🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

GUIDANCE MAIS TÍMIDO

O Itaú (ITUB4) está muito conservador para 2025? CEO revela por que o banco vai tirar pé do acelerador — mas sem abrir mão dos dividendos

Junto com balanço, banco anunciou proventos extraordinários e recompras de R$ 18 bilhões, além de bonificação em ações; mas guidance para este ano foi considerado tímido pelos analistas

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
6 de fevereiro de 2025
12:21
Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco (ITUB4)
"O banco nunca esteve tão bem para entrar em qualquer cenário, qualquer que seja ele", disse Milton Maluhy Filho em coletiva de imprensa sobre o balanço do banco de 2024. - Imagem: Divulgação

O Itaú Unibanco (ITUB4) divulgou na noite ontem (05) um balanço de 2024 sólido e sem grandes surpresas, em linha com o esperado pelos analistas do setor bancário. Mas talvez os anúncios mais aguardados fossem o valor dos dividendos extraordinários a serem pagos e o guidance (projeções) do banco para 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os acionistas devem ter ficado contentes com os R$ 18 bilhões de rendimentos anunciados, embora a cifra tenha ficado abaixo dos cerca de R$ 20 bilhões que muitas instituições financeiras esperavam.

A distribuição será dividida da seguinte forma: R$ 15 bilhões em proventos extras e R$ 3 bilhões em recompras de ações com posterior cancelamento dos papéis, totalizando um payout de 69,4%.

  • Temporada de balanços: fique por dentro dos resultados e análises mais importantes para o seu bolso com a cobertura exclusiva do Seu Dinheiro; acesse aqui gratuitamente

Os detalhes sobre o pagamento dos dividendos, você confere na nossa matéria sobre o balanço do Itaú no 4T24. Já o programa de recompra abarcará 200 milhões de ações preferenciais (ITUB4), sem redução do capital social, e tem previsão de durar um ano, sendo encerrado em 5 de fevereiro de 2026.

Além disso, o banco anunciou ainda uma bonificação em ações de 10%, isto é, cada acionista receberá uma nova ação para cada 10 ações que possuir de cada classe (preferencial ou ordinária). A data-base para a bonificação será 17 de março de 2025, sendo as ações negociadas ex-direitos a partir de 18 de março.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A bonificação resultará na manutenção do valor dos dividendos mensais em R$ 0,015, gerando um aumento de 10% no valor recebido mensalmente.

Leia Também

De olho no guidance do Itaú (ITUB4)

Hoje, porém, os analistas se debruçam não sobre o que se passou em 2024, mas nas perspectivas do banco para 2025. Nesse sentido, chama a atenção o conservadorismo do guidance, que prevê um crescimento de apenas 4,5% a 8,5% da carteira de crédito neste ano, após uma alta de 15,5% em 2024.

Outras linhas projetadas também evidenciam um certo "pé no freio": a margem financeira com o mercado deve ficar entre R$ 1,0 bilhão e R$ 3,0 bilhões, ante R$ 4,4 bilhões em 2024; e o crescimento da receita de prestação de serviços e seguros é projetado em 5,5% a 8,5%, ante uma alta registrada de 7,7% em 2024.

O lucro projetado pelo mercado a partir do guidance é de cerca de R$ 45 bilhões, em linha com o consenso de mercado, mas um pouco abaixo da projeção de R$ 45,7 bilhões das estimativas do JP Morgan, por exemplo, que projetava R$ 45,7 bilhões para 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja os as projeções para 2025 divulgadas ontem pelo Itaú:

Fonte: Itaú Unibanco

O Itaú está sendo excessivamente conservador em 2025?

"O banco nunca esteve tão bem para entrar em qualquer cenário, qualquer que seja ele." Esta frase e variações dela foram o mantra dos executivos do Itaú, inclusive o CEO, Milton Maluhy Filho, ao falar sobre os seus resultados de 2024 e projeções para 2025 a jornalistas e analistas nesta quinta (06).

Eles celebraram os resultados do ano passado e procuraram passar a ideia de que o banco está preparado para o que vier em 2025 — mesmo que o ano seja difícil.

E dadas as projeções macroeconômicas do Itaú para 2025, de fato o ano pode ser difícil: o departamento econômico do banco projeta uma desaceleração do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2,2% neste ano, uma Selic em 15,75% em dezembro — acima das projeções do Boletim Focus e dos DIs futuros —, IPCA em 5,8%, desemprego em 6,8% e dólar em R$ 5,90.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O guidance é a melhor informação disponível no momento em que fazemos nossos exercícios, mas é uma faixa, não um ponto. Em 2024, a gente começou num ritmo e terminou em outro. Estamos confortáveis com o guidance, dadas às expectativas para o cenário econômico", diz o CEO, Milton Maluhy Filho, durante a coletiva de impresa.

De fato, o guidance de 2024 projetava um crescimento de 10,2% para a carteira de crédito no ano passado, o que foi superado com folga, com a alta de 15,5%.

Em seguida, Maluhy explicou que, se o cenário for mais benigno que o esperado, a capacidade de o banco reagir é muito grande, "principalmente porque fizemos uma modernização nas plataformas nos últimos anos."

Ele exemplifica com a descompressão no câmbio neste início de ano, o que tende a ter efeito benéfico sobre a inflação. "A Selic ao fim do ano pode ser até menor do que a que projetamos", disse. "Se houver oportunidade e a gente entender que o cenário mudou, nossa capacidade de reação é muito rápida", garantiu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Questionado sobre o nível elevado de provisões (PDD) em um cenário em que a inadimplência do banco está nas mínimas históricas (2,4% ao fim de 2024), Maluhy explicou que se trata de uma antecipação do que pode vir a acontecer à frente, isto é, que o banco preferiu (e teve condições, dado o custo de crédito ainda confortável) não esperar a inadimplência crescer para fazer provisões.

Segundo o CEO do Itaú, a projeção do banco é que a inadimplência permaneça estável em 2025, com alguma volatilidade para cima, uma vez que os indicadores já estão no seu piso histórico.

Dividendos adicionais, não extraordinários

O Itaú evita dar muitas projeções para dividendos — segundo Maluhy, até para evitar a criação de expectativas.

Mas, com o ajuste do patrimônio do banco após o pagamento dos dividendos extraordinários anunciados, o banco vê novamente sua rentabilidade ficando acima de 20% em 2025 e deve continuar pagando de 27% a 30% do resultado aos acionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No fim de 2025, vamos olhar o índice de capital, o mínimo que queremos operar, como fizemos neste ano, para eventualmente fazer mais uma distribuição de dividendo adicional. Nossa intenção não é reter capital", diz Maluhy.

O CEO do banco, aliás, bateu na tecla do uso do termo "dividendo adicional" em vez de "extraordinário". Segundo ele, algo extraordinário é necessariamente pontual, deixando de ser extraordinário caso se torne recorrente — e o Itaú pagou os chamados "dividendos extraordinários" nos últimos dois anos.

Maluhy disse ainda que está cedo para fazer previsão de dividendos, mas que, olhando para o passado, já dá para se ter uma ideia do que pode ocorrer no futuro.

ITUB4 na bolsa e as visões dos analistas

Diante do guidance conservador e do balanço sem surpresas, o Itaú amanheceu em baixa na bolsa hoje. Por volta de meio-dia, as ações ITUB4 recuavam 0,44%, a R$ 33,96, enquanto o Ibovespa avançava 0,15%, aos 125.725 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG Pactual considerou o resultado do 4T24 excelente, "um balanço sólido para enfrentar um 2025 desafiador", com métricas importantes melhores que as estimativas dos analistas do banco, como o ROE, despesas operacionais e os dividendos distribuídos no ano passado.

"O destaque do trimestre foi a qualidade dos ativos, com todas as métricas (NPLs, custo do crédito, índice de cobertura etc.) melhorando, o que coloca o banco em uma boa posição para iniciar 2025 com um balanço saudável", diz o relatório do BTG.

O BTG acredita que o Itaú continua altamente capitalizado, o que sugere que a tendência de payout elevado deve se manter em 2025, mas espera que o banco reduza seu apetite por risco diante de um ambiente macroeconômico mais incerto.

No entanto, os analistas dão um voto de confiança para o Itaú: "Vale destacar que, como os dividendos anunciados para 2024 vieram acima do esperado, e o guidance sugere uma queda de cerca 50% no ano na Margem Financeira com o Mercado (o que consideramos conservador, podendo haver um potencial de alta), acreditamos que a qualidade dos resultados esperados para 2025 pode ser um pouco melhor que o antecipado pelo mercado", dizem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG reiterou a recomendação de compra para ITUB4, que permanece como sua ação preferida no setor bancário.

O JP Morgan, por sua vez, já previa que as ações do Itaú poderiam cair no pregão de hoje, uma vez que as expectativas para o balanço eram muito elevadas, e os resultados vieram em linha.

Os dividendos extraordinários anunciados vieram abaixo das expectativas do banco, que eram de R$ 22,7 bilhões, mas a melhoria nas métricas de qualidade dos ativos foi elogiada, e o balanço foi considerado forte.

"Nós acreditamos que um guidance mais conservador em 2025 faz sentido num cenário macroeconômico mais desafiador", avalia o JP, que também tem recomendação equivalente à compra para a ação do Itaú.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OPORTUNIDADE

Nova empresa, novos ganhos: Bradsaúde tem potencial de alta de 35% e está com desconto de 70% em relação à principal rival, diz BTG

5 de março de 2026 - 11:07

O banco aumentou o preço alvo para as ações da OdontoPrev, que será rebatizada de Bradsaúde, de R$ 13 para R$ 18, um potencial de alta de 35%

BENEFÍCIOS DE ELITE?

Luxo acessível? Revolut promete 120% do CDI, IOF zero e cartão premium para além da alta renda

5 de março de 2026 - 10:33

Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros

DINHEIRO À VISTA?

Uma nova solução: Raízen (RAIZ4) avalia aporte de R$ 4 bilhões e reestruturação da dívida; Shell entra com maior valor

5 de março de 2026 - 9:45

Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Vem mais dividendo por aí? Após produção recorde da Petrobras (PETR4), analistas revelam o que esperar do balanço do 4T25

5 de março de 2026 - 6:01

A estatal divulga os números dos últimos três meses do ano após o fechamento dos mercados desta quinta-feira (5); especialistas revisam as expectativas diante de um cenário menos favorável para o petróleo em 2025

CORRIDA ALÉM DAS EXPECTATIVAS

Ações da Vulcabras (VULC3), dona da Olympikus e Mizuno, sobem após resultados do 4T25 superarem expectativas; veja se é hora de comprar

4 de março de 2026 - 16:30

Entre analistas, a leitura dos resultados é positiva, mesmo com a queda no lucro. Além da marca própria Olympikus, a companhia representa no Brasil a japonesa Mizuno e a americana Under Armour

QUEM SOFRE É A CERVEJA

Sinal de ressaca? Ambev (ABEV3) anuncia possível pressão em despesas e custos diante da volatilidade do dólar; entenda

4 de março de 2026 - 16:00

Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso

FEBRE DAS CANETAS

RD Saúde (RADL3) tem lucro abaixo do esperado no 4T25, mas ‘efeito Ozempic’ impulsiona ações

4 de março de 2026 - 14:58

Com 10% da receita vindo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, RD Saúde mostra que o peso das canetas emagrecedoras já impacta o balanço

ESTREIA NA BOLSA

Divisão de metais básicos da Vale (VALE3) quer estar pronta para o IPO até o meio do ano, diz CEO

4 de março de 2026 - 13:41

Após promessa de reorganização e corte de custos, a Vale Base Metals trabalha para deixar a operação pronta para uma eventual oferta pública antes do prazo inicialmente previsto para 2027

EFEITO DOMINÓ

A teia da Fictor só aumenta: Justiça inclui dezenas de empresas na recuperação judicial — e lista pode escalar ainda mais

4 de março de 2026 - 12:03

Perícia aponta fluxo financeiro pulverizado entre subsidiárias; juiz fala em confusão patrimonial e não descarta novas inclusões no processo.

SAÍRAM DA MESA

Shell e Cosan, controladores da Raízen (RAIZ4), abandonam negociações sobre injeção de capital na fabricante de etanol, diz agência

4 de março de 2026 - 11:20

Segundo a agência de notícias, a Shell ainda pretende prosseguir com a injeção de capital e apoiar a Raízen nas discussões contínuas com bancos e credores

MAIS DÍVIDA QUE CAIXA

Depois de perder quase um terço do valor, Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) diz que negociações com credores são construtivas

4 de março de 2026 - 11:02

Segundo o GPA, a reestruturação das dívidas não tem relação com as operações do dia a dia de sua rede de supermercados, ou ainda suas relações com fornecedores, clientes ou parceiros.

DEPOIS DA DILUIÇÃO MASSIVA

Adeus, lotes de 1 milhão de ações? Azul (AZUL53) quer que papel volte a valer R$ 1 e propõe grupamento de 150 mil para 1

4 de março de 2026 - 10:27

Proposta busca elevar o valor individual das ações para acima de R$ 1 e encerrar negociações em lotes de 1 milhão de papéis após a reestruturação financeira da companhia

DEMANDA MORNA?

Banco Pine (PINE4) testa apetite do mercado e capta R$ 245 milhões em follow-on que mirava até R$ 400 milhões; ações caem mais de 11%

4 de março de 2026 - 9:48

Captação ficou abaixo do potencial estimado pelo Pine; controlador absorveu fatia relevante da oferta

CHEGA VOANDO

Como funciona o serviço de delivery que une iFood e Embraer e promete entregar com drones em São Paulo

4 de março de 2026 - 7:31

Com apoio do iFood e da Embraer, a startup Speedbird Aero se prepara para expandir as operações e chegar na maior metrópole do país

AÇÃO DO MÊS

Dividendos na veia: ação de energia é a nova favorita dos analistas para investir em março; descubra qual é

4 de março de 2026 - 6:16

Após reestruturação e mudança de fase, empresa lidera ranking de recomendações de 10 corretoras; veja quem aposta no papel e por quê

DEMANDA ATENDIDA

BC libera compulsório para bancos socorrerem o FGC após rombo bilionário do Banco Master

3 de março de 2026 - 20:02

Com a nova resolução, o BC atende a um pleito do setor e permite que os bancos utilizem esse capital para financiar o FGC sem sacrificar o próprio caixa operacional

SALDO INSUFICIENTE

Justiça tenta bloquear R$ 7,32 milhões da Fictor, mas encontra contas praticamente zeradas

3 de março de 2026 - 18:01

Holding, assets e principais fundos do grupo retornaram com bloqueio zerado; recursos identificados somam R$ 360 mil e foram classificados como insuficientes

SINAL AMARELO

Crise na Oncoclínicas (ONCO3) começa a respingar no crédito: Fitch rebaixa CRIs expostos à empresa

3 de março de 2026 - 17:15

Agência corta notas de papéis emitidos por securitizadora que tem a rede de oncologia como devedora; entenda o rebaixamento

O MELHOR DOS DOIS MUNDOS

Dividendos gordos e crescimento no horizonte: a Copel (CPLE3) entrega os dois, diz Safra

3 de março de 2026 - 16:31

Com 25% da energia descontratada até 2028, elétrica pode capturar preços mais altos e ampliar crescimento

GATILHO IMPORTANTE

Prio (PRIO3) recebe sinal verde final para produzir em Wahoo — e isso pode destravar o pagamento de dividendos já em 2026

3 de março de 2026 - 15:50

Com licença do Ibama em mãos, petroleira conclui última etapa regulatória para iniciar produção no campo da Bacia de Campos; mercado agora volta os olhos para o impacto na geração de caixa e no potencial pagamento de dividendos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar