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Entenda como Donna FIV CIAV alcançou R$ 54 milhões e por que matrizes Nelore se tornaram os ativos mais disputados da pecuária de elite
A pecuária brasileira acaba de adicionar mais um capítulo a seu extenso repertório de cifras impressionantes. O ativo da vez é uma vaca. Sim, uma vaca. Mas não uma vaca qualquer. Donna FIV CIAV, uma matriz Nelore de dez anos, acaba de ser avaliada em R$ 54 milhões — um recorde mundial no segmento.
O feito aconteceu em um leilão em Foz do Iguaçu, onde uma cota de 25% da propriedade do animal foi arrematada por R$ 13,5 milhões. O lance não apenas dobrou o maior valor já registrado até então, como também consolidou Donna no topo de um mercado que opera na lógica da genética, da eficiência produtiva e da disputa permanente entre criadores de elite.
A pergunta é inevitável: como uma vaca chega a valer mais do que um jato executivo ou uma cobertura de frente para o mar?
A resposta cabe em uma palavra, mas exige contexto: genética.
O valor de Donna FIV CIAV não está no frigorífico, nem na produção de leite.
O que sustenta a cifra, segundo Hyberville Neto, da HN Agro, é sua capacidade de transmitir características genéticas raras aos descendentes, sobretudo atributos de carcaça e rendimento. Fatores que, multiplicados em larga escala, têm impacto direto na qualidade e no preço da carne produzida no país.
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E Donna já provou isso na prática:
O valor é tão extraordinário que o recorde anterior pertencia à própria mãe de Donna, Parla FIV AJJ, vendida por R$ 27 milhões no início deste ano.
No universo do Nelore, pedigree é destino, e Donna carrega dois dos nomes mais desejados da pecuária de elite: Parla e o touro Bin Ben da Santa Nice.
O leilão que levou Donna ao topo é só a face mais visível de um movimento maior. O Brasil tem uma das maiores cadeias de carne bovina do planeta, movimentando cerca de R$ 987,36 bilhões em 2024, o equivalente a 8,4% do PIB.
Nesse ambiente, a disputa por animais geneticamente superiores se tornou uma corrida bilionária.
Somente na Expozebu 2024, principal evento da pecuária nacional, R$ 200 milhões em negócios foram fechados em 39 leilões. Em agosto, na Expogenética, as negociações somaram R$ 124,3 milhões, R$ 38 milhões acima do ano anterior.
A lógica é simples e Hyberville Neto explica: quem detém a genética mais valorizada produz mais rápido, com maior eficiência e com margem superior. Isso vale para matrizes, touros, embriões e prenhezes e, por extensão, para todo o rebanho que vier depois.
E Donna é uma “mãe campeã” com histórico consolidado. É assim que uma vaca passa a ser tratada como ativo reprodutivo de altíssimo valor, e não como mera produtora de leite ou carne.
Donna não virou fenômeno por acaso. Seu histórico comercial e competitivo é um caso de consistência:

Os compradores de 25% de Donna no novo leilão — Nelore Huff e Nelore Traia Veia — se juntam a nomes de peso no mercado: Casa Branca Agropastoril, Agropecuária Mata Velha e Nelore LMC.
A junção de investidores não é coincidência: animais desse calibre são negociados como condomínios pecuários, nos quais cada cota representa participação nos embriões, prenhezes, premiações e exploração genética.
O mercado não se impressiona facilmente. Antes de Donna, os maiores preços eram:
Todas elas fazem parte de um seleto grupo de matrizes tratadas como “blue chips” da pecuária.
O que chama atenção, porém, é o salto: Donna vale o dobro do recorde anterior, um ponto fora da curva até para os veteranos do setor.
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