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Novo relatório do Ticketmaster aponta como festivais de música têm captado o público familiar em busca de aproximação; ao Seu Dinheiro, produtores brasileiros refletem sobre medidas para ampliar oferta a famílias
Você não gosta de Chappell Roan, mas sua filha gosta. E hoje em dia está tudo bem – ao menos de acordo com o Ticketmaster, que divulgou recentemente os dados de seu State of Play: Festivals 2025, um relatório de tendências sobre os festivais de música atualmente. Dessa vez, entre os resultados, chamou atenção o dado que aponta para os grandes eventos como cenários cada vez mais familiares.
"Festivais são o novo feriado em família, o novo retiro de fim de semana, um lugar que as pessoas vão para se conectar", aponta Sarah Slater, VP e música e festivais do Ticketmaster britânico.
Se, por anos, o rompimento geracional musical foi lido como algo natural, hoje ele se abre como possibilidade de aproximação entre pais e filhos. Ganha quem aproveitar o máximo em eventos como o Doce Maravilha, que coloca Zeca Pagodinho com Melly no line-up, por exemplo. Ou o The Town, que neste fim de semana reúne em São Paulo ícones de diferentes gerações como Lionel Ritchie e Luísa Sonza. Você já ouviu Duquesa hoje?
Conduzida no último mês de julho no Reino Unido, a pesquisa ouviu 2 mil adultos que frequentaram pelo menos um festival nos últimos cinco anos. E um dos principais insights foi a visão dos festivais como eventos de integração familiar.
Nas respostas, 51% dos consultados dizem já ter frequentado festivais com parentes, incluindo os mais jovens (23%), mais velhos (13%) ou os dois casos (15%).
Já para 73% dos pais que responderam à enquete, festivais de música representam uma alternativa melhor que feriados para introduzir as crianças a novas culturas. 67% dizem que os eventos geram boas memórias familiares, enquanto 43% os enxergam como substitutos de programas de férias.
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Um dos destaques para 57% dos pais é a oportunidade de ver os filhos aproveitando música ao vivo pela primeira vez. Em 50% dos casos, o atrativo é descobrir novas canções juntos.
Do ponto de vista dos produtores, a notícia chega como oportunidade. Isso porque vários deles já promovem iniciativas voltadas à construção de um ambiente familiar.
Caso, por exemplo, do Doce Maravilha, que acontece no Rio de Janeiro. Em sua próxima edição, que se estende de 26 a 28 de outubro no Jockey Club, o evento repete, tanto em line-up, quanto em estrutura, a abertura a pais que chegam acompanhados dos filhos.
"O Doce Maravilha é um festival diurno e em local aberto, o que atrai muitas famílias para curtir do começo ao fim com a gente", diz Luiz Guilherme Niemeyer, sócio da Bonus Track, que realiza o festival. "Em todas as edições, tivemos um line-up diverso, com shows que agradam fãs de todas as idades – este ano há a estreia de Adriana Calcanhotto com Partimpim em: O Quarto no Palco, mas também tributos a Raul Seixas e Erasmo Carlos, além do encontro de Ney Matogrosso e Marisa Monte."
Foi pensando no público familiar, aliás, que o festival mineiro Sarará criou o Palco Paredão, com destaque para trap e funk que são febre na geração Z. Mais além, o evento se estende no próximo ano com o Sararazinho, um festival próprio, pensado como um espaço lúdico e aberto para crianças.
"Embora o Sarará já receba pessoas de todas as idades, ainda não contamos com uma estrutura 100% preparada para os pequenos, e o Sararazinho vem justamente para preencher essa lacuna, garantindo acolhimento e experiências seguras e divertidas para todas as idades", diz Bell Magalhães, diretora executiva do evento. Marcado para 24 de maio de 2026 em Belo Horizonte, o Sararazinho ocorre um dia após o Sarará, em 23 de maio.

A abertura de novos espaços, aliás, foi sucesso no Coala na edição 2025, realizado no último fim de semana em São Paulo. De um lado, nomes como Cidade Negra e Caetano Veloso dividiam o palco com Josyara e Marina Sena, por exemplo. De outro, o público familiar tinha a oportunidade de se acomodar com os filhos em um espaço próprio.
Mesinhas, pufes, materiais de pintura e o apoio de alimentação com marcas de snacks ficaram disponíveis a quem optou por conferir os shows com os pequenos.
"Por ser um festival seguro e familiar, o Coala Festival se tornou um lugar especial para que muitas crianças tenham seu primeiro contato com a música brasileira. Sempre acreditamos no poder da música como elo entre gerações, e é emocionante ver esse encontro acontecer dentro do festival", disse Thiago Custódio, head of business do Coala Festival.
Para além da presença massiva de famílias, o report do Ticketmaster ainda contemplou outros insights sobre o público de festivais e eventos ao vivo. Notadamente, o de um público que vai sozinho aos eventos.
No relatório, 29% dos consultados afirmam já ter ido sem companhia a um dia de festival. 20% já compareceram sozinhos a um fim de semana de festival. Já 18% consideram ir desacompanhados a um evento do tipo.
Outro dado diz que 67% do público afirma que as práticas sustentáveis de um evento são importantes na hora da escolha do evento. Já para 77% a redução de resíduos dos festivais é um desejo, enquanto 66% anseiam por opções de transporte de baixo carbono.
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