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James Cameron se torna o quinto cineasta mais rico do mundo; confira as principais conquistas do diretor
Depois de quatro décadas fazendo história no cinema, com longas como O Exterminador do Futuro (1984), Titanic (1997) e Avatar (2009), o cineasta canadense James Cameron se tornou o mais novo bilionário de Hollywood.
Juntos, os filmes do diretor arrecadaram quase US$ 9 bilhões nas bilheterias globais. A fatia desses ganhos destinada ao cineasta forma a base da sua fortuna, avaliada atualmente pela Forbes em US$ 1,1 bilhão (o equivalente a R$ 5,8 bilhões). Dessa forma, Cameron entra na lista dos cinco diretores que alcançaram um patrimônio bilionário.

Sócrates dizia que “é melhor fazer pouco e bem, do que muito e mal” — e James Cameron é a prova disso. Com 41 anos de carreira, a sua filmografia reúne apenas seis documentários, quatro séries e nove filmes.
O Exterminador do Futuro (1984), estrelado por Arnold Schwarzenegger, foi seu primeiro grande sucessor como diretor e roteirista. Para se ter uma ideia, o filme, que teve um orçamento de US$ 6,4 milhões, arrecadou US$ 78 milhões mundialmente – e se tornou uma franquia que já soma mais de US$ 2 bilhões em bilheteria.

Aliens (1989) também emplacou: faturou US$ 131 milhões, com um custo aproximado de US$ 18 milhões.
Em O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final (1991), Cameron fez história ao ser o produtor e diretor do filme mais caro já feito em Hollywood.
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Com um custo acima de US$ 90 milhões, o longa arrecadou mais de US$ 500 milhões — e garantiu a Cameron um salário de US$ 6 milhões, além de um contrato de US$ 500 milhões com a Fox para financiar novos projetos de sua produtora, a Lightstorm Entertainment.
Sucesso absoluto. Com um custo de US$ 200 milhões, o longa passou a ser o mais caro já produzido na história. Mas o investimento valeu a pena, tornando-se o filme de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 1.8 bilhão arrecadados e mais de 58 milhões em vendas de fitas VHS.
E não parou por aí: a obra ganhou onze Oscars, sendo Cameron premiado com 3 estatuetas: Melhor Diretor, Melhor Filme (como produtor) e Melhor Montagem.
Com Avatar (2009), o cineasta (mais uma vez) fez história: não só foi o filme mais caro a ser feito até o momento, custando cerca de US$ 237 milhões, como bateu o recorde de maior bilheteria do cinema com mais de US$ 2,9 bilhões arrecadados mundialmente.
O longa de ficção foi pioneiro na tecnologia 3D e simulcam, isto é, que possibilita visualizar personagens digitais renderizados em tempo real dentro dos ambientes virtuais durante as filmagens. Não à toa, Avatar levou mais de uma década para sair do papel.
Após décadas no topo, o cineasta voltou a elevar o patamar do cinema. Depois de ter duas sequências de Avatar aprovadas, ele passou quase dez anos desenvolvendo novas tecnologias de filmagem subaquática para Avatar: O Caminho da Água (2022).
O esforço, mais uma vez, foi recompensado: o filme arrecadou cerca de US$ 2,3 bilhões mundialmente, e entrou para o pódio como a terceira maior bilheteria da história, ficando atrás apenas de Vingadores: Ultimato (2019) e do primeiro Avatar.

Aos 71 anos de idade, James Cameron não pretende parar por aqui — e deve ficar ainda mais rico.
Com o lançamento de Avatar: Fogo e Cinzas, que estreia nesta quinta-feira (18) no Brasil, a Forbes estima que o diretor pode embolsar um montante bruto ao menos US$ 200 milhões, se o filme repetir o desempenho esperado.
Tudo depende dos números. A intenção de James Cameron é avançar com Avatar 4 e Avatar 5, previstos para 2029 e 2031, mas a confirmação final está condicionada ao desempenho do próximo filme, com a possibilidade de encerrar a franquia.
Reconhecido pelo perfeccionismo extremo, o diretor entregou resultados impressionantes na maior parte de sua carreira. Ainda assim, como sempre, o veredito caberá ao público, e o próximo capítulo de Avatar será decidido nas bilheterias.
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