🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

ENTREVISTA EXCLUSIVA

“Se não fosse pela nova regulação do EaD, a ação da Cogna (COGN3) teria subido mais”, diz CEO da empresa — que triplicou na bolsa em 2025

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Roberto Valério falou sobre o impacto do novo marco regulatório para o ensino à distância (EaD), as avenidas de crescimento e preocupações do mercado sobre a recente aquisição da Faculdade de Medicina de Dourados

Bia Azevedo
Bia Azevedo
18 de setembro de 2025
6:01 - atualizado às 9:13
Roberto Valério, o CEO da Cogna Educação, posa para um retrato profissional. Na imagem, ele aparece sentado, de frente para a câmera, usando um blazer xadrez azul-marinho sobre uma camisa social azul clara. Óculos de aro fino e um corte de cabelo raspado definem sua aparência. O plano de fundo é sutilmente iluminado e desfocado, com a textura de folhagens e plantas em tons escuros e terrosos, sugerindo um ambiente sofisticado e natural. A fotografia é nítida, com foco em Valério, e destaca sua postura confiante e o olhar direto para o espectador.
Roberto Valério, CEO da Cogna - Imagem: Divulgação

Se a bolsa de valores fosse uma escola, a Cogna (COGN3) seria uma das alunas com mais destaque neste ano, ostentando não um boletim recheado de notas dez, mas uma valorização de 182% em 2025 — ou, exercendo nossas habilidades matemáticas, quase triplicando na B3 desde janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o segredo para o desempenho foi sentar a bunda na cadeira e ‘estudar’, até porque não faz muito tempo que a companhia foi arrastada à ‘turma do fundão’ da bolsa, em meio a uma crise que fez as ações serem negociadas na casa dos centavos, como penny stocks.

Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, o CEO da Cogna, Roberto Valério, conta sobre o processo de virada pelo qual a companhia passou. A empresa controla marcas conhecidas como: as faculdades Anhanguera e Fama, além das escolas Anglo.

“Quem coloca um tijolinho em cima do outro constrói uma grande muralha, mas isso leva tempo. Não dá para fazer da noite para o dia”, afirma o executivo, que assumiu o comando da companhia em 2022, bem ao fim do processo de reestruturação (entre 2019 e 2022). 

No entanto, para Valério, as ações da empresa poderiam ter se saído ainda melhor na bolsa se não fosse por uma coisa: a nova regulamentação do ensino à distância (EaD), que impôs uma carga maior de presencialidade nos cursos online, entre outras coisas. Confira as novas exigências nesta reportagem do Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nova regulamentação do EaD

Sobre isso, o CEO é direto: “Se não fosse pelo novo marco, as ações teriam subido mais”.

Leia Também

As mudanças são vistas por analistas como uma faca de dois gumes: por um lado, trazem  aumento de custos e incertezas para as companhias do ramo; por outro, podem acarretar o ‘sufocamento’ da concorrência, que teria menos poder de fogo para fazer as adaptações exigidas.

Ou seja, olhando pelo copo meio cheio, a nova regulamentação aumentaria a barreira de entrada no mercado e reduziria a pressão dos preços na oferta de cursos online, que enfrentavam séria concorrência de empresas menores. No fim, isso beneficiaria grandes nomes, como é o caso da Cogna.

Já vendo o lado vazio, os custos aumentam. Para o BTG Pactual, a companhia é, inclusive, uma das mais expostas ao EaD, com 17% do market share. Mas não é por isso que Valério enxerga a regulação como um peso para as ações. Para ele, o real problema é a dúvida que a mudança coloca na cabeça dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O mercado ainda está com o freio de mão puxado, esperando para entender qual é, de fato, o tamanho do impacto. Alguns analistas acham que ele é grande e outros, que não tanto. Quando converso com investidores, percebo que ainda fazem muitas perguntas sobre o novo marco. Isso mostra que existem dúvidas e, diante delas, o investidor tende a ser mais cauteloso e esperar um pouco mais”, afirma o CEO.

Em um relatório, o Itaú BBA mostra essa mesma preocupação. Para os analistas do banco, os investidores permanecem céticos sobre os possíveis efeitos das novas regras em uma indústria que já apresenta fragilidade na acessibilidade. O banco aponta para o risco dessas mudanças reduzirem a escala de alguns programas.

Quem vai pagar a conta?

Há também a dúvida sobre se as companhias vão conseguir repassar os custos das mudanças para os alunos. Com base nos cálculos dos analistas do Itaú BBA, caso não haja repasse, o aumento das atividades presenciais exigidas reduziria o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Cogna em 9%. Se 75% dos custos fossem transmitidos, o efeito negativo seria de 4% sobre o Ebitda.

Valério deixa claro que a companhia pretende passar a totalidade desses custos para os estudantes, mas afirma que isso não deve gerar um impacto significativo na mensalidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Para o aluno de EaD, que paga na média R$ 150 por mês, o aumento vai ser de R$ 5. Ou seja, vai para R$ 155. No semipresencial, ou híbrido, o ticket médio é de R$ 350, e o acréscimo seria de R$ 15, indo para R$ 345. E nos cursos presenciais, que passaram por alguns ajustes também, a média mensal hoje é de R$ 800, e elevaríamos para R$ 835”, diz o CEO.

Ele argumenta que são valores baixos  e não fariam os estudantes largarem os cursos, mas o real obstáculo é outro: a logística da coisa. Será necessário redesenhar currículos e organizar salas de aula para que, por exemplo, não estejam vazias na segunda-feira, enquanto na terça-feira estão lotadas, e assim por diante.

“Então, tem um pouco desse desafio sistêmico, processual e logístico dentro das unidades e polos. Mas não é um impacto que inviabilize o negócio”, afirma Valério.

Por outro lado, o executivo ressalta a questão da estrangulação da concorrência. “Eu imagino que os pequenos players não vão ter tantos recursos para equipar os seus polos e, consequentemente, eles devem sair do mercado, e isso abre um espaço para aumentarmos o ticket médio das mensalidades. Mas aí a gente ainda vai ter que viver isso e ver como essa dinâmica vai funcionar”, ressalta o executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cabe lembrar que a Cogna não é mais uma companhia focada só no ensino superior. A empresa se posiciona como um hub de educação “dos dois aos cem anos”. Em 2024, essa vertente representou cerca de 63% da receita líquida total da empresa. 

Tijolinho por tijolinho, as ações triplicam

Para Valério, o desempenho das ações ao longo deste ano reflete um processo que vem sendo construído desde 2019, mas em que o mercado só passou a ‘botar fé’ nos últimos meses — depois que viu a empresa conseguindo entregar os resultados previstos no guidance divulgado em 2020, com as projeções para os próximos quatro anos.

  • O documento indicava um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente entre R$ 2,1 bilhões e R$ 2,4 bilhões para 2024 e caixa operacional pós-Capex (investimentos) de R$ 1 bilhão. A Cogna bateu a meta, entregando R$ 2,174 bilhões no Ebitda e R$ 1,044 bilhão em caixa operacional ao final de 2024.

“Eu acho que o mercado levou um tempo para acreditar nas nossas projeções. Só levaram a sério quando viram que entregamos o que estava previsto no guidance. Isso fez com que as ações disparassem a partir de janeiro”, diz o CEO.

Além disso, outro fator tem sido apontado pelos analistas como propulsor das ações: os rumores de uma possível fusão com a Yduqs (YDUQ3) — mas, antes de se animar, o mercado tinha que ter combinado com a Cogna, uma vez que o CEO nega que o negócio esteja no radar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Essa pauta não está em nossa mesa. Nosso foco está totalmente voltado para dentro de casa, em executar a nossa estratégia e rentabilizar os ativos que já temos. A Cogna passou por uma transformação profunda e hoje tem um caminho muito claro de crescimento orgânico e geração de valor, e é nisso que nossa energia está concentrada”, afirma.

Ele ainda diz que a companhia tem olhado oportunidades de M&A pontuais, menores e regionais que façam sentido, mas que não desviem o foco do que importa: “Fortalecer nossa operação, crescer de forma sustentável e entregar retorno aos nossos acionistas”.

O que esperar da Cogna?

Diante disso, a Cogna olha para o futuro com três avenidas de crescimento. A primeira é um modelo educacional que combina o ensino bilíngue com a preparação para vestibulares, com a Start Anglo, que tem sete unidades em operação e 50 contratos assinados para que escolas adotem o modelo.

“Nossa estratégia não é só operar escolas e, sim, oferecer serviços para que os donos dessas escolas consigam prosperar com os nossos materiais”, diz Valério. A rede Anglo faz parte da Vasta Educação, uma das unidades de negócio da Cogna voltadas para fornecer soluções e serviços educacionais e digitais para escolas particulares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A segunda e terceira frente são a comercialização de soluções educacionais para entidades do governo e infoprodutores, na economia criativa. Juntas, essas áreas do negócio tiveram um avanço de 81% na receita líquida no segundo trimestre de 2025 frente ao mesmo intervalo do ano passado, impulsionando os resultados da Saber Educação — outra vertical que faz parte do grupo Cogna.

Sobre os infoprodutos, ele ressalta que: “tem muita autoridade que pode ensinar por aí. Médicos, advogados ou outros especialistas. Então, essa é uma outra frente que cresce bastante, a gente não estava explorando e começamos a atuar nos últimos dois anos e meio.”

“São negócios que há alguns anos nem existiam e hoje têm um potencial muito grande de acelerar nossos resultados”, diz Valério. O CEO também destaca que espera crescimento da unidade de negócios de ensino superior, com a Kroton, e destacou o peso das faculdades de medicina.

As faculdades de medicina

“Apesar de não ser o principal pilar da empresa, a gente tem uma estratégia muito clara. Não queremos operar em todo o Brasil. A gente quer ser muito forte nas regiões em que já estamos presentes”, diz. Valério afirmou que a recente aquisição da Faculdade de Medicina de Dourados (MS), por R$ 54,4 milhões, entra nessa estratégia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O negócio vem sendo vista com um certo pé atrás pelo mercado, por ser considerado “barato demais”, o que poderia significar que a unidade ainda não está madura e demandaria investimentos maiores por parte da empresa para gerar resultados. 

O Bradesco BBI calcula que o valor médio por vaga de medicina embutido no acordo foi de R$ 900 mil, abaixo da média do mercado. O banco estimou um valor justo potencial de R$ 1,2 milhão por assento. O investimento total em capital é estimado entre R$ 3 milhões a R$ 5 milhões, sendo cerca de R$ 500 mil no primeiro ano.

Sobre isso, Valério afirma: “Foi uma oportunidade, uma boa circunstância, tanto para nós quanto para o mantenedor que estava vendendo. Ninguém deve se preocupar com investimentos fora do normal. Vai seguir o padrão que a gente já faz em todas elas”.

Apesar disso, analistas do Citi, Itaú BBA e Bradesco BBI destacam a aquisição como positiva, por aumentar a exposição da empresa ao curso de medicina, que tem ticket médio alto. Hoje, a Cogna tem 653 vagas em nove unidades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os dividendos?

Valério afirma que a prioridade da empresa é reduzir a dívida líquida, que gera muitas despesas financeiras. A estratégia é usar a geração de caixa para antecipar o pagamento de algumas linhas de dívida e trocá-las por novas.

  • A companhia encerrou o segundo trimestre com R$ 2,7 bilhões em dívidas, com alavancagem em 1,22 vez dívida líquida sobre Ebitda. O custo disso para a Cogna foi de R$ 268 milhões entre abril e janeiro, frente aos R$ 330 milhões no mesmo período de 2024.

A segunda prioridade na lista, diz Valério, é retorno ao acionista, seja via dividendos ou recompra de ações. A companhia já pagou cerca de R$ 120 milhões em dividendos em maio e fez uma recompra de cerca de 2,5% do capital social.

“Agora precisamos esperar os próximos trimestres. O que a gente mais gosta é a distribuição de dividendos. Não temos nenhum plano de fazer uma distribuição de proventos trimestral, mas certamente vamos pagar os mínimos em 2026”, afirma.

OBS: Essa entrevista foi feita antes do anúncio da Cogna sobre a deslistagem das ações da Vasta em Nova York. Você pode conferir a reação do mercado nesta matéria do Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TECNOLOGIA VERDE

WEG (WEGE3) anuncia fábrica de baterias em SC para impulsionar expansão em energias renováveis; confira os detalhes

4 de fevereiro de 2026 - 15:36

Nova unidade em Itajaí terá foco em sistemas de armazenamento de energia e deve gerar 90 empregos diretos até 2027

SAÍDA DA LIDERANÇA

Raízen (RAIZ4) anuncia segunda renúncia do conselho de administração em menos de uma semana; o que acontece com a empresa?

4 de fevereiro de 2026 - 14:59

Já é a segunda mudança da empresa, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, em poucos dias

ENTENDA O HISTÓRICO

Sócia da Fictor quer mais tempo para cumprir exigências básicas na oferta para empresa que “sobrou” após IPO reverso da Fictor Alimentos

4 de fevereiro de 2026 - 14:30

Oferta anunciada em 2025 segue sem sair do papel após pedido de prazo da Aqwa, subsidiária da holding americana parceira da Fictor

REAÇÃO AO RESULTADO

O que faltou no balanço do Santander Brasil no 4T25? Por que SANB11 cai na bolsa mesmo com o maior lucro em 4 anos

4 de fevereiro de 2026 - 12:12

Ação cai mesmo com lucro acima do consenso; entenda a visão dos analistas sobre o 4T25 do Santander

APÓS O BALANÇO

“O país não deveria aceitar que um novo Banco Master possa acontecer de novo”, diz CEO do Santander Brasil (SANB11)

4 de fevereiro de 2026 - 11:51

Durante teleconferência de balanço do Santander Brasil, o CEO Mario Leão comentou o caso do Banco Master e revelou o que esperar da estratégia do banco daqui para frente

COMO FICAM OS ACIONISTAS

Hypera (HYPE3) anuncia aumento de capital de R$ 1,5 bilhão, mas BTG não gostou; entenda o porquê

4 de fevereiro de 2026 - 11:30

BTG vê aumento de capital da Hypera como sinal de dificuldade para reduzir dívida de forma orgânica e alerta para diluição de até 10% aos acionistas

CASO MASTER

Alvo da PF, fundador da Reag tem participação relevante no BRB, diz estatal; entenda

4 de fevereiro de 2026 - 9:57

Considerando todas as classes de ações, João Carlos Mansur chegou a 4,55% do capital total do BRB

FUNCIONÁRIOS MILIONÁRIOS

O preço da inovação: entenda a política salarial que faz da Nvidia uma ‘fábrica de milionários’ também para quem trabalha lá

4 de fevereiro de 2026 - 9:37

Abordagem do CEO da Nvidia impacta positivamente a remuneração dos funcionários de longa data em meio ao crescimento da companhia

SURPRESA OU DÉJÀ-VU?

Itaú (ITUB4) sem surpresas? Performance do 4T25 pode ser “bola cantada” — mas investidor deveria estar de olho em outro anúncio

4 de fevereiro de 2026 - 7:17

O banco deve apresentar mais um desempenho sólido, reforçando a fama de instituição que não surpreende — e mesmo assim lidera

RESULTADO

Santander Brasil (SANB11) tem melhor lucro em 4 anos e ROE sobe a 17,6% — mas inadimplência acende alerta no 4T25

4 de fevereiro de 2026 - 6:32

Banco entrega resultado acima do esperado em meio a rumores de OPA, enquanto saúde da carteira de crédito segue no radar; veja os destaques do balanço

HORA DE COMPRAR

Vivara (VIVA3): nem ouro e prata caros tiram ação da lista de queridinhas. Por que BTG e Santander seguem tranquilos?

3 de fevereiro de 2026 - 19:02

BTG Pactual e Santander avaliam que os riscos de curto prazo foram exagerados e mantêm recomendação de compra para a ação

VAI PINGAR POUCO?

A torneira de dividendos da Petrobras (PETR4) vai fechar? Os motivos para o Bradesco BBI cortar a recomendação das ações da petroleira

3 de fevereiro de 2026 - 16:55

Analistas do banco apontam fundamentos frágeis para o petróleo e riscos na agenda da estatal, mas o mercado segue otimista com Ibovespa em recorde

HORA DE COMPRAR

A máquina de aquisições parou, e o BTG Pactual gostou: por que a Allos (ALOS3) virou a “queridinha” do banco?

3 de fevereiro de 2026 - 16:30

Deixando para trás uma política mais agressiva de M&As (fusões e aquisições), a empresa agora foca em gerar valor ao acionista — e o BTG Pactual gostou bastante da alteração na rota

ANTES DO BALANÇO

Santander Brasil (SANB11) pode sair da bolsa brasileira? Citi vê OPA no horizonte, enquanto mercado aguarda balanço do 4T25

3 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com capital sobrando e foco em eficiência, grupo espanhol avalia simplificação da estrutura — e Brasil pode estar no radar, de acordo com o banco norte-americano

VEJA QUAL É

O setor açúcar e etanol anda mal, mas o Itaú BBA acredita que esta ação deve estar na carteira — potencial de alta é de 36%

3 de fevereiro de 2026 - 15:01

Banco iniciou cobertura do papel com recomendação de compra, apesar do cenário adverso para o segmento

Bilionários

Como fechar lojas devolveu a um empresário o posto de terceiro homem mais rico do mundo — ao menos momentaneamente

3 de fevereiro de 2026 - 12:58

Jeff Bezos viu sua fortuna crescer com o anúncio de fechamento de lojas físicas da Amazon Go e Fresh.

TOP 1

Elon Musk junta SpaceX e xAI em negócio de US$ 1,25 trilhão e vai direto para o topo do ranking histórico das megafusões

3 de fevereiro de 2026 - 11:45

A incorporação da xAI pela SpaceX coloca a jogada de Elon Musk no topo do ranking histórico das maiores fusões e aquisições da história

FÔLEGO CURTO

Caso Fictor: Justiça concede “fôlego” de 30 dias à holding — mas sob suspeita de pirâmide financeira

3 de fevereiro de 2026 - 11:32

Decisão liminar concede alívio parcial à holding, mas impõe uma perícia para investigar acusações de fraude e capital inflado

VEJA OS DETALHES

Correndo para sair da recuperação judicial, Azul (AZUL53) anuncia mais uma oferta de ações que pode movimentar R$ 5 bilhões

3 de fevereiro de 2026 - 10:40

Oferta de ações faz parte do plano sob o Chapter 11 e busca reduzir dívidas e atrair capital de longo prazo

A FATURA DA FRAUDE

Investidores da Americanas (AMER3) cobram R$ 12,8 bilhões e tentam fazer ex-controladores pagarem a conta da fraude

3 de fevereiro de 2026 - 10:03

Acionistas alegam prejuízos causados por demonstrações financeiras fraudadas e pedem responsabilização de Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles após o colapso da empresa, em 2023

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar