O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Decisão do Tribunal de Apelações dos EUA aponta uso excessivo de poderes de emergência por Trump; entenda o que esperar dos próximos capítulos
A maioria das tarifas impostas por Donald Trump é ilegal e não passa de um excesso de autoridade. Foi esse o entendimento de um tribunal de apelações dos Estados Unidos.
O U.S. Court of Appeals for the Federal Circuit derrubou na noite desta sexta-feira (29) as tarifas mais emblemáticas do governo republicano, de acordo com informações do Wall Street Journal.
O tribunal avaliou que as tarifas recíprocas, aplicadas a praticamente todos os parceiros econômicos dos EUA, foram impostas de forma ilegal.
Entre elas estão a tarifa-base de 10%, o adicional sobre países considerados “maus parceiros” e o pacote específico direcionado a Canadá, China e México.
Para os juízes, Trump foi “longe demais ao usar poderes de emergência”, e a decisão foi aprovada por 7 votos a 4.
Apesar disso, o tribunal manteve as tarifas em vigor até 14 de outubro, dando ao governo Trump a oportunidade de recorrer à Suprema Corte dos EUA antes de qualquer reversão efetiva.
Leia Também
Para justificar suas tarifas, Trump tem se apoiado na Lei dos Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, e na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Segundo sua equipe, essas leis permitiriam ao presidente impor tarifas de forma ampla em situações de emergência nacional — apontando para o déficit comercial e outras questões como justificativa.
O que chama atenção, porém, é que nenhum outro presidente norte-americano antes havia usado a IEEPA dessa forma.
No caso de Canadá, México e China, Trump argumentou que os países não estariam “fazendo o suficiente” para conter o tráfico de fentanil.
As tarifas funcionaram como uma ferramenta de pressão política e econômica, garantindo a Trump maior margem de negociação com parceiros internacionais. Ao mesmo tempo, porém, contribuíram para uma instabilidade crescente nos mercados financeiros.
“O estatuto confere ao Presidente autoridade significativa para tomar diversas ações em resposta a uma emergência nacional declarada, mas nenhuma dessas ações inclui explicitamente o poder de impor tarifas, tributos ou similares, nem o poder de taxar,” afirmou o tribunal.
A decisão da corte de apelações confirma o veredito de instâncias inferiores. Em maio, um colegiado de três juízes do Tribunal de Comércio Internacional já havia decidido pela anulação das tarifas, mas a medida foi suspensa enquanto o governo recorria.
Agora, o caso passou pelas mãos de 11 magistrados ativos da corte de apelação, e é praticamente certo que Trump tentará levar a disputa à Suprema Corte, segundo a CNBC.
Até lá, os efeitos da decisão estão suspensos até 14 de outubro, permitindo que o governo mantenha as tarifas em vigor temporariamente.
É importante destacar que essa decisão não altera tarifas impostas com base em outras leis, como as aplicadas por Trump sobre importações de aço e alumínio, que continuam válidas.
Segundo a BBC, o caso deverá seguir para a Suprema Corte, onde a composição da corte — majoritariamente conservadora, com seis dos nove juízes nomeados por presidentes republicanos — pode influenciar o desfecho a favor de Trump.
O presidente norte-americano também não perdeu tempo em se manifestar nas redes. No Truth Social, Trump escreveu: “Tarifas foram permitidas a serem usadas contra nós por nossos políticos indiferentes e imprudentes. Agora, com a ajuda da Suprema Corte dos EUA, vamos usá-las em benefício da nossa Nação e tornar a América rica, forte e poderosa novamente!”
Caso a Suprema Corte decida que as tarifas são, de fato, ilegais, uma nova onda de incerteza pode atingir os mercados.
Entre os impactos possíveis estão eventuais revisões de acordos comerciais já firmados com os EUA e a necessidade de devolução dos bilhões de dólares arrecadados com impostos sobre importações.
*Com informações do Money Times, da Reuters e da BBC.
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro