlos De Pablo, o economista que Javier Milei ouve antes de tomar decisões. Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso.
ALTA TENSÃO
Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA. Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz.
ALAVANCAGEM OCULTA
Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso? Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações.
VAI DAR LITÍGIO?
Por que o casamento entre a IA e o dólar pode custar caro para a maior economia do mundo. A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial.
DAQUI NÃO SAIO, DAQUI NINGUÉM ME TIRA
A Gerdau (GGBR4) vai se dar bem nessa? Tarifas dos EUA sobre aço e alumínio não devem ser retiradas tão cedo, diz USTR. Em meio à guerra comercial, Goldman Sachs elege a preferida do setor de siderurgia; com revisão de preço-alvo.
NOVIDADES NO RADAR
Mais IA, novo iPhone e até Macbook acessível: o que esperar do evento da Apple em março. Gigante de tecnologia prepara ofensiva de produtos após registrar vendas recordes de iPhone no fim de ano.
APOSTA MANTIDA
Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP. Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora.
MERCADO DE COMMODITIES
A alta do petróleo tem prazo de validade? Descubra o que pode mudar o cenário, segundo o Citi. Sem acordo entre Rússia e Irã, Brent pode seguir firme; com diplomacia, banco projeta queda e reação da Opep+.
QUEM TEM MEDO DA IA
Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo. Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística.
ENTRE PÁGINAS E TELAS
Do filme ao livro: onde visitar os cenários de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ e se sentir na Inglaterra oitocentista. Filme inspirado no clássico “O Morro dos Ventos Uivantes”, de Emily Brontë, evoca cenários de uma Inglaterra rural pré-industrial — e é possível visitá-los ainda hoje.
AS APARÊNCIAS ENGANAM
Milionários discretos: aprenda a interpretar os sinais de que alguém tem muito mais dinheiro do que aparenta. Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas.
UMA APOSTA DELUXE
Boreal é a resposta da Renault a um consumidor mais exigente. Estratégia da montadora francesa com o novo SUV foi elevar a qualidade e sinalizar que ela virou a página.
CORRIDA POR IMAGEM
Apple entra na briga contra YouTube, Spotify e Netflix e aposta alto em podcasts em vídeo. Nova atualização do Apple Podcasts integra áudio e vídeo no mesmo feed e amplia monetização com anúncios dinâmicos.
O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas
Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
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