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Netflix anunciou produção sobre ascensão e queda da segunda maior corretora de criptomoedas do mundo
A quebra da FTX, segunda maior corretora de criptomoedas do mundo, em 2022, certamente deve ter despertado a muita gente a sensação de que "essa história daria um filme". Um filme ela ainda não virou, mas série ela vai virar, e pelas mãos da Netflix: a plataforma de streaming anunciou na quinta-feira (29) a produção de Os Altruístas.
Ainda sem data de estreia oficial, a produção se dedicará a contar a história de ascensão e queda a FTX, que anunciou falência em 2022, e seu fundador, Sam Bankman-Fried. Considerado um dos maiores colapsos do mercado financeiro, o caso gerou prejuízo bilionário a milhares de investidores..
A sinopse oficial da série, divulgada no perfil da Netflix nas redes sociais, a descreve como apresentando "dois jovens idealistas hiperinteligentes e ambiciosos que tentaram refazer o sistema financeiro global em um piscar de olhos – e então são seduzidos, persuadidos e provocados a roubar US$ 8 bilhões"
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Até o momento não se sabe muito sobre a série, exceto pelo elenco principal, o ator norte-irlandês Anthony Boyle, que interpretará Sam Bankman-Fried, e a atriz americana Julia Garner, que interpretará Caroline Ellison, a parceira de negócios (e eventualmente pessoal) de Bankman-Fried.
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Os Altruístas vai ser produzida pela Higher Ground, empresa do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e de sua esposa, Michelle Obama. A série ainda não tem data de estreia.
A FTX entrou com pedido de falência em 2022, após uma corrida por saques revelar a falta de US$ 8 bilhões em fundos de clientes.
Fundada em 2019, a FTX era um caso de sucesso no mercado cripto, competindo com grandes nomes do setor, como Coinbase, Binance e Kraken. A exchange chegou a estar entre as cinco maiores em volume negociado e não era difícil vê-la chegar ao top 3.
Mas uma reportagem do Coindesk da época acusava a corretora de usar os fundos dos clientes em operações alavancadas na Alameda Research, o segmento de investimentos de alto risco (venture capital) do grupo FTX, então liderado por Sam Bankman-Fried, o SBF. A essa época, Caroline Ellison era a CEO da Alameda Research.
A partir daí, houve uma série de questionamentos sobre as contas da corretora ao longo dos dias anteriores à falência. À época, estimava-se que a dívida da FTX girava em torno de US$ 9 bilhões.
Bankman-Fried acabaria condenado em novembro de 2023 por acusações de fraude e conspiração.
A promotoria responsável pelo caso sugeriu pena de prisão perpétua com base na gravidade dos crimes, com um máximo possível de aproximadamente 110 anos. A sentença, anunciada em março de 2024, foi de 25 anos de prisão.
Já Ellison serviu como testemunha de acusação após declarar-se culpada de outras acusações.
Vale destacar que o juiz responsável pela sentença foi o veterano Lewis A. Kaplan — ele já foi encarregado de julgar um processo na esfera civil contra o então ex-presidente Donald Trump que, também enfrentava problemas com a justiça novaiorquina à época.
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