O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Bank of America reduz preço-alvo em antecipação ao relatório trimestral previsto para esta terça-feira; resultados devem vir bons, mas perspectiva futura é de dificuldades
Os últimos meses foram de revisões frequentes para o analista de indústrias automotivas do Bank of America (BofA), John Murphy. Desde janeiro, ele mudou a recomendação das ações da Tesla (TSLA34) de compra para neutro. Então, reviu o preço-alvo de US$ 490 para US$ 380. E, agora, diminuiu mais um pouco, para US$ 305.
Os movimentos acompanharam as revisões de cenário para a Tesla ao longo do ano. Em janeiro, quando houve o corte na recomendação das ações, Murphy alegou que os riscos de execução dos projetos da empresa eram muito altos.
O software para direção autônoma dos veículos, que é um dos principais objetivos da empresa, ainda precisa de melhorias e não teve grandes atualizações. Ainda assim, a previsão é de que os robôs-táxi autônomos sejam lançados até o fim de 2025.
Desde então, somaram-se a essa dificuldade outros problemas para a montadora de Elon Musk: as tarifas de importação de Donald Trump.
Na semana passada, a Reuters divulgou que a produção dos caminhões Cybercab sofreria atrasos devido a componentes enviados da China que tiveram a compra suspensa.
Citando uma pessoa familiarizada com o assunto, a reportagem afirmou que a empresa estava disposta a absorver os custos adicionais de um imposto de até 34%, que foi a tarifa inicial anunciada pelo presidente dos Estados Unidos.
Leia Também
Entretanto, o imposto chegou a 145% com o toma lá dá cá entre Trump e Xi Jinping, chegando a 245% para alguns itens quando se consideram os impostos do primeiro mandato do republicano.
O analista do BofA afirmou em relatório que o nível de incerteza em torno das tarifas é "extremamente elevado" e seu impacto potencial permanece "longe de ser definido".
A primeira revisão de preço foi em março, quando Murphy cortou a meta de US$ 490 das ações TSLA para US$ 380. Agora, em abril, o analista reviu de novo o valor e rebaixou para US$ 305.
Ao todo, o rebaixamento é de 37,75%. A recomendação segue neutra.
A Tesla tem entrega de resultados trimestrais prevista para hoje (22), após o fechamento de mercado. A avaliação do analista do BofA é de que os volumes de produção e as vendas do primeiro trimestre de 2025 podem levar a resultados financeiros melhores do que o esperado.
Entretanto, as tarifas China-EUA e demais potenciais tarifas globais representam um risco significativo para as estimativas de produção da empresa ao longo do ano e podem criar um choque de oferta que o banco compara à crise de suprimentos da pandemia.
Murphy também apontou outros problemas, como o "sentimento sobre a marca potencialmente azedando" entre os consumidores à medida que Elon Musk se envolve mais na política norte-americana e global e a concorrência aumenta, resultando em queda nas vendas na Europa.
As ações da Tesla negociam em alta nesta terça-feira (22). Por volta das 16h12 (horário de Brasília), a alta era de 4,05% em Nova York, avaliadas em US$ 236,65.
Desde o começo do ano, os papéis amargam 37,64% de perdas, mas ainda acumulam alta de quase 66% nos últimos 12 meses.
O preço-alvo de US$ 305 estabelecido pelo BofA corresponde a um potencial de valorização de 30% para as ações da montadora, mesmo com as perspectivas deterioradas.
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros