🔴 TOUROS E URSOS: A AÇÃO QUE QUASE DOBROU E FOI UM TOURO EM 2025 – ASSISTA AGORA

Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

BALANÇO DOS BALANÇOS

Entre a frustração com o Banco do Brasil (BBAS3) e a surpresa com o Bradesco (BBDC4): quem brilhou e decepcionou nos resultados dos bancos do 1T25?

Depois dos resultados dos grandes bancos, chegou a hora de saber: o que os analistas estão recomendando para a carteira de ações?

Camille Lima
Camille Lima
20 de maio de 2025
6:14 - atualizado às 19:36
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11
Imagem: Divulgação / Montagem: Bruna Martins

Quem acompanhou a temporada de balanços do primeiro trimestre de 2025 viveu dias intensos — e, em muitos momentos, imprevisíveis. Nas últimas semanas, os holofotes estiveram voltados para os gigantes dos bancos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Santander (SANB11) foi o primeiro a abrir os trabalhos e entregou um lucro acima das expectativas. Ainda assim, o mercado classificou o desempenho como misto, com alguns pontos positivos ofuscados por desafios operacionais.

Já o Itaú (ITUB4), como de costume, não deixou a desejar: mais uma vez, apresentou um balanço sólido, com margens saudáveis, lucro robusto e forte geração de capital — um verdadeiro “combo premium” para os analistas que já esperavam um bom desempenho.

Mas nem só de bola cantada viveu o mercado. A temporada dos bancões também pegou os investidores de sobreaviso com alguns plot twists ao longo das últimas semanas. 

Uma das gratas surpresas veio do balanço do Bradesco (BBDC4), que surpreendeu positivamente com um resultado mais forte do que o esperado — principalmente em termos de lucratividade e rentabilidade. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A performance reforçou a percepção de que o banco segue firme no processo de recuperação, depois de anos de pressão nos números.

Leia Também

Na outra ponta, veio o choque: o Banco do Brasil (BBAS3) frustrou as expectativas. O banco sofreu um novo impacto da inadimplência no agronegócio, o que comprometeu os resultados do trimestre e pegou o mercado no contrapé.

Confira os principais resultados dos grandes bancos no 1T25:

EmpresaLucro líquido (% a/a)Rentabilidade/ROE - (% a/a)
Santander Brasil (SANB11)R$ 3,861 bilhões (+27,8%)17,4% (+3,3 p.p)
Banco Bradesco (BBDC4)R$ 5,9 bilhões (+39,3% a/a)14,4% (+4,2 p.p)
Itaú Unibanco (ITUB4)R$ 11,1 bilhões (+13,9%)22,5% (+0,6 p.p)
Banco do Brasil (BBAS3)R$ 7,37 bilhões (-20,7%)16,7% (-4,98 p.p)
Nubank (ROXO34)*US$ 557,2 milhões (+74%)27% (+4,0 p.p)
Fonte: Balanços enviados à CVM.
*Dados do Nubank em base neutra de câmbio.

O impacto da resolução 4.966 do Banco Central

Antes de avaliar os resultados dos grandes bancos no primeiro trimestre de 2025, é preciso voltar um passo atrás para entender uma mudança relevante nas divulgações dos balanços.

Este foi o primeiro trimestre em que passaram a ser aplicadas as mudanças contábeis impostas pela resolução 4.966 do Banco Central, em vigor desde 1º de janeiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O objetivo da mudança de norma pelo BC é alinhar as práticas contábeis e de gestão de riscos a padrões internacionais, com um novo modelo de cálculo para perda esperada da carteira de crédito, além de alterar a classificação e mensuração de ativos.

Segundo estimativa da Deloitte, a nova regra tem potencial de alterar cerca de 80% do balanço das empresas. 

Itaú (ITUB4): o grande vencedor da safra de resultados dos bancos no 1T25

Na disputa entre os gigantes do setor financeiro, o Itaú Unibanco (ITUB4) voltou a ocupar o topo do pódio. Consistência, qualidade de execução e lucro robusto fizeram do banco o queridinho dos analistas nesta temporada de resultados.

Após a divulgação do balanço do 1T25, o BTG Pactual não economizou elogios. “É realmente o melhor da categoria”, cravaram os analistas, destacando que o Itaú vive hoje seu melhor momento operacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o banco, o Itaú tem surpreendido positivamente trimestre após trimestre, mesmo em um ambiente de expectativas já elevadas. 

É verdade que, com as ações ITUB4 já acumulando uma alta de mais de 40% no ano, o espaço para novas altas parece mais restrito. Mas o BTG acredita que o desempenho do 1T25 deve levar a uma revisão positiva nas projeções de lucro para 2025, o que pode sustentar a valorização das ações.

A XP Investimentos também manteve seu tom otimista: para a corretora, o Itaú segue como principal escolha (top pick) no setor financeiro. “Vemos o banco bem posicionado para cumprir os objetivos estabelecidos para 2025.”

Santander Brasil (SANB11) e Bradesco (BBDC4) no páreo

Se o Itaú brilhou com um desempenho impecável, Santander Brasil e Bradesco também mostraram que estão no jogo — e entregaram mais do que o mercado esperava.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Santander (SANB11) abriu a temporada com um balanço considerado limpo e eficiente, nas palavras do JP Morgan — um bom pontapé inicial para os resultados dos bancões. 

O BB Investimentos (BB-BI) também afirmou que o Santander foi “capaz de 'segurar as pontas' principalmente por uma boa gestão de custos, que compensou de forma muito competente a retração das receitas esperadas para o período, operando com estabilidade de ROE e até mesmo melhorando índice de eficiência”.

Mas nem tudo foram flores. Analistas chamaram atenção para sinais de alerta na qualidade de crédito, que poderiam significar sinais de preocupação para trimestres que estão por vir. 

Os analistas do Citi também destacaram linhas menos encorajadoras no trimestre. “Um trimestre misto, com spreads razoáveis e controle de custos, compensados por alguma deterioração na qualidade dos ativos e crescimento mais lento da carteira de crédito.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Bradesco (BBDC4) também surpreendeu positivamente. O 1T25 foi descrito como um dos melhores momentos do banco desde o início de sua reestruturação. 

Até mesmo os analistas foram pegos de surpresa com a força do balanço, com aceleração da trajetória de recuperação e melhoria da lucratividade por meio da margem líquida com clientes.

Na avaliação do BB Investimentos, o desempenho foi tão sólido que parece ter ignorado a tradicional fraqueza sazonal dos primeiros trimestres. “O salto quantitativo do Bradesco neste trimestre marca uma virada mais contundente para o banco”, escreveu a equipe de análise.

Ainda assim, a instituição deixou um alerta no ar: o cenário macro aponta para possível alta na inadimplência do setor, exigindo atenção redobrada nos próximos trimestres.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nubank (ROXO34) no zero a zero?

Por sua vez, o Nubank (ROXO34) ficou no meio do caminho. O banco digital apresentou lucro crescente no primeiro trimestre, mas os números vieram abaixo das projeções do mercado — o que gerou reações mistas entre os analistas.

De um lado, houve quem enxergasse tendências positivas no balanço, principalmente na retomada dos lucros após a desaceleração registrada no 3T24.

“Com a qualidade dos ativos sob controle e a sazonalidade mais favorável no próximo trimestre, acreditamos que as margens e a rentabilidade devem melhorar a partir do segundo trimestre”, projetou o BTG.

Mas o custo de financiamento elevado em mercados como México e Colômbia, combinado com o aumento nas provisões para perdas com crédito, acendeu sinais de alerta entre os analistas. A operação internacional, embora promissora, exige atenção redobrada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que o Nubank vem apostando numa estratégia clara: priorizar crescimento mesmo que isso sacrifique margens no curto prazo. A decisão é defendida pela administração como um movimento para "otimizar o crescimento de longo prazo" do banco digital.

O desafio? Em países como o México, onde os custos de financiamento são mais altos, transformar expansão em rentabilidade é ainda mais complexo — e isso pode continuar pesando nos resultados futuros, segundo analistas.

Banco do Brasil (BBAS3): o azarão da temporada de balanços dos bancos

Na temporada de resultados dos grandes bancos, o Banco do Brasil (BBAS3) destoou do clima geral — e não foi para o lado bom. Sob o peso esmagador do agronegócio e de mudanças contábeis nos indicadores, o banco estatal entregou um balanço que caiu como um balde de água fria no mercado.

O reflexo foi imediato: desde a divulgação do resultado, as ações recuaram quase 15%, reduzindo os ganhos acumulados no ano para pouco mais de 6%. Uma virada amarga para um papel que, até então, vinha navegando em águas tranquilas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o BTG Pactual, o principal vilão do trimestre foi a deterioração da qualidade dos ativos no crédito na carteira de agronegócio — um segmento no qual o BB tem exposição muito superior à dos concorrentes.

Mas o agronegócio não caiu sozinho nessa conta. A implementação da resolução 4.966 também afetou muito mais o banco do que os pares. 

“Já esperávamos algum impacto negativo sobre as receitas de crédito. No entanto, a magnitude do impacto foi maior do que o antecipado”, destacou o BTG.

O JP Morgan também ligou o sinal de alerta. Para os analistas, a preocupação é que essas tendências mais fracas, especialmente no agronegócio, se arrastem para os próximos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Não estamos certos se isso é apenas um episódio passageiro ou se levará mais tempo, já que parte das tendências fracas depende do ciclo de crédito do agronegócio e de outros produtos que continuam a se deteriorar”, escreveram os analistas, em relatório. 

Além disso, o banco americano chamou atenção para a queda na rentabilidade (ROE) do Banco do Brasil, agora abaixo de 20%, o que levanta dúvidas sobre a sustentabilidade do payout de dividendos — um dos grandes atrativos da ação.

Na mesma linha, o Goldman Sachs aponta três grandes incertezas no horizonte do BB:

  1. Como reconstruir a margem financeira líquida antes que a taxa de juros (Selic) comece a cair no Brasil;
  2. Até onde vai a deterioração da qualidade dos ativos da carteira ligada ao agronegócio; e
  3. Se a rentabilidade conseguirá voltar para a casa dos 20%.

O que fazer com a carteira de ações agora?

Depois dos balanços dos grandes bancos, chegou a hora de saber: o que o mercado recomenda para a carteira de ações?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com os resultados do primeiro trimestre no retrovisor, os analistas revisaram suas apostas entre os gigantes do setor bancário — e há movimentações importantes no tabuleiro.

No caso do Banco do Brasil (BBAS3), mesmo com um balanço mais fraco do que o esperado no 1T25, o mercado ainda mantém uma postura majoritariamente otimista. Das nove recomendações compiladas pela plataforma TradeMap, seis são de compra e três, neutras.

Ainda assim, o resultado acendeu o sinal amarelo em algumas casas. BTG Pactual e Genial Investimentos, por exemplo, cortaram o preço-alvo das ações e rebaixaram a recomendação para neutra.

“A situação ainda pode piorar antes de melhorar, o balanço não parece tão forte quanto há alguns anos, e a ação caiu ‘apenas’ 13% na sexta-feira. Por isso, preferimos rebaixar a recomendação para neutra, aguardando ou uma correção adicional ou mais clareza sobre os próximos resultados”, diz o BTG. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Itaú (ITUB4) mantém sua posição de queridinho entre os analistas. São nove indicações de compra e apenas uma neutra. Aliás, desde o início do ano, os papéis lideram os rankings de “Ação do Mês” aqui no Seu Dinheiro.

No Bradesco (BBDC4), os sinais também são positivos. São sete recomendações de compra e quatro neutras. Um dos destaques foi o upgrade feito pelo BB-BI, que elevou a recomendação de neutra para compra após o balanço.

Por fim, o Santander (SANB11) soma seis recomendações de compra e três neutras. Em meio a resultados ainda mistos, o banco espanhol tenta reconquistar espaço no portfólio dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FOCO NA MONETIZAÇÃO?

Shopee testa os limites de até onde pode ir na guerra do e-commerce. Mercado Livre (MELI34) e Amazon vão seguir os passos?

6 de janeiro de 2026 - 10:57

Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor

CAMINHO PARA EL DORADO

Depois de Venezuela, esse outro país pode virar o novo “El Dorado” da Aura Minerals (AURA33)

6 de janeiro de 2026 - 10:15

A mineradora recebeu a licença final de construção e deu início às obras preliminares do Projeto Era Dorada. Como isso pode impulsionar a empresa daqui para frente?

DO BRASIL PARA O MUNDO

A vez do PicPay: empresa dos irmãos Batista entra com pedido de IPO nos EUA; veja o que está em jogo

5 de janeiro de 2026 - 19:55

Fintech solicita IPO na Nasdaq e pode levantar até US$ 500 milhões, seguindo o movimento de empresas brasileiras como Nubank

PÉ NO FREIO

GM, Honda e grandes montadoras relatam queda nas vendas nos EUA no fim do ano; saiba o que esperar para 2026

5 de janeiro de 2026 - 19:52

General Motors e concorrentes registram queda nas vendas no fim de 2025, sinalizando desaceleração do mercado automotivo nos EUA em 2026 diante da inflação e preços elevados

VAI PODER MUDAR

Passa vergonha com seu e-mail? Google vai permitir trocar o endereço do Gmail  

5 de janeiro de 2026 - 16:26

Mudança, antes considerada impossível, começa a aparecer em páginas de suporte e promete livrar usuários de endereços de e-mail inadequados

FEZ BULKING

Smart Fit (SMFT3) treina pesado e chega a 2 mil unidades; rede planeja expansão para 2026

5 de janeiro de 2026 - 14:43

Rede inaugura unidade de número 2 mil em São Paulo, expande presença internacional e prevê abertura de mais 340 academias neste ano

ANO NOVO, VIDA NOVA?

Como o Banco Master entra em 2026: da corrida por CDBs turbinados à liquidação, investigações e pressão sobre o BC

5 de janeiro de 2026 - 13:16

Instituição bancária que captou bilhões com títulos acima da média do mercado agora é alvo de investigações e deixa investidores à espera do ressarcimento pelo FGC

EXPANSÃO INTERNACIONAL

BTG Pactual (BPAC11) amplia presença nos EUA com conclusão da compra do M.Y. Safra Bank e licença bancária para atuar no país

5 de janeiro de 2026 - 12:31

Aquisição permite ao BTG Pactual captar depósitos e conceder crédito diretamente no mercado norte-americano, ampliando sua atuação além de serviços de investimento

LEGAL PARA CACHORRO

Adeus PETZ3: União Pet, antigas Petz e Cobasi, estreia hoje novo ticker na B3

5 de janeiro de 2026 - 10:13

Os antigos acionistas da Petz passam a deter, em conjunto, 52,6% do capital social da União Pet; eles receberão novos papéis e pagamento em dinheiro

NOVA LÍDER NO PEDAÇO

Tesla perde liderança para a BYD após queda nas vendas de veículos elétricos

3 de janeiro de 2026 - 16:54

As vendas da Tesla caíram 9% em 2025 e diminuíram 16% no quarto trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior

UNIÃO ANIMAL

Antiga Cobasi conclui combinação de negócios com a Petz e ganha novo ticker; veja a estreia na B3

3 de janeiro de 2026 - 12:53

A transação foi realizada por meio de reorganização societária que resultou na conversão da Petz em subsidiária integral da União Pet

ADICIONANDO PRESSÃO

TCU determina inspeção de documentos do BC sobre a liquidação do Banco Master

3 de janeiro de 2026 - 11:58

A decisão do órgão ocorre em período de recesso da Corte de Contas e após o relator do caso solicitar explicações ao BC

CENTENÁRIA E TRILIONÁRIA

Ao deixar cargo de CEO, Buffet diz que Berkshire tem chances de durar mais um século

2 de janeiro de 2026 - 16:40

“Acho que (a Berkshire) tem mais chances de estar aqui daqui a 100 anos do que qualquer empresa que eu possa imaginar”, disse Buffett em entrevista à CNBC

VOANDO PARA FORA DA TURBULÊNCIA

Azul (AZUL54) ganha aval do Cade para avançar em acordo estratégico em meio à recuperação judicial nos EUA

2 de janeiro de 2026 - 16:00

O órgão aprovou, sem restrições, a entrada de um novo acionista na Azul, liberando a aquisição de participação minoritária pela United Airlines. A operação envolve um aporte de US$ 100 milhões, ocorre no âmbito do Chapter 11 nos Estados Unidos

VOLTOU ATRÁS

EMAE desiste de compra de debêntures da Light (LIGT3) e rescinde acordo com BTG Pactual; entenda o motivo

2 de janeiro de 2026 - 14:37

O acordo havia sido firmado em setembro de 2025, mas ainda dependia da aprovação prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

EMISSÃO DE AÇÕES

Prio (PRIO3) anuncia aumento de capital no valor de R$ 95 milhões após exercício de opções de compra de ações

2 de janeiro de 2026 - 14:00

Diluição dos acionistas deve ser pequena; confira os detalhes da emissão das novas ações PRIO3

ALÍVIO

Marisa (AMAR3) ganha disputa na CVM e mantém balanços válidos

2 de janeiro de 2026 - 13:20

Colegiado da CVM acolheu recurso da varejista, derrubou entendimento da área técnica e afastou a exigência de reapresentação de balanços de 2022 a 2024 e de informações trimestrais até 2025

PARA MELHORAR A SAÚDE

Dasa (DASA3) quer começar o ano mais saudável e vende hospital por R$ 1,2 bilhão

2 de janeiro de 2026 - 11:03

A companhia anunciou a venda do Hospital São Domingos para a Mederi Participações Ltda, por cerca da metade do que pagou há alguns anos

COMEÇANDO O ANO COM PÉ DIREITO

Por R$ 7, Natura (NATU3) conclui a venda da Avon Internacional e encerra capítulo turbulento em sua história

2 de janeiro de 2026 - 10:22

A companhia informou que concluiu a venda da Avon Internacional para o fundo Regent LP. O valor pago pela operação da marca foi simbólico: uma libra, cerca de R$ 7

ÚLTIMO GOLE

Cyrela (CYRE3) aprova aumento de capital de R$ 2,5 bilhões e criação de ações preferenciais para bonificar acionistas

1 de janeiro de 2026 - 15:49

Assembleia de acionistas aprovou bonificação em ações por meio da emissão de papéis PN resgatáveis e conversíveis em ações ordinárias, com data-base de 30 de dezembro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar