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No 12º lugar, os Estados Unidos ficam de fora das dez primeiras colocações pela primeira vez na história do índice Henley Passport Index
Ter que obter visto para entrar em algum país é uma burocracia desejável de evitar. Embora os brasileiros precisem do documento se quiserem acessar um destino popular como os Estados Unidos, em uma perspectiva global, o passaporte do Brasil não fica muito para trás quando se trata de permissão para entrada em territórios internacionais sem visto prévio.
É exatamente isso que mede o Henley Passport Index, da Henley & Partners. Na edição mais atualizada do índice de 2025, divulgada ontem (14), o passaporte brasileiro ocupa a 19ª posição como o mais poderoso do mundo. Já os Estados Unidos, pela primeira vez, saem do top 10 do ranking criado em 2006.
Embora seja uma lista anual, desde 2023 o Henley Passport Index passou a ter atualizações trimestrais que seguem mudanças nas políticas de vistos e acordos diplomáticos entre países.
“O declínio da força do passaporte americano na última década é mais do que apenas uma reformulação nos rankings — sinaliza uma mudança fundamental na mobilidade global e na dinâmica do soft power. Nações que abraçam a abertura e a cooperação estão avançando rapidamente, enquanto aquelas que se baseiam em privilégios do passado estão sendo deixadas para trás", disse Christian H. Kaelin, presidente da Henley & Partners e criador do índice em comunicado oficial.
O índice compara 199 passaportes em termos de acesso sem visto a 227 destinos. Se não for necessário visto, uma pontuação com valor igual a 1 é criada para o documento. O mesmo se aplica caso seja preciso obter um visto na chegada (VOA), uma autorização de visitante ou uma autorização eletrônica de viagem (ETA) a fim de ao entrar no destino.
Quando um visto é requerido ou o titular do passaporte tiver que obter um documento eletrônico aprovado pelo governo (e-Visa) antes da partida, uma pontuação com valor igual a 0 é atribuída. É válida a mesma regra caso seja preciso obter solicitação prévia do governo antes da viagem, mesmo que o visto seja concedido apenas na chegada ao destino.
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A pontuação total de cada passaporte é igual ao número de destinos para os quais não é necessário obter visto (valor = 1).
Na última atualização do índice de 2025, o passaporte brasileiro ficou na 19ª colocação do Henley Passport Index, com acesso a 169 destinos sem precisar de visto. Com base no total de passaportes da lista, não é nada mal.
No entanto, houve uma leve queda de três posições em comparação à versão do índice divulgada em julho deste ano, quando esteve no 16º lugar, sendo aceito em 171 territórios sem a requisição do documento. Já em 2024, o país fechou o ano na 17ª posição, também com acesso a 171 destinos sem visto.

Uma mudança que ocorreu em setembro de 2025, por exemplo, foi a transição implementada pelo México na requisição de visto eletrônico (e-Visa) para brasileiros ao invés do visto físico. No entanto, é necessária a aprovação prévia do governo mexicano antes da viagem. Segundo a Panrotas, o ajuste impacta o ranking do Henley Passport Index porque o e-Visa só soma ponto se a sua emissão for automática. Isto é, sem a necessidade de análise governamental antes da viagem.
Desde a criação do ranking, a colocação mais baixa do Brasil foi 28ª, em 2010. A melhor foi a 16ª, em 2018, e na atualização do terceiro trimestre de 2025.
O grande furo desta última atualização do Henley Passport Index foi a saída dos Estados Unidos, pela primeira vez, do top 10. O país ficou no 12º lugar.
Como aponta a Henley & Partners, a perda do acesso dos norte-americanos ao Brasil sem a exigência de visto, que entrou em vigor em abril deste ano devido à falta de reciprocidade, marcou o início de sua queda. A exclusão do país da lista de destinos isentos de visto da China, que está em rápida expansão, também contribuiu para o resultado.
Além disso, desde agosto deste ano, a Papua-Nova Guiné passou a exigir e-Visa com aprovação prévia , eliminando a categoria de “visto na chegada” para americanos. Já o país no sul da Ásia, Mianmar, retirou os EUA da lista de países elegíveis para solicitação eletrônica automática, passando a requisitar visto tradicional em alguns casos.

Mais recentemente, o lançamento de um novo sistema de autorização eletrônica pela Somália e a decisão do Vietnã de excluir os Estados Unidos de suas mais recentes adições de isenção de visto “deram o golpe final”, como aponta a empresa, tirando o país do top 10.
No índice divulgado em julho de 2025, os Estados Unidos ficaram na 10ª posição, com acesso sem visto ou “visto na chegada” a 182 destinos. Em 2024 , o país também esteve na 10ª colocação, com entrada livre em 184 territórios.
Em 1º lugar, como passaporte mais poderoso do mundo está Singapura, com acesso livre a 193 destinos. Na 2ª colocação ficou a Coréia do Sul, tendo isenção de visto a 190 territórios. Na 3ª, está o Japão, com passaporte aceito sem restrições em 189 localizações.

Empatados em 4º lugar, com acesso sem visto a 188 destinos estão Alemanha, Itália, Luxemburgo, Espanha e Suíça.
Já na 5º colocação (187), o empate ficou entre Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda e Holanda. Em 6º lugar (186), ficaram empatados Grécia, Hungria, Nova Zelândia, Noruega, Portugal e Suécia.
Mais pro fim do top 10, na 7ª posição (185), os colocados foram Malta, Polônia e Croácia. Já no 8º lugar (184) estão Eslováquia, Eslovênia, Emirados Árabes e Reino Unido.
A 9ª colocação (183) ficou com o Canadá e no top 10 (182) empataram a Letônia e o principado de língua alemã Liechtenstein.
Como mencionado anteriormente, nesta última atualização do índice, no grupo do top 20 ficaram tanto o Brasil, em 19º lugar, quanto os Estados Unidos, na 12ª posição.
Na 11ª colocação, com acesso livre a 181 destinos estão a Islândia e a Lituânia. Já na 12ª posição (180), empatada com os EUA, figura a Malásia. A Romênia, por sua vez, ocupou o 13º lugar, tendo passaporte aceito sem visto em 179 territórios. Na 14ª posição (178), o empate ficou entre Bulgária e Chipre.

Na 15ª colocação, encontra-se Mônaco, com acesso irrestrito a 177 destinos. Já em 16º lugar (175), está o Chile, como o país da América do Sul com o passaporte mais poderoso. A 17ª (171) e a 18ª (170) posições foram ocupadas, respectivamente, pela Andorra e por Hong Kong.
Em 19º lugar (169), empatados com o Brasil, encontram-se a Argentina e o país independente europeu São Marino. Por fim, Israel (165) completa o top 20.
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