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Preparado pelo “Maestro” Salvatore Calabrese, coquetel leiloado essa segunda-feira (7) por 37.500 euros celebra os 260 anos da capa de cristais Baccarat
O coquetel mais caro do mundo foi leiloado essa semana em Dubai. Preparado pelo icônico mixologista Salvatore Calabrese, o Maestro, o drink foi arrematado por 37.500 euros, ou R$ 242 mil na cotação atual.
O drink foi feito em homenagem aos 260 anos da casa francesa de cristais Baccarat, em uma celebração que aconteceu no bar e restaurante Nahaté.
Por lá, Calabrese criou a receita exclusiva, que combina um blend exclusivo de três tequilas Patrón "excepcionalmente envelhecidas", com um licor Kina Lillet de 1950 e bitters Angostura da década de 1930.
O blend de tequila, aliás, foi criado especialmente para a ocasião pelo mestre destilador da Patrón, David Rodriguez, que nomeou a mistura como Nahaté, em homenagem ao bar.
O coquetel foi servido em duas raríssimas taças Baccarat Service Leczinska, as duas únicas remanescentes do set exclusivo de 1937, feito em homenagem à rainha Marie Leszczyńska, mulher de Luís XV da França – foi o próprio Luís XV que autorizou a casa francesa a estabelecer sua manufatura em 1764.

No leilão, o drink acabou arrematado por expressivos 37.500 euros, em um lote que ainda incluiu a garrafa do blend exclusivo de Patrón e o set com as raríssimas taças Baccarat de 1937.
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Com o valor, equivalente ao de um Volkswagen Jetta GLI 2024 zero-km no Brasil, o drink supera o antigo coquetel mais caro do mundo, vendido por 15.940 libras (cerca de R$ 103 mil) em Tóquio, no Japão.
Confira abaixo os top 5 drinks mais caros do mundo, segundo o The Drink Business.
Criado por Salvatore Calabrese, leva um blend de três tequilas excepcionais da Patrón com Kina Lillet de 1950 e bitter Angostura dos anos 1930, servido em um set de raríssimas taças Baccarat para comemorar os 260 anos da casa francesa de cristais.
Drink inspirado no filme da série de James Bond e feito com vodca Absolut Elyx e limão. Servido com diamante de um quilate no fundo da taça, ele acompanhou a performance ao vivo de uma banda tocando "Diamonds Are Forever" ao lado da mesa.
Um martini de mezcal com tomates heirloom defumados, servido com gelo de tutano e acompanhado por um colar de diamantes 9 quilates.
Empatados na quarta posição, estes drinks de Las Vegas e Nova York, convertidos, saem a R$ 58 mil cada.
Em Vegas, o coquetel leva 1981 Charles Heidsieck Champagne Charlie e conhaque Louis XIII de Remy Martin Black Pearl com extrato búlgaro de rosas Sence Néctar, purê de pêssegos e suco de laranja fresco. Ele é servido com um colar de ouro 18 quilates com pérola negra do Taiti e abotoaduras de ouro e couro da Montblanc.
Já de Nova York vem o item menos impressionante da lista, um martini com qualquer receita desejada acompanhado de um diamante do tamanho e claridade desejados – tudo solicitado com 72 horas de antecedência e mediante uma consulta obrigatória com o joalheiro chefe do hotel.
Esse é o único item da lista sem acompanhamento de uma joia. O destaque aqui é outro: também criado por Salvatore Calabrese, esse coquetel carrega 730 anos de história somados entre seus quatro ingredientes. Sua base leva um conhaque Clos de Griffier Vieux de 1788 e licor Kummel de 1770, com licor de laranja Dubb creditado a 1860 e Angostura da década de 1930.
*Com informações de The Spirits Business, The Drinks Business e Quatro Rodas.
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