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Um ícone que atravessou décadas, Robert Redford foi um diretor premiado, ativista e fundou o maior festival de cinema independente do mundo
Robert Redford, um dos grandes nomes da história do cinema, morreu nesta terça-feira (16), aos 89 anos. O ator e cineasta surgiu em Hollywood como galã na virada dos anos 1960 para os 1970, mas ao longo das décadas mostrou ser muito mais que um rosto bonito na tela: ganhou o Oscar e muitos outros prêmios, foi ativista, fundou o Festival de Sundance e tornou-se referência mundial para o cinema independente.
Nascido em 1936, na Califórnia, Redford ganhou projeção internacional em Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969), ao lado de Paul Newman. Poucos anos depois, os dois repetiram a parceria em Golpe de Mestre (1973). O filme venceu o Oscar de Melhor Filme e consolidou o ator como astro do cinema.
Mas foi em Todos os Homens do Presidente (1976) que Redford deixou uma de suas marcas mais profundas. No papel do jornalista Bob Woodward, que ajudou a expor o escândalo Watergate, mostrou que podia ir além do romance e da aventura, interpretando um personagem ligado a um dos momentos mais turbulentos da política norte-americana e que culminou na renúncia do então presidente Richard Nixon.
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Nos anos 1980, Redford estreou como diretor. Logo em sua primeira experiência, Gente como a gente (1980), conquistou o Oscar de Melhor Diretor e o de Melhor Filme. Depois, comandou títulos como Nada é para sempre (1992), Quiz Show: A Verdade dos Bastidores (1994) e O Encantador de Cavalos (1998).
Em 2002, recebeu um Oscar honorário pelo conjunto da obra e pela contribuição ao cinema.
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Para além dos prêmios e produções hollywoodianas, Redford fundou em 1981 o Sundance Institute e, a partir dele, o Festival de Sundance.
O evento cresceu até se tornar a principal vitrine do cinema independente no mundo, revelando diretores e obras que dificilmente teriam espaço em Hollywood.
Fora das telas, o cineasta premiado também usou sua visibilidade para defender causas sociais e ambientais, apoiando iniciativas de preservação e debatendo mudanças climáticas antes do tema ganhar projeção global.
Nos últimos anos, o cineasta reduziu suas aparições no cinema, mas ainda marcou presença em O Velho e a Arma (2018) — anunciado por ele como o último papel principal — e em uma breve participação em Vingadores: Ultimato (2019).
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