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Governo quer aumentar a capacidade de computação dos países britânicos em vinte vezes até 2030 e reduzir a dependência de gigantes do Vale do Silício
O Reino Unido está de olho na popularidade do ChatGPT e vai criar uma rival para competir com a OpenAI, uma das maiores startups do mundo em inteligência artificial (IA) generativa.
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer lançou nesta segunda-feira (13) um "Plano de ação de oportunidade em IA", com o objetivo de ajudar a terra do Rei Charles a se tornar uma potência global na tecnologia, hoje dominada por empresas americanas.
A meta central do plano é aumentar a capacidade de computação “soberana” e do setor público no Reino Unido em vinte vezes até 2030. Para isso, uma das primeiras ações do governo será expandir o acesso ao AI Research Resource — programa de financiamento para a criação de supercomputadores usados que serão usados para pesquisas em IA.
Além disso, o governo britânico também prevê expandir a capacidade dos data centers em todo o Reino Unido para o desenvolvimento de novos modelos mais poderosos.
“Nosso plano tornará a Grã-Bretanha líder mundial. Isso significa mais empregos e investimentos no Reino Unido, mais dinheiro nos bolsos das pessoas e serviços públicos transformados”, afirmou o primeiro-ministro, sobre o lançamento do plano.
Três grandes empresas de tecnologia se comprometeram com novos investimentos em infraestrutura de IA como parte do projeto criado pelo governo do Reino Unido: Vantage Data Centres, Nscale e Kyndryl anunciaram juntas £ 14 bilhões, somando-se aos £ 25 bilhões em investimento em IA já anunciados no ano passado por outras empresas.
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Para se tornar uma potência em IA, o Reino Unido terá o desafio de fortalecer as empresas nacionais para concorrer com as gigantes americanas como a OpenAI —- responsável pelo desenvolvimento dos principais modelos que impulsionam as ferramentas de IA generativa.
O pontapé inicial do governo será o uso de uma Biblioteca Nacional de Dados para conectar instituições públicas, como universidades, e aumentar a capacidade do país na criação de modelos de IA “soberanos” que não dependam das gigantes do Vale do Silício.
Entretanto, competir de fato com as big techs que investem bilhões de dólares em data centers e novas ferramentas de IA generativa será um desafio e tanto para o Reino Unido. Por lá, uma das maiores dificuldades do setor, especialmente para as startups pequenas, é levantar recursos que ajudem a financiar projetos e pesquisas em inteligência artificial.
Por conta disso, empresas e investidores de risco no Reino Unido têm reivindicado para que os fundos de pensão britânicos aloquem uma parte maior de seus portfólios em startups focadas em crescimento, que geralmente são mais arriscadas — como as de IA.
Esses fundos de pensão, que geralmente seguem uma estratégia de investimento mais conservadora para garantir a segurança financeira dos aposentados, costumam priorizar ativos mais seguros e estáveis, como títulos ou ações de grandes empresas.
No entanto, uma parte do mercado acredita que direcionar uma parcela desses fundos para startups poderia ajudar a impulsionar a inovação e o crescimento de empresas emergentes.
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A busca pela criação de uma “inteligência artificial soberana” se tornou um dos temas de relevância crescente entre formuladores de políticas, especialmente na Europa.
O termo se refere à ideia de que tecnologias críticas para o crescimento econômico e a segurança nacional devem ser construídas e desenvolvidas localmente.
Para reforçar ainda mais a infraestrutura de computação da Grã-Bretanha, o governo também se comprometeu a criar várias “zonas de crescimento”. Ou seja, certas regiões terão regras menos rígidas em torno da tecnologia para a criação de novos data centers.
Em contrapartida, devido ao alto consumo de energia e recursos hídricos para a manutenção dos data centers, o governo também deve criar um “conselho de energia de IA”, um comitê formado por líderes da indústria de energia para explorar fontes renováveis.
*Com informações da CNBC
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