O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A proposta de venda de remédios isentos de prescrição médica em supermercados tem gerado polêmica entre o setor farmacêutico e as redes varejistas
Imagine ir ao supermercado e achar nas prateleiras, além dos alimentos e itens de higiene, uma série de medicamentos. É isso que vem sendo discutido no setor de varejo nos últimos dias: a comercialização de remédios isentos de prescrição médica nas redes de mercados brasileiras.
O debate começou a ganhar força na semana passada, quando a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), afirmou que a venda de remédios sem receitas nos mercados poderia reduzir os preços dos medicamentos em 35%.
Agora, quem se pronunciou sobre o tema foi o CEO do Assaí (ASAI3), Belmiro Gomes.
Na opinião do executivo, o Brasil está de 10 a 20 anos atrasado na discussão quando comparado a outros países, como Japão, Reino Unido, Suíça, Austrália e Estados Unidos.
“Todos os países que fizeram a liberação você não teve um recuo, não teve o aumento da automedicação, não teve uma questão de falta de orientação, era o que já existia na legislação. Então é um tema que está em bastante discussão, não sei se avança ou não, mas acho que é um tema que o Brasil está atrasado”, opinou Gomes em painel da Latin America Investment Conference (LAIC), evento do UBS, que acontece em São Paulo até amanhã (29).
O CEO do Assaí também defendeu que a medida pode reduzir os preços dos medicamentos.
Leia Também
“Sempre que você tem maior nível de concorrência, com uma cadeia de distribuição muito eficiente, como é a cadeia alimentar, transportando produtos perecíveis e não perecíveis, pode gerar uma redução de custo”, disse.
A questão vem gerando debates na rede social LinkedIn. A Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) criticou a proposta e disse que ela não leva em conta os riscos para a população.
“A venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em supermercados, ignora a complexidade do cuidado com a saúde e os riscos da automedicação. Afinal, de acordo com a OMS, 29% dos óbitos no Brasil são causados por intoxicação medicamentosa” afirmou a entidade através da publicação.
A Abrafarma argumenta, ainda, que as farmácias são os locais onde os brasileiros buscam orientação sobre o uso e efeitos dos medicamentos junto aos farmacêuticos, os profissionais que atuam na área.
Após a resposta da entidade, João Galassi, presidente da Abras, também utilizou a rede social para se pronunciar sobre o tema.
“Todo remédio no Brasil conta com a supervisão de um farmacêutico, e nós, da ABRAS, temos o maior respeito pelos farmacêuticos e farmacêuticas do país. Por isso, incluímos em nosso projeto a proposta de contratação de farmacêuticos para esclarecer quaisquer dúvidas dos consumidores”, afirmou Galassi.
Além disso, o executivo questionou a prática de comercialização de remédios por aplicativos e websites. “Por que as farmácias podem vender remédios sem receita online e os supermercados não podem vender remédios sem receita de forma presencial?”, perguntou em postagem no LinkedIn.
Na segunda-feira (27), as ações da RD Saúde (RADL3), antiga Raia Drogasil, chegaram a cair 0,38% com a notícia de que o setor de supermercados pediu uma autorização ao governo para vender medicamentos sem prescrição médica.
O pedido foi assunto da reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indústrias e varejistas na semana passada.
*Com informações do MoneyTimes
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje
As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas
Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares
Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%
Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país
Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?
A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho