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Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Vocês lembram que, há seis anos, estávamos no início da pandemia do coronavírus no Brasil? Passamos semanas, que se transformaram em meses e em quase dois anos, em casa, lavando embalagens com álcool, fazendo pão caseiro e intercalando reuniões virtuais com lives intermináveis.
Por causa do Covid-19, começamos a viver o que chamávamos de "novo normal", uma configuração diferente entre vida pessoal, social e profissional. Na economia, alguns setores se destacaram, enquanto outros quase desapareceram. A inflação, por conta desse descompasso, também chegou a disparar.
Na época, havia diversas incertezas pairando sobre nós e os mercados: quando haveria uma vacina ou um tratamento eficaz e quando essa situação iria se normalizar.
Hoje, também vivemos um período de grande volatilidade. Mesmo com o acordo de cessar-fogo, não é possível saber se os países envolvidos na guerra no Oriente Médio de fato chegarão a uma solução, e nem quando o abastecimento de petróleo será totalmente reestabelecido.
"A incerteza em torno da duração e da intensidade do conflito ainda impede uma leitura mais clara do cenário à frente, o que mantém as expectativas pressionadas e limita a visibilidade dos agentes econômicos", diz o colunista do Seu Dinheiro, Matheus Spiess.
Para o investidor, esse cenário afeta principalmente os juros. Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic.
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Assim, fica difícil saber se a inflação será normalizada ou se teremos um "novo normal". Entenda mais nesta coluna aqui.
A situação apertou para diversas empresas — das grandes às pequenas. As companhias entraram em 2025 ainda fragilizadas, vindas de um ciclo bastante restritivo de juros. Ficou cada vez mais difícil pagar as dívidas.
Para evitar a falência, o número de empresas que pediu recuperação judicial como uma medida de proteção contra cobranças bateu recordes em 2025. Foi o maior patamar da série histórica, segundo os dados da Serasa Experian.
Entenda o que aconteceu e qual o setor mais afetado nesta matéria da editora Carina Brito.
Na ampulheta de Donald Trump, a areia está correndo mais depressa, e o prazo para o Irã entrar em acordo com os Estados Unidos e Israel fica mais próximo do fim.
Após dar um ultimato ao país persa para a reabertura do Estreito de Ormuz até esta terça-feira (7), o governo norte-americano intensificou os ataques no território iraniano na noite de ontem. Apesar disso, é improvável que o Irã aceite o acordo elaborado por Paquistão e Egito.
Em meio às tensões na região, os preços do petróleo oscilam nesta manhã. Na Ásia, os mercados fecharam a sessão de hoje em alta.
O mesmo cenário era visto nas bolsas europeias, que amanheceram no azul. Porém, após o Irã subir o tom, os índices caminham sem uma direção única.
O governo iraniano ameaçou um ataque a infraestruturas energéticas, o que poderia prejudicar o abastecimento de petróleo e gás por anos, e afirmou que levaria o conflito para "além da região".
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York também indicavam um dia no azul nesta terça-feira, mas devolvem os ganhos após o anúncio.
Enquanto isso, os investidores acompanham a agenda econômica, que traz dados de encomendas de bens duráveis e crédito ao consumidor dos EUA, além da participação de autoridades do Federal Reserve (Fed) em eventos.
Já no Brasil, o dia tem como destaque a publicação da balança comercial referente a março. Além disso, o diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Paulo Picchetti, se reúne com economistas em São Paulo.
Por aqui, os mercados nacionais digerem ainda a nomeação de um novo presidente para o conselho da Petrobras. Os detalhes sobre as mudanças na estatal podem ser conferidos aqui.
AJUSTE DE ROTA
Hapvida (HAPV3) troca CEO em meio a pressão e críticas sobre governança; veja quem assume. Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia.
VAI MUDAR NA B3 TAMBÉM
Adeus, ODPV3. Olá, SAUD3! Acionistas dão o ‘sim’ para união entre a Odontoprev e o braço de saúde do Bradesco (BBDC4). Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
CORRIDA DO PETRÓLEO
Petrobras (PETR4) a R$ 64, Prio (PRIO3) a R$ 74 ou PetroReconcavo (RECV3) a R$ 16: saiba qual petroleira vale mais a pena agora. Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar para o setor após a atualização que elevou os preços-alvo.
MENSAGEM NÃO LIDA
As lições de casa — e os alertas — do CEO do JP Morgan que podem mudar a forma como você investe. Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas.
JANELA ABERTA
Vale (VALE3) blindada? Citi vê ação protegida, aumenta preço-alvo dos ADRs e reforça aposta em dividendos. Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos.
NÃO PRECISA DE BOMBEIRO
Enquanto a Ásia queima com o petróleo, a China tem um plano para apagar o fogo da crise que vem de Ormuz. Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos.
GANHO TURBINADO
Petrobras (PETR4) pode elevar dividendos com novo subsídio ao diesel; BTG vê rendimento perto de 13%. Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal.
ALÍVIO NO BOLSO
Diesel mais barato? Governo amplia subsídios para conter impacto da guerra; gás de cozinha também terá redução. Redução no diesel pode passar de R$ 2,60 por litro, mas repasse ao consumidor ainda depende dos estados e das distribuidoras.
RECOMENDAÇÃO DE COMPRA
Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos. Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
BC SOB PRESSÃO
Guerra pode travar cortes na Selic? A resposta de Galípolo diante das tensões geopolíticas que não chegam ao fim. Com conflito entre EUA, Israel e Irã aparentemente longe de terminar, o presidente do BC vê cenário mais incerto; enquanto isso, inflação sobe nas projeções e espaço para queda dos juros diminui.
NA CARTEIRA
Hora de comprar: esta ação pode subir até 35% na bolsa, segundo a XP; entenda os gatilhos. A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados.
CNPJ INADIMPLENTE
Alerta ao empreendedor: mais de 1,1 milhão de MEIs, micro e pequenas empresas podem ser excluídos do Simples Nacional por dívidas — como consultar? Receita Federal notifica pequenos negócios por dívidas que chegam a R$ 12,9 bilhões; confira o passo a passo para saber se está em dia com o Fisco.
LEILÕES
Caixa Econômica Federal promove leilão que conta com imóvel com lance inicial é de apenas R$ 37 mil. Estarão disponíveis no leilão da Caixa mais de 500 casas, apartamentos ou terrenos em todo o Brasil; veja como participar.
NOVOS PATAMARES
Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor. Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações.
PRIMEIRO EMPREGO
Inscrições para estágio no Bradesco terminam hoje; veja esta e outras vagas com salários que vão até R$ 12 mil. Aqui no Seu Dinheiro, você confere quais empresas estão com inscrições abertas, onde estão as vagas e o que é preciso para participar.
NOVA LEI
Empresas passam a ter nova obrigação com a saúde dos funcionários; entenda o que muda. Organizações agora devem informar sobre campanhas de vacinação contra o HPV e como acessar serviços de diagnóstico de alguns dos principais tipos de câncer.
PIKACHU QUE VALE MAIS QUE OURO
Venda de carta de Pokémon junto com colar de diamantes alcança US$ 16,5 milhões, mas não por causa da joia. Cartinha de Pokémon entra para a história após ser vendida por milhões pelo influenciador norte-americano Logan Paul.
MAKE A PIX
Pix internacional: Banco Central trabalha para expandir sistema de pagamento para fora do Brasil enquanto Trump esbraveja. Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump.
AINDA SEM SOLUÇÃO
O que a Braskem (BRKM5) falou à CVM sobre a possibilidade de pedir recuperação judicial. A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve.
DANÇA DAS CADEIRAS
Embraer (EMBJ3): CFO deixa o cargo e vai para a Azul (AZUL53). Quem ficará no lugar? Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani.
VEJA AS PROJEÇÕES
Onde vão parar inflação, Selic, PIB e dólar com a guerra no Irã? Economistas ajustam projeções mais uma vez; veja detalhes do Focus. Pressionadas pela disparada do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio, as expectativas de inflação voltaram a subir no Brasil, enquanto o mercado segue atento aos possíveis efeitos sobre os juros no país e no exterior.
TENSÕES NO ORIENTE MÉDIO
EUA sobem o tom sobre Estreito de Ormuz, mas Irã não recua e manda recado: “jamais voltará a ser o que era”. O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa.
CHILLABLE REDS
Vinho de verão: conheça os chillable reds, tintos leves e perfeitos quando resfriados. Além da Pinot Noir, outras castas se juntam à busca por vinhos tintos mais frescos e menos alcoólicos.
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A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
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Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
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