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O destino é descrito pelo guia ‘Best in Travel 2026’, da editora Lonely Planet, como “ideal para um cruzamento de cultura e gastronomia”
Que São Paulo é um pedacinho do Japão, ninguém duvida. Na verdade, o território brasileiro tem a maior comunidade japonesa fora da ilha. Emblema da diáspora, o bairro paulistano da Liberdade agora ganhou destaque global, figurando no guia anual de viagens Best in Travel 2026, da editora Lonely Planet, como “ideal para um cruzamento de cultura e gastronomia”. O compilado reúne os melhores 25 destinos e 25 experiências recomendados para o próximo ano.
Lançada anualmente no formato de livro físico, a lista é resultado de um processo editorial colaborativo de editores, autores e colaboradores da Lonely Planet localizados em diversos países. Como aponta a TravMedia, a inclusão de um destino no guia reflete uma experiência pessoal ou recomendação direta dos membros desta equipe. A seleção é feita por critérios de diversidade geográfica, inovação em turismo sustentável, relevância cultural e contemporânea.
Entre os destinos do guia, o bairro da Liberdade está entre os favoritos de Nitya Chambers, editora executiva e vice-presidente sênior de conteúdo da Lonely Planet. Ao menos é o que a executiva afirmou à CNN: “2 milhões [de habitantes brasileiros] afirmam ter ligação com a ascendência japonesa no Brasil”, diz ela.
“A Liberdade estava realmente cheia de surpresas. A arte de rua inspirada em animes, o jardim oriental… dizem que tem o melhor lámen fora de Tóquio, embora eu tenha certeza de que isso é sempre um debate acalorado”, brinca.
Em meio à rica atmosfera cultural da Liberdade, o Jardim Oriental, localizado no coração do bairro, é um dos destaques feitos pela Lonely Planet. O pequeno jardim japonês com carpas coloridas, bambuzais e árvores ornamentais, além de pequenas pontes de madeira, foi inaugurado em 1974. Sua criação, segundo a Prefeitura de São Paulo, foi parte do movimento de revitalização da região promovido pela Associação Cultural e Assistencial da Liberdade (Acal), que até hoje cuida da sua manutenção.
A coleção de arte e relíquias budistas chinesas que fica dentro do Templo Lohan, por sua vez, também recebeu destaque pela editora. Esculturas, manuscritos, pinturas e objetos rituais vindos de diversos mosteiros da China e das escolas Shaolin Chan fazem parte da seleção de objetos. Parte dessas peças, de acordo com o site do Templo, foi trazida por mestres que vieram ao Brasil a convite da comunidade budista e hoje são preservadas como acervo cultural e espiritual.
O Museu Histórico da Imigração Japonesa, é claro, não ficou de fora. A instituição é o maior acervo do tipo fora do Japão. Além disso, representa o principal centro de preservação da memória da imigração nipo-brasileira, segundo a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social. O museu fica localizado nos 7º, 8º e 9º andares do prédio do Bunkyo, sede da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social.

A editora aponta ainda a arte de rua inspirada em animes que atrai fãs da cultura pop. O Mural do Mangá, na Rua Américo de Campos; o grafite de Akira Kurosawa, na Rua Galvão Bueno; bem como os murais assinados por Hana Lucatelli e Yuri Ezreal, são apenas alguns exemplos.
Entre as opções para saborear no bairro, a Lonely Planet destaca a Feira da Liberdade. Lá, é possível provar comida de rua que inclui pratos queridinhos japoneses, coreanos e chineses, mas também brasileiros. Os visitantes podem ainda adquirir peças de artesanato e souvenirs.

Além disso, a marca não deixa de mencionar o ramen do Lamen Kazuou, tradicional restaurante da Liberdade, especializado em lámens autênticos. O preparo dos pratos se dá com ingredientes importados japoneses diretamente do Japão, segundo a Viagem & Turismo, e técnicas tradicionais da província de Chiba. O lámen da casa, de acordo com o veículo, tem caldo encorpado e sabor equilibrado.
Também ganha registro pela editora o restaurante tradicional taiwanês Laomazi. O estabelecimento serve comida caseira do Sudeste Asiático, com forte influência da culinária taiwanesa, chinesa, malaia e singapurense. Entre as opções, estão a linguiça taiwanesa, defumada e levemente adocicada; o guioza grelhado artesanal e yakisoba e yakimeshi com curry malaio.
A editora não deixa de fora os supermercados, para aqueles que gostam de explorar a cultura por meio dos snacks das prateleiras. Como a jornalista Jamie Ditaronto, da Lonely Planet, “os corredores estão cheios de salgadinhos importados e combinações raras de ingredientes brasileiros clássicos, doces japoneses e salgadinhos”.
Outras indicações dentre as melhores experiências para se ter em 2026 são, por exemplo, dormir em um vagão no Parque Nacional Kruger na África do Sul e procurar elefantes no deserto da Namíbia.
Já na América do Norte, especificamente nos Estados Unidos, a revista inclui um passeio a cavalo coletivo que celebra a cultura afro-americana na Louisiana, bem como rafting no rio Colorado em meio ao Grand Canyon. Além disso, uma exploração pela região vinícola localizada no Oeste do Oregon, Willamette Wine Country ou pelo Parque Nacional dos Vulcões, no Havaí.
Na América do Sul, as experiências incluem cavalgar nas montanhas dos Andes equatorianos; aproveitar a Festa de Spicemas, em Granada, no Caribe; assistir a uma partida de futebol das mulheres indígenas aimarás Cholitas, na Bolívia. Além disso, a Lonely Planet indica observar as onças nos pântanos na região de Iberá, na Argentina.
Na Europa, a editora indica visitar a casa da arquiteta Eileen Gray, no Sul da França; assistir a um jogo da Premier League, ou mergulhar na arte de rua Bristol, na Inglaterra. O veículo também recomenda observar baleias, no arquipélago de Açores, em Portugal; além de experimentar a vida noturna da cidade de Belgrado, na Sérvia.
Na Ásia, as indicações são fazer um acampamento selvagem no Tajiquistão, um tour gastronômico em Old Dubai, nos Emirados Árabes Unidos; ou passar uma noite em uma hospedaria tradicional japonesa ryokan. Há também a opção de fazer um cruzeiro no Rio Mekong, pelo Vietnã e Camboja, bem como outro tour gastronômico em Kerala, na Índia. Ver as paisagens das Ilhas Batanes, nas Filipinas, também é um destaque.
Por fim, na Oceania, a editora indica fazer o percurso turístico que liga diferentes fontes termais no estado de Vitória, na Austrália, bem como a cena gastronômica de Melbourne. Observar as estrelas na região de Wairarapa, na Nova Zelândia, também está na lista.
Além do bairro da Liberdade, em São Paulo, na América do Sul, entraram na lista as cidades como Cartagena, na Colômbia; Quetzaltenango, na Guatemala. Já no Caribe, figurou a ilha Barbados. Entre os destinos da América do Norte, alguns exemplos são o estado de Maine e a província de Colúmbia Britânica, no Canadá.
Já na Europa, receberam destaque locais como o condado de Tipperary, na Irlanda; e a cidades de Utrecht, na Holanda. Na África, por sua vez, Botsuana é um dos destinos indicados. Na Ásia, estão no guia cidades como a de Phuket, na Tailândia; e Quy Nhon, no Vietnã; Na Oceania, por fim, entre os destaques está a Cordilheira Ikara-Flinders e a região do Outback, na Austrália.
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