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Do impacto humano à transformação geopolítica, os atentados de 11 de setembro completam 24 anos
Completam-se hoje (11) os 24 anos do evento que, para muitos, marcou o início do século 21: os atentados de 11 de setembro de 2001 contra os EUA.
Há exatos 24 anos, 19 homens sequestraram quatro aviões comerciais americanos repletos de passageiros e carregados de combustível em diferentes aeroportos da Costa Leste dos Estados Unidos. Em um intervalo de pouco mais de uma hora e meia, 2.977 pessoas foram mortas nos ataques terroristas contra alvos nas cidades de Nova York e Washington e nos arredores de Shanksville, Pensilvânia.
Para marcar a data, o Seu Dinheiro separou 24 informações que você precisa saber sobre o acontecimento.
O ataque ocorreu em 11 de setembro de 2001. Aquela terça-feira ficou marcada como um dos dias mais trágicos na história moderna. O impacto foi global, alterando completamente o cenário geopolítico e as políticas de segurança internacional. Foi o início de uma série de eventos que redefiniram a forma como os países lidam com o terrorismo.
No total, 2.977 pessoas foram mortas durante os atentados, com vítimas de diversas nacionalidades. Esse número inclui não apenas os ocupantes dos aviões sequestrados, mas também os civis que estavam nos edifícios atingidos, além dos socorristas que morreram tentando salvar vidas. O número de mortos reflete a magnitude e a brutalidade dos ataques.
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Dezenove homens sequestraram quatro aviões comerciais americanos cheios de passageiros e carregados de combustível pouco depois da decolagem. Os sequestradores usaram os aviões como armas, colidindo-os contra alvos estratégicos. Esse método de ataque, até então inédito, demonstrou a audácia e a coordenação do grupo responsável.
O ataque foi orquestrado por Osama bin Laden, líder da Al Qaeda. Nascido em uma próspera família saudita, Bin Laden tornou-se um militante islâmico radical na vida adulta. No Afeganistão, combateu a invasão soviética ao lado de combatentes apoiados pelos EUA. Mais tarde fundou a rede extremista Al-Qaeda com o objetivo de estabelecer um califado islâmico global. Sua ideologia extremista e suas ações violentas o tornaram um dos homens mais procurados do mundo. Depois de uma caçada humana que se estendeu por quase uma década, Bin Laden foi assassinado por fuzileiros navais norte-americanos em 2 de maio de 2011 no Paquistão.
Os alvos dos ataques foram:
No World Trade Center (WTC), na parte baixa de Manhattan, 2.753 pessoas morreram depois de dois aviões sequestrados que faziam os voos 11 da American Airlines e 175 da United Airlines terem sido lançados intencionalmente contra as Torres Gêmeas. As vítimas perderam a vida na colisão das aeronaves e no posterior desabamento dos edifícios.
Dos que morreram durante os ataques iniciais e subsequentes colapsos de torres, 343 eram bombeiros de Nova York, 23 eram policiais municipais e 37 eram oficiais da Autoridade Portuária.
As vítimas tinham idades entre dois e 85 anos. Aproximadamente 75-80% dos mortos eram homens.
No Pentágono, em Washington, 184 pessoas morreram quando o voo 77 da American Airlines, que havia sido sequestrado, caiu sobre o prédio.
Perto de Shanksville, Pensilvânia, 44 pessoas abordo do voo 93 da United Airlines morreram quando o avião caiu em um campo. Acredita-se que os sequestradores tenham derrubado o avião naquele local, e não em seu alvo desconhecido, depois que passageiros e tripulantes tentaram retomar o controle da cabine de comando.
Até julho de 2019, 1.644 (60%) das 2.753 vítimas do World Trade Center haviam sido identificadas, de acordo com o escritório do médico legista.
A sequência dos eventos de 11 de setembro de 2001 foi a seguinte, no horário local:
O tempo entre o primeiro ataque e o colapso das duas torres do World Trade Center foi de 102 minutos. Durante esse período, os socorristas trabalharam incansavelmente para salvar vidas, enquanto os edifícios estavam em risco iminente de desabamento.
Em 13 de dezembro de 2001, o governo dos Estados Unidos divulgou um vídeo no qual Osama bin Laden assumia a responsabilidade pelos ataques.
Em 18 de dezembro de 2001, o Congresso dos EUA aprovou uma medida que permite ao presidente designar o 11 de setembro como o “Dia do Patriota” em cada aniversário dos ataques.
Dezembro de 2001 a junho de 2004: o fundo original processou pedidos de indenização por morte e ferimentos para familiares de vítimas. As famílias dos mortos tinham até 22 de dezembro de 2003 para solicitar indenização. O fundo reabriu em 2011.
O custo estimado para planejar e executar os ataques de 11 de setembro foi de US$ 500 mil. Esse valor inclui despesas com treinamento, logística e outros custos operacionais.
A perda econômica estimada durante as primeiras duas a quatro semanas após o colapso das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York, bem como o declínio das viagens aéreas nos anos seguinte foi estimado em US$ 123 bilhões.
O prejuízo no local do WTC, incluindo danos nos edifícios próximos, infraestruturas e instalações de metrô, alcançou US$ 60 bilhões.
O Congresso dos Estados Unidos aprovou um pacote emergencial antiterrorista no valor de US$ 40 bilhões em 14 de setembro de 2001. Esse pacote foi destinado a financiar operações de resposta e prevenção contra o terrorismo.
Foi aprovado um pacote de ajuda econômica no valor de US$ 15 bilhões para resgatar companhias aéreas. Esse auxílio foi necessário devido à queda drástica no número de passageiros após os ataques.
O valor das reclamações de seguros decorrentes dos ataques de 11 de setembro foi de US$ 9,3 bilhões. Esse montante reflete os danos materiais e perdas comerciais causadas pelos atentados.
A limpeza do Marco Zero terminou oficialmente em 30 de maio de 2002. Foram necessárias 3,1 milhões de horas de trabalho para limpar 1,8 milhão de toneladas de entulho. O custo total da limpeza foi de US$ 750 milhões.
O Departamento de Segurança Interna foi criado em resposta ao 11 de setembro. Ele fundiu 22 agências governamentais em uma só, incluindo a Fiscalização Aduaneira, o Serviço de Imigração e Naturalização, a Guarda Costeira dos EUA e a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências.
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