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Descubra os destinos ideais para aposentados, combinando contato com a natureza, vida social, bem como vistos de residência descomplicados e custos de vida favoráveis
Clima agradável, conexão diária com a natureza e jeito sem pressa e descontraído de levar a vida. Assim é definido o melhor país para se aposentar em 2026 pelo The Annual Global Retirement Index, que concedeu o título à Grécia, entre 10 nações. E essa não é a primeira vez que o destino entra para o ranking, mas o ineditismo está na sua posição de liderança neste ano.
“Quando soube que a Grécia havia saltado da 7ª para a 1ª posição no Retirement Index deste ano, fiquei surpresa, a princípio. Não porque não merecesse o reconhecimento, mas porque parece estar fora do radar da maioria dos aspirantes a expatriados”, disse a correspondente Leena Horner da revista e plataforma International Living, que produz o ranking.
A lista, que está em sua 35ª edição, combina dados recentes com avaliações de uma rede de residentes correspondentes e expatriados em cada país analisado. A classificação dos destinos se dá de acordo com vários critérios como custo de vida, qualidade e acesso à saúde, preço e disponibilidade de moradia, clima, regras de visto e residência, além de facilidade de integração cultural e social.
A International Living cruza indicadores objetivos (como a questão dos custos e leis de permanência no país) com percepções práticas de quem vive no local. Assim, constrói o ranking final de países que oferecem, no conjunto, as melhores condições para a vivência internacional após a aposentadoria em 2026.
De acordo com Leena Horner, grande parte da Grécia tem mais de 300 dias de sol por ano. Em Corfu, uma cidade no noroeste, onde ela vive, os verões são quentes e úmidos, como em grande parte das Ilhas Jônicas, situadas na costa oeste do país.
“Mas o que mais me surpreendeu foi o quanto passei a amar o inverno”, relata. Isso porque o intenso movimento turístico diminui a partir de novembro. “Em dias frescos, com temperaturas em torno de 10°C, saio a pé, seguindo trilhas estreitas por entre olivais. O ar é puro e revigorante, e as montanhas nevadas da Albânia são visíveis à distância.”
Contato com a natureza e variedade de atmosferas é o que não falta. São 13 mil quilômetros de litoral, montanhas escarpadas, regiões vinícolas, grandes cidades como Atenas e Tessalônica e mais de 200 ilhas habitadas. “Onde quer que você more, o mar está a menos de 145 quilômetros. Cada região tem sua própria identidade”, diz Leena.
Já em relação à vida social e clima festivo, a correspondente destaca a Páscoa, que é o feriado mais importante do país. Na preparação para a Quaresma, elaboradas celebrações do Apókries (o “Carnaval” grego) “enchem as ruas com desfiles, foliões fantasiados e música”. O evento dura uma semana, com missas à luz de velas e procissões.
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Além disso, entre as atividades de socialização que Leena pratica junto de seu marido estão noite semanal de jogos de tabuleiro, aulas regulares de dança, bem como grupos de meditação.
Eles jogam ainda tênis de mesa e bilhar e vão a dois retiros de silêncio organizados pela comunidade todos os anos. No verão, a agenda social é repleta de concertos, oficinas de arte, entre outros eventos locais.
Leena afirma que o custo das despesas mensais que compartilha com o marido é de 2.900 a 3.000 euros (cerca de R$ 18.009 a R$ 18.635) por mês. Em relação à moradia, ela afirma que alugar uma casa de três quartos com vista para o mar custaria entre 800 e 1.000 euros (em torno de R$ 4.969 a R$ 6.211) mensalmente. Já para comprar, esse mesmo tipo de moradia ela afirma que é possível ver em anúncios por 400.000 euros (aproximadamente R$ 2,4 milhões).
Em relação à alimentação ela diz que eles jantam fora pelo menos duas vezes por semana sem nos preocuparmos com o orçamento. Um jantar para dois com vinho geralmente custa entre 30 e 50 euros (em torno de R$ 186 a R$ 311). No que diz respeito ao deslocamento, Leena relata que a gasolina é mais cara na Grécia, cerca de 75 euros (cerca de R$ 466) o tanque.

O sistema de saúde privado “tem sido consistentemente bom”, diz. O valor mensal pago é de 250 euros (em torno de R$ 1.553) por mês pelo seguro privado para dois, “principalmente cobertura para casos graves com uma franquia de 2.500 euros (cerca de R$ 15.529). Para a maioria dos cuidados de rotina, o preço pago por eles de forma particular não passa de 1.000 euros (aproximadamente R$ 6.211) por ano.
“Geralmente é possível conseguir uma consulta em até uma semana. Além disso, elas são tranquilas e os médicos dedicam tempo para conhecer você. A maioria deles aqui também possui um bom domínio do inglês”, afirma.
No que tange ao visto de residência, ela explica que aposentados geralmente solicitam a autorização de “Pessoa Financeiramente Independente” (na tradução livre do inglês). Já os compradores de imóveis normalmente buscam o Golden Visa.
Trata-se de um programa de residência por investimento: cidadãos de fora da União Europeia podem obter uma autorização de residência grega de cinco anos, renovável, ao fazer um investimento mínimo em imóveis ou outros ativos concedidos no país. Hoje, esse valor varia por região e tipo de imóvel, mas segue um dos tickets mais baixos da UE nesse tipo de programa, de acordo com a consultoria Lincoln Global Partners.
Trabalhadores remotos têm a opção do Visto de Nômade Digital. Não é necessário possuir um imóvel para morar na Grécia, “mas muitos optam por fazê-lo porque o processo do Golden Visa é relativamente descomplicado e oferece muitos benefícios, incluindo acesso sem visto à maior parte da Europa”, acrescenta.
Entre os 10 países listados, os latinos aparecem mais acima nas colocações. Em 2º lugar, por exemplo, está o Panamá, que também foi eleito neste ano como o melhor lugar para se viver como estrangeiro, segundo o Expat Insider 2025.
Além de ser descrito como um local fácil de fazer amigos, a correspondente Jess Ramesch destaca que o principal diferencial do país é o Programa de Pensionados (um visto de aposentado).
Esse sistema, afirma, é considerado um dos mais simples e vantajosos do mundo para aposentados estrangeiros. Por meio dele, quem se aposenta e vira residente no país ganha uma série de descontos garantidos em lei, que economizam muito o custo de vida.

Já em 3º, está a Costa Rica. A correspondente Jess Ramesch afirma que lá a vida desacelera e a natureza a lembra “de respirar todas as manhãs”. Por fim, em 5º lugar, o México completa o grupo de representantes latinos no ranking.
“Com seu estilo de vida mais saudável, cultura vibrante, assistência médica acessível e grande comunidade de expatriados, o México sempre será um dos melhores lugares para se viver”, diz a correspondente Bel Woodhouse.
Confira, a seguir, a lista completa dos 10 melhores países para se aposentar em 2026, segundo o The Annual Global Retirement Index.
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