O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No primeiro dia na Casa Branca, Trump assinou 26 decretos, abrangendo temas como imigração, energia, regulações e até questões sociais — e mais está por vir, mas em doses homeopáticas
Dizem que promessa é dívida, mas será que todas as dívidas precisam realmente ser pagas? Se estivermos falando de Donald Trump, a resposta talvez seja não. O republicano se comprometeu a impor tarifas pesadas sobre a China e elas não vieram — pelo menos ainda — o que trouxe alívio aos mercados. Agora, os investidores querem saber o que pode vir por aí.
No primeiro dia na Casa Branca, Trump assinou 26 decretos, abrangendo temas como imigração, energia, regulações e até questões sociais — um movimento inicial que demonstrou a intenção do novo presidente de implementar rapidamente as promessas feitas durante a campanha, diferenciando-se da abordagem mais gradual que caracterizou seu primeiro mandato.
Para Iana Ferrão, Luiza Paparounis, Francisco Lopes e Pedro Oliveira, analistas do BTG Pactual, no entanto, o tom agressivo em relação aos temas migratórios, mas o posicionamento mais cauteloso quanto às tarifas, mostra quais são as prioridades de Trump neste primeiro momento.
Quando Trump assinou um memorando autorizando as agências federais a investigarem as relações comerciais dos EUA com outros países, o mercado respirou aliviado: as bolsas subiram e o dólar caiu na esperança de que a Casa Branca pegaria mais leve na política comercial.
Apesar disso, os investidores ainda não respiram aliviados: as tarifas sobre a China não vieram até o momento, mas o novo presidente norte-americano assinou um decreto que autoriza a imposição de taxas de 25% sobre México e Canadá a partir de 1 de fevereiro.
“Esperamos que Trump ainda anuncie tarifas direcionadas aos países com os maiores déficits comerciais com os EUA, concentradas em setores e produtos estratégicos”, dizem os analistas do BTG.
Leia Também
A aposta do banco é que a China seja alvo de taxas mais abrangentes, enquanto, para a zona do euro seja alvo de tarifas mais direcionadas, sobre setores específicos.
“Vale destacar, contudo, que Trump demonstrou maior inclinação para negociar um acordo comercial com a China, mencionando que teve uma ‘excelente conversa’ com Xi Jinping e que um acordo pode estar em discussão”, lembram os analistas.
Apesar dos riscos de imposição de tarifas já a partir do dia 1 de fevereiro, o BTG acredita que o dia 1 de abril — data em que Trump solicitou que as agências federais apresentem relatórios sobre os desequilíbrios comerciais com os EUA — será o marco mais evidente de uma possível mudança na política tarifária norte-americana.
E o Brasil deve estar fora dessa rodada de tarifas — pelo menos por enquanto.
Os EUA mantêm um ligeiro superávit comercial com o Brasil — de US$ 1 bilhão em 2024 —, o que reduz a probabilidade de o País figurar entre os principais países-alvo de novas tarifas.
“Ainda assim, o governo Trump pode considerar a ampliação de tarifas sobre as importações brasileiras posteriormente, especialmente em setores estratégicos como aço e alumínio. Esses setores foram alvo de tarifas no primeiro mandato de Trump sob a justificativa de proteger a segurança nacional”, dizem os analistas.
Vale lembrar, no entanto, que mesmo que o Brasil não seja diretamente afetado por tarifas adicionais, medidas voltadas contra a China e outros parceiros comerciais têm o potencial de influenciar a balança comercial brasileira de modo mais significativo.
“Esses impactos dependerão da abrangência e magnitude das tarifas impostas, bem como das reações dos mercados globais, que podem redirecionar fluxos comerciais e impactar as exportações brasileiras”, afirmam os analistas do BTG.
A decisão de política monetária desta quarta-feira (28) está longe de ser o clímax da temporada, que tem pela frente a substituição de Powell no comando do BC norte-americano
Mais uma vez, a decisão de não mexer na taxa não foi um consenso entre os membros do Fomc; Stephen Miran e Christopher Waller defenderam um corte de 25 pontos
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos
Matheus Spiess, analista da Empiricus, fala no podcast Touros e Ursos desta semana sobre a ruptura de Trump com o ambiente econômico e geopolítico das últimas décadas
Pressionada por custos elevados, petróleo barato e déficit fiscal, Arábia Saudita redesenha o megaprojeto urbano lançado em 2017
Corinthians x Gotham FC nesta quarta-feira (28), às 9h30, pela semifinal do Mundial de Clubes feminino da Fifa
Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas
Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal
Quando estiver valendo, o tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando dois blocos e um mercado com mais de 700 milhões de pessoas
Devolução dos pandas ao país de origem simboliza o agravamento das tensões diplomáticas, comerciais e de segurança entre Pequim e Tóquio, em meio a atritos sobre Taiwan, barreiras econômicas e gastos militares
Descoberta revela moedas de ouro raríssimas da época da Guerra Civil Americana; conjunto é avaliado em milhões de dólares
Túnel de Base do Gotardo encurta travessias alpinas, tira caminhões das estradas e virou um marco de planejamento de longo prazo
O presidente dos EUA acusa o primeiro-ministro Mark Carney de transformar o país vizinho em um “porto de entrada” para produtos chineses
Um detalhe de estilo do presidente francês viralizou no Fórum Econômico Mundial e adicionou milhões de dólares ao valor de mercado de uma fabricante de óculos
Para o banco norte-americano, embora o otimismo já esteja parcialmente refletido nos preços, ainda existem oportunidades valiosas em setores que alimentam a revolução tecnológica
No evento Onde Investir 2026, especialistas traçam as melhores teses para quem quer ter exposição a investimentos internacionais e ir além dos Estados Unidos
Jerome Powell deixa a presidência do Fed em maio e Trump se aproxima da escolha de seu sucessor; confira os principais nomes cotados para liderar a instituição
Desvalorização do dólar, disparada do ouro, da prata e da platina, venda de títulos do Tesouro norte-americano — tudo isso tem um só gatilho, que pode favorecer os mercados emergentes, entre eles, o Brasil
Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda