O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A retomada das negociações aconteceu na semana passada e marca um novo capítulo nas conversas entre as duas empresas
A retomada dos planos da Stone (STNE) de vender a Linx para a Totvs (TOTS3) caiu nas graças do Citi e do Bank of America (BofA). Os analistas dos bancos reforçaram a recomendação de compra dos papéis STNE.
As negociações exclusivas com a Totvs para a venda de sua subsidiária especializada em software para o varejo foram retomadas no último 25 de abril, após a TOTS3 ter desistido das negociações em fevereiro deste ano.
Ambos os bancos projetam uma valorização de aproximadamente 9% sobre o preço atual da Stone.
Para o Citi, a venda traz vantagens para a Stone, já que representa um encaixe financeiro de até R$ 4,35 bilhões para a empresa, cerca de 15 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da operação da Linx, de R$ 290 milhões em 2024.
Esses recursos poderiam servir tanto para reforçar as operações de crédito e antecipação de recebíveis quanto para distribuição de dividendos, segundo os analistas do banco.
A avaliação do Citi é clara: a venda seria positiva, pois permitiria à Stone focar no core business de pagamentos e serviços bancários, além de melhorar o custo de funding com caixa adicional.
Leia Também
Já o BofA reforça a recomendação de compra para STNE, com preço-alvo de US$ 15, ante uma cotação de mercado de US$ 13,75.
É importante lembrar que a Stone está listada na Nasdaq, sendo possível adquirir BDRs (Brazilian Depositary Receipts) pela B3 através do ticker STCO31.
Embora o acordo com a Totvs seja não vinculante e sem prazo divulgado, o Bank of America considera que representa um avanço concreto na tentativa da Stone de se desfazer da Linx.
O BofA lembra ainda que a Stone realizou um impairment (perda de valor do ativo) de R$ 3,6 bilhões da Linx no quarto trimestre de 2024, reduzindo o valor de R$ 7,6 bilhões para R$ 4 bilhões.
O banco acredita que uma venda bem-sucedida da Linx— estimada entre R$ 2,8 e R$ 3,8 bilhões — poderia destravar valor para a ação, além de abrir espaço para distribuição de capital aos acionistas.
A Totvs anunciou na última sexta-feira (25) que assinou com a Stone um acordo de exclusividade para tratar da aquisição da produtora de software Linx, segundo fato relevante ao mercado.
“As partes possuem discricionariedade para prosseguir ou não com a transação cuja conclusão estará sujeita à assinatura dos contratos definitivos e às aprovações legais e regulatórias aplicáveis”, afirmou a Totvs no documento enviado ao mercado, sem dar detalhes que incluem o tamanho do período de exclusividade de negociação com a Stone.
Em novembro, a Stone havia recebido várias propostas não vinculantes pela Linx, mas as ofertas vieram abaixo do valor que a empresa de meios de pagamento desembolsou pelo ativo em 2020, disseram três fontes à Reuters na ocasião.
A Stone comprou a Linx por R$ 6,7 bilhões em 2020 e uma das três fontes afirmou à Reuters em novembro passado que a Stone provavelmente não consideraria vender a Linx por um valor muito inferior a R$ 5 bilhões.
*Com informações da Reuters
A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto
Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina