🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

PAPO RETO

Acabou a brincadeira: China faz alerta contundente aos países que fizerem acordo com Trump

Enquanto isso, Pequim tenta usar a Coreia do Sul para triangular exportações e escapar dos efeitos das tarifas norte-americanas

Guerra comercial entre EUA e China promovida por tarifaço de Donald Trump
Imagem: iStock

A China não está com paciência quando o assunto é a guerra comercial com os Estados Unidos. Pequim fez um último alerta aos países que fizerem acordos com o presidente americano, Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mensagem é simples: a China se opõe firmemente a qualquer nação que feche um acordo às custas de seus interesses, segundo o Ministério do Comércio nesta segunda-feira (21).

E ainda ameaça responder "com determinação" e contramedidas recíprocas caso tal situação ocorra.

Apesar do alerta, o comunicado da China também estende a mão para quem estiver disposto a resistir à pressão das tarifas norte-americanas, pontuando que o país está disposto a fortalecer a solidariedade e a coordenação com todas as partes para se opor à guerra comercial de Trump. 

Na declaração desta segunda-feira, o ministério chinês afirmou que nenhum país sairá ileso diante do unilateralismo e do protecionismo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se o comércio internacional regredir à lei da selva, onde os fortes devoram os fracos, todos os países acabarão como vítimas", declarou.

Leia Também

TEM MÚSCULO

Bolsa americana aguenta juros mais altos; UBS GWM diz onde investir nesse cenário

4X3

Enquanto Brasil debate a escala 6×1, esse país propõe jornada de 32 horas semanais impulsionada pela IA

O Wall Street Journal noticiou no começo deste mês que o governo Trump planejava usar as negociações comerciais com outros países para isolar a China.

Trump diz que China pediu alívio antes de retaliar

Antes de a China elevar o tom, Trump chegou a afirmar que Pequim sinalizou uma aproximação com os EUA na direção de um possível entendimento, após a aplicação de tarifas de 145% sobre importações chinesas.

Na última quinta (17), em entrevista na Casa Branca, o republicano preferiu ser vago e não informou em que pé estão as negociações ou quem fez o contato, mas disse que é "bastante óbvio que o presidente chinês Xi [Jinping] entrou em contato conosco".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A China, por outro lado, confirmou que mantém o contato com os EUA, mas afirma que a comunicação se dá em nível operacional e permanece aberta ao diálogo com base no "respeito mútuo".

O alerta de hoje do Ministério do Comércio acontece em um momento em que dezenas de países buscam reduções ou isenções das tarifas comerciais impostas pelos EUA.

As chamadas tarifas recíprocas foram suspensas por 90 dias no início deste mês para todos os países — exceto a China, que respondeu com tarifas retaliatórias. No lugar, os EUA passaram a adotar taxas de 10% durante a trégua comercial. 

Donald Trump não parece ter pressa para encerrar a guerra tarifária, ressaltando que há "muito tempo" para realizar as conversações entre os países.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Made in Korea, by China

Enquanto as tarifas continuam em vigor, parece que a China achou uma saída para resolver seus problemas de exportações para os EUA — ao menos de acordo com o Serviço de Alfândega da Coreia.

A Coreia do Sul identificou um aumento nas tentativas de disfarçar produtos estrangeiros como exportações coreanas, principalmente vindos da China, para evitar o tarifaço.

“Houve um aumento nas tentativas de exportações disfarçadas durante o primeiro mandato de Trump e esperamos uma tendência semelhante”, disse Lee Kwang-woo, diretor de planejamento de investigações do serviço alfandegário sul-coreano, em coletiva nesta segunda (21).

EUA vs. China: Sem acordo, as duas potências perdem

E a cifra não é pouca coisa. Até o momento, cerca de US$ 20 milhões (aproximadamente R$ 116 milhões) teriam sido encontrados em violações relacionadas à origem dos produtos só no primeiro trimestre deste ano — 97% desses envios tinham como destino os Estados Unidos, após uma investigação especial realizada no mês passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em comparação, o “pequeno” valor é equivalente aos US$ 25,2 milhões (aproximadamente R$ 146 milhões) em violações durante todo o ano de 2024 na Coreia do Sul.

Enquanto a guerra continua, juros da China permanecem inalterados

Desconhecendo os efeitos da guerra comercial, o Banco do Povo da China (PBoC) manteve, nesta segunda (21), a taxa de empréstimo em 3,1% ao ano e 3,6% para o período de cinco anos.

Embora a pressão provocada pelas tarifas e a inflação persistentemente baixa deem margem para uma flexibilização da política monetária, a manutenção das taxas já era amplamente esperada.

Isso porque o banco central não alterou as taxas principais — o que normalmente indica que as LPRs (taxas de referência de empréstimo), ligadas a diversos financiamentos habitacionais, corporativos e imobiliários — continuarão estáveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contudo, muitos economistas preveem novos cortes nas taxas ainda este ano, à medida que as tarifas dos EUA comecem a pesar sobre a economia chinesa.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Novo Mapa-múndi 8 de setembro de 2026 - 14:57
Imagem de Donald Trump com gráfico vermelho indicando queda ao fundo. 4 de setembro de 2026 - 12:26
O economista Mohamed El-Erian está sentado em uma poltrona vermelha, segurando um microfone. Atrás dele, uma estante de livros. 31 de agosto de 2026 - 13:50
Dono da Amazon Jeff Bezos Indian Creek 27 de agosto de 2026 - 16:32
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 19 de agosto de 2026 - 15:33

OPORTUNIDADE OU CILADA

Renda fixa nos EUA: vale a pena comprar Treasury com a disparada dos juros?

19 de agosto de 2026 - 15:33
Em um fundo que mescla o prédio da B3, a bandeira do Brasil e um globo, um homem de barba e terno azul está ao lado direito da imagem. No centro, a frase: Só ser barato não adianta 14 de agosto de 2026 - 14:40
Montagem representando as tarifas dos EUA contra os produtos brasileiros 14 de agosto de 2026 - 13:31
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar