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As duas cidades mais proeminentes do estado são responsáveis por encantar os turistas, cada uma à sua maneira
Falar da Califórnia é falar de duas cidades: Los Angeles e San Francisco. Em sua primeira viagem para o estado americano, é provável que você tenha, no mínimo, uma das duas no roteiro. Nos melhores casos, ambas entraram na programação, com o bônus de poder percorrer os 700 quilômetros que as separam em uma bela road trip pela costa do Pacífico. Isso, claro, se você der sorte de pegar a Highway 1 sem obras.
Apesar de compartilharem níveis semelhantes de popularidade entre os turistas, San Francisco e L.A. tem energias completamente diferentes. Você pode amar uma e odiar outra, a depender do tipo de viagem que gosta de fazer.
Enquanto “The City of Angels”, a Cidade dos Anjos, incorpora todos os estereótipos californianos de descontração, foco em wellness e pequenas fortunas por cafés fotogênicos, “The City by the Bay” tem um ar mais cosmopolita e frenético, como Nova York com o volume reduzido.
Se L.A é artsy e chic, SF é hipster e cool. Se as lojas em L.A. são boutiques, em SF, são hubs tecnológicos. Em uma, sua programação vai passar por praias, brunches demorados e até trilhas. Na outra, parques extensos com árvores gigantescas, gastronomia de todos os lugares do mundo roubam a cena, além da Golden Gate, claro.
Naturalmente, há semelhanças entre as duas cidades mais proeminentes da Califórnia: a presença incontornável do Oceano Pacífico, a grande quantidade de brechós com peças superfaturadas, ingressos disputados para jogos da NBA, os píeres (notavelmente os de Santa Mônica e o Pier 39) e os carros sem motoristas, apenas para ficar em alguns exemplos.
Mas, se você tiver que tomar a decisão de visitar apenas um desses destinos, é preciso saber o que te espera em cada um deles, em termos de o que fazer, onde comer, onde se hospedar e como se locomover. E o Seu Dinheiro vai te ajudar nisso através deste guia.
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Se a ideia for fazer a road trip entre as duas cidades, existem duas coisas essenciais que você precisa saber:
Não existem voos diretos do Brasil para San Francisco. Por isso, acostume-se com a ideia de que será necessário fazer uma ou mais escalas para ir de Guarulhos, por exemplo, ao SFO (sigla do aeroporto local). Para viajar em setembro, saindo de GRU, a média de preço das passagens é R$ 2.500, segundo pesquisa no Google Flights.
A história é diferente em L.A., já que existem voos diretos entre Los Angeles e o Brasil, com duração aproximada de 11 horas. Os preços também são mais amigáveis: aproximadamente R$ 1.400 o trecho.

Pode parecer exagero, mas a neblina é uma personagem tão frequente no cenário de San Francisco, que recebeu até um nome especial: Karl, the Fog.
Brincadeiras à parte, o clima é uma das principais diferenças entre os dois destinos californianos. SF é uma cidade com temperaturas mais amenas e bastante vento. Não à toa, as praias são mais frequentadas para atividades fora da água, já que, como se diz em bom português, “o mar é bravo”. Os mais aventureiros e experientes se arriscam no surf.
Se a ideia for aproveitar passeios ao ar livre, a praia nem é tanto destaque em San Francisco como é em Los Angeles. Ao invés disso, sua melhor decisão vai ser ir aos parques bem preservados que a cidade abriga.
Reserve um tempo do seu roteiro para ir ao Golden Gate Park (mas não, ele não está perto da ponte) e ao Presídio, que também não é o que o nome diz, já que trata-se de uma antiga base do Exército e não de uma prisão.
Ali do ladinho, o Palace of Fine Arts dá um tom europeu ao Marina District, um bairro high-end com ótimos restaurantes, na região da Chestnut Street. A recomendação fica para o charmoso Roma Anticua.
| Palace of Fine Arts: Lyon Street, 3601 Roma Anticua: Scott Street, 3242 |
O bairro hipster de Haight-Ashbury, cheio de brechós vintage, lojas de música (com destaque para a Amoeba Music) e livrarias, dá um ar descolado à cidade. A poucos quarteirões de lá, as famosas casinhas Painted Ladies são um cartão-postal clássico. As fotos vêm quase com “garantia” de ficarem legais.
Entre o Fisherman’s Wharf e o Ferry Building, quem se torna protagonista são os leões marinhos do Pier 39. Gastronomicamente, não há páreo para a Boudin Bakery, que consegue o difícil feito de ser um lugar muito buscado pelos turistas e, simultaneamente, valer muito a pena.
Se a ideia for comprar souvenirs, é nesse trecho da cidade que você vai encontrar a maior variedade.
No Mission District, bons restaurantes e uma cena artística notável dão novamente ares de Nova York à San Francisco. Com a diferença de que o Dolores Park é bem mais diminuto do que o Central Park. A californiana também tem o seu próprio MoMA: o SFMOMA, ou Museu de Arte Moderna de São Francisco.
| Boudin Bakery: Pier 39, Beach St Space 5-Q (existem outros endereços na cidade) Museu de Arte de São Francisco: 3rd Street, 151 |
Logo ao lado, o bairro Castro tem uma importância histórica para o movimento LGBTQIAPN+ — e é por isso que você verá bandeiras coloridas e arco-íris pintados na rua.

Atravessar a Golden Gate está na checklist obrigatória e a dica principal é reservar um tempo para explorar não só a ponte em si, como também as vistas panorâmicas dos arredores. Esqueça o carro: estacione-o ou vá de ônibus mesmo ao Welcome Center e explore tudo a pé.
Pegue o carro de volta para conhecer os mirantes Battery Boutelle e Battery Spencer — um à noite e outro de dia, para ter a experiência completa.
A fotogênica e interessante Lombard Street dificilmente estará vazia, mas não demanda muito tempo para visitar. Na Union Square e arredores, a gigantesca loja da Apple é o lugar para comprar iPhones, iPads, MacBooks e outros aparelhos da empresa.
Para aventuras gastronômicas, a Chinatown e a Little Italy ficam uma do lado da outra. Entre elas, a charmosa livraria City Lights Booksellers, que lembra a parisiense Shakespeare & Company, porém com dimensões bem maiores.
A tradicional sorveteria Ghirardelli também merece a visita, em especial a unidade da Ghirardelli Square, que fica aberta até altas horas. A recomendação é pedir o Hot Fudge Sundae. Prepare o bolso: custa em torno de US$ 20.
| City Lights Booksellers: Columbus Avenue, 261 Ghirardelli Square: North Point St F301, 900 |
Se o assunto for hospedagem, a região central da Union Square é uma dica “sem erro”. Os melhores hotéis da cidade, no entanto, estão logo ao lado na Nob Hill, nos arredores da California Street.

Uma diferença gritante entre San Francisco e L.A. é que você não vai precisar de carro para se locomover pela primeira.
Mesmo se quiser ir ao Premium Outlet, em Livermore, é possível contar com o BART, uma das modalidades de transporte público. Além dele, uma extensa frota de ônibus e uma espécie de BRT, chamada Muni, também atendem perfeitamente os turistas.
Basta baixar o Clipper Card na própria carteira digital do celular e fazer a recarga por lá mesmo, usando um cartão de crédito internacional.
Se, em San Francisco, o carro é praticamente um luxo desnecessário, em L.A., ele é quase obrigatório.
A cidade é “espalhada” e os principais pontos turísticos estão muito distantes um do outro. Ir ao Hollywood Sign e ao pier de Santa Monica no mesmo dia vai demandar um tempo considerável, assim como ir de Beverly Hills para Downtown.
Em Los Angeles, o cartão de transporte é o TAP Card, também recarregável através de Apple Wallet, carteira do Google e semelhantes. Mas os ônibus têm intervalos de tempo bem espaçados e o metrô não cobre a cidade de forma satisfatória para os turistas.
Sendo assim, a principal dica para conhecer a “Cidade dos Anjos” é separar o seu roteiro por áreas. Em outras palavras, não tente almoçar em Venice Beach no mesmo dia em que pretende passar a tarde batendo perna na Calçada da Fama.
Para uma hospedagem descomplicada e “central”, a turística Hollywood Avenue é a opção mais conveniente. Se estiver em busca de mais charme e exclusividade, no entanto, você vai encontrá-los na “prima rica”, a sofisticada West Hollywood.
Se Beverly Hills é sinônimo de riqueza no imaginário coletivo, é porque a Rodeo Drive não deixa dúvidas: as lojas de luxo dominam a larga avenida, rodeada pelas clássicas palmeiras de Los Angeles. É o tipo de lugar em que você poderia facilmente esbarrar com algum famoso.
Ainda visando as compras de alto valor, o The Grove é outra opção sofisticada, mas não tão charmosa quanto a Rodeo Drive.
Ali bem próximo, na West 3rd Street, está um dos melhores restaurantes italianos de Los Angeles. Sem pompa nem estrela Michelin, mas com elegância, o Oste encanta pelas pinsas (uma espécie de pizza retangular, com massa mais leve) bem feitas, pelo atendimento simpático e pelo ambiente acolhedor.
Se a ideia for comer em um estrelado, o Osteria Mozza e o Gucci Osteria da Massimo Bottura atendem a esse desejo, não muito longe do Oste.
| The Grove: The Grove Drive, 189 Oste: West 3rd Street, 8142 Osteria Mozza: Melrose Avenue, 6602 Gucci Osteria da Massimo Bottura: North Rodeo Drive, 347 |

O clima mais agradável de Los Angeles faz com que as praias sejam mais movimentadas, seja para banhistas, para os skatistas ou para os artistas de rua que enchem o “calçadão”. Não se surpreenda se, caminhando por Venice Beach, você avistar um grupo de dança hip hop que viralizou no TikTok.
Reserve um dia praticamente inteiro para explorar a região da Marina del Rey à Santa Monica. Se tiver um tempo a mais, vale um pulinho na luxuosa Malibu, onde estão localizadas as residências de várias celebridades.
Prepare-se para uma certa decepção: o pier que ficou famoso pelas fotos é um tanto quanto “sem graça”, principalmente quando o dia está nublado.
Para compras, anote o nome dessas duas ruas: Abbott Kinney e Third Street Promenade. Na primeira, você encontra estabelecimentos mais descolados e não tão conhecidos pelo público brasileiro, incluindo lojas próprias da On Running e da Hoka; enquanto a segunda se assemelha mais à região da Union Square, em San Francisco, com marcas mais clássicas.
L.A. não é L.A. se você não assistir ao pôr-do-sol do topo do Griffith Observatory, cartão postal da cidade que vale, sim, todo o hype. Para otimizar o tempo de passeio, dá para tirar foto com o letreiro de Hollywood ao entardecer e depois seguir rumo ao observatório para assistir ao espetáculo.
Quem faz as vezes de MoMA em Los Angeles é o Museu de Arte do Condado de Los Angeles (LACMA, na sigla em inglês). Com uma pequena diferença que a obra de arte mais célebre está fora do museu: a gigante escultura Urban Light, de Chris Burden. Vá durante à noite para apreciar ainda mais.
| Museu de Arte do Condado de Los Angeles: Wilshire Boulevard, 5905 Griffith Observatory: East Observatory Road, 2800 |
Se, em San Francisco, o de Young Museum é o museu que impressiona pela arquitetura, aqui, este lugar é o Getty Center, um gigantesco complexo cultural onde você pode facilmente passar uma tarde inteira.
Ainda falando de arte, não dá para não fazer, ao menos, uma visita a um dos estúdios de cinema famosos da região. O da Warner Bros. e o da Paramount são boas pedidas, e é quase certeza que, durante o passeio, você vai esbarrar com alguma gravação acontecendo no set.
| Getty Center: Getty Center Drive, 1200 Warner Bros. Studios: Warner Boulevard, 3400 Paramount Studios: Melrose Avenue, 5515 |

San Francisco é a cidade para você que busca uma vibe mais cosmopolita, que prefere conhecer os pontos turísticos a pé, que gosta de parques e tem um apreço pela cultura urbana. Você provavelmente vai gostar de lá se gostou de Nova York.
Já Los Angeles é para você que busca descontração e mais calmaria, que prefere o conforto de ter um carro durante a viagem, que faz questão de conhecer as praias do Pacífico e que até pediria para tirar uma foto com um astro de Hollywood se topasse com algum na rua. Os apreciadores de Miami vão se sentir em casa por lá.
Em ambos os destinos, você vai encontrar uma ampla oferta gastronômica, uma cena artística interessante e hotéis de boa qualidade.
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