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O lugar mais buscado para a temporada de meio de ano não é nenhuma praia paradisíaca, nem uma capital europeia, diz estudo da Mastercard

A temporada de meio de ano, entre os meses de junho e agosto, é um terreno fértil para os turistas. Enquanto os gringos do Hemisfério Norte aproveitam as temperaturas mais amigáveis do verão, os brasileiros têm a sazonalidade das férias escolares, que sempre deixam os aeroportos mais cheios e movimentam a indústria turística.
Um estudo da Mastercard, analisando os dados de tráfego aéreo mundial, mostrou que o lugar mais buscado para as “férias de julho” de 2025 não é nenhuma praia paradisíaca nem uma capital europeia.
Na verdade, todo o “hype” do Japão se confirma pelos dados: a cidade mais buscada para as férias de julho de 2025 é Tóquio, que também foi a metrópole mais visitada do mundo no ano passado.
Claro que as praias e as cidades clássicas da Europa não ficaram totalmente de fora do ranking, mas é curioso notar que elas foram “desbancadas” do topo.
Na pesquisa, o Brasil também teve o próprio representante: o Rio de Janeiro está entre as cidades mais desejadas por quem vai viajar no meio do ano.
| 1) Tóquio, Japão 2) Osaka, Japão 3) Paris, França 4) Xangai, China 5) Palma de Maiorca, Espanha 6) Seul, Coreia do Sul 7) Pequim, China 8) Madrid, Espanha 9) Rio de Janeiro, Brasil 10) Singapura, Singapura 11) Nha Trang, Vietnã 12) Reykjavik, Islândia 13) Fukuoka, Japão 14) Hurghada, Egito 15) Sharm El-Sheikh, Egito |
Os autores do estudo citam que os custos da viagem, especialmente diante de um cenário econômico conturbado, ajudam a explicar a popularidade de alguns destinos na região Ásia-Pacífico.
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Afinal, o aumento do turismo no Japão é, em parte, explicado pela desvalorização do iene.
Além disso, o “apelo” das cidades de praia, especialmente para o verão, também tem o seu valor.
As mudanças no ambiente econômico e político também podem afetar as preferências dos viajantes. Prova disso é a redução de turistas canadenses e europeus rumo aos Estados Unidos, após a eleição de Donald Trump.
Por outro lado, a força do dólar americano fez com que muitos estadunidenses aumentassem o número de viagens internacionais, partindo rumo a lugares como Cancún e Roma.
Por fim, reformas recentes na Arábia Saudita, que busca reduzir a importância do petróleo na economia, também deixaram as cidades mais amigáveis aos turistas estrangeiros.
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