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Levantamento da Genial/Quaest também mostra que 64% do eleitorado consideram certa a defesa da soberania nacional por Lula
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta uma crise de popularidade no terceiro ano do terceiro mandato. O que tem ajudado a sustentar os níveis de aprovação da gestão são o conflito comercial com os EUA e o julgamento da trama golpista que precipitaram os eventos de 8 de janeiro de 2023.
De acordo com pesquisa realizada pela Genial/Quaest, a aprovação da gestão petista se manteve em 46% neste mês, enquanto a reprovação continuou em 51%. Os valores são iguais aos registrados em agosto.
Mas os brasileiros estão vendo com bons olhos a posição de defesa da soberania adotada por Lula em meio ao tarifaço imposto por Donald Trump, presidente dos EUA. Apenas 26% dos entrevistados disseram que consideram o posicionamento errado. Os 64% restantes consideram certa a defesa da soberania nacional por Lula.
A avaliação negativa da administração atual passou de 39% para 38% neste mês. A positiva repetiu os mesmos 31% de agosto. A porcentagem de pessoas que acham o governo regular foi 28%, ante 27%. É possível considerar que as avaliações se mantiveram estáveis, pois as variações se deram dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Um tópico complicado para o governo, o preço dos alimentos, que impacta bastante a reputação de Lula, também teve pouca mudança. Em setembro, 61% dos respondentes do levantamento sentiram os valores pesarem mais em seus bolsos. No mês passado, eram 60% dos respondentes. A variação se deu dentro da margem de erro.
A quantidade de pessoas que acreditam que houve queda foi a mesma de agosto: 18%.
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Mais da metade dos respondentes sentem que o país está na direção errada. Já os que veem a nação no caminho certo se mantiveram em 36%. Os números não tiveram grandes mudanças se comparados aos de agosto.
A pesquisa Genial/Quaest foi divulgada hoje (17) e entrevistou 2.004 pessoas entre os dias de 12 a 14 de setembro.
O levantamento também perguntou ao eleitorado sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).
Dentre os entrevistados, 55% acreditam que houve uma tentativa de golpe. Já 38% não acreditam nisso. Em dezembro de 2024, 50% acreditavam que houve uma tentativa. O aumento, portanto, ultrapassou a margem de erro.
Mais da metade dos respondentes (54%) também acham que o ex-presidente participou da trama.
No entanto, para 49% dos entrevistados, a pena de 27 anos e 3 meses decretada contra Bolsonaro é exagerada, e 35% a consideram adequada. Somente 12% acreditam que ela deveria ser maior.
A reputação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes também teve mudanças. Hoje, 36% acham que ele deveria sofrer um impeachment, mas, em agosto, 46% queriam isso.
A porcentagem de brasileiros que afirmam que isso não deveria acontecer subiu 5 pontos percentuais e alcançou o patamar de 52%, variação superior à da margem de erro.

A aprovação do presidente petista no Nordeste continuou em 60% neste mês. Em agosto, a aprovação na região tinha saltado de 53% para 60%, o melhor resultado do ano.
As regiões que tiveram aumentos no índice de aprovação nos últimos 30 dias — mas ainda dentro da margem de erro — foram o Sul (subiu de 38% para 39%) e o Centro-Oeste/Norte, que chegou aos 45% no marcador, ante 44% no mês passado.
A porcentagem de brasileiros que desaprovam a gestão não cresceu em nenhuma região.
Mas a sensação de satisfação com o governo vem crescendo entre as pessoas mais jovens do país. Entre brasileiros de 16 a 34 anos, a desaprovação do governo petista caiu 11 pontos percentuais — foi de 64% para 53% em seis meses. A aprovação, que estava no patamar de 33% em março, fez o caminho inverso e subiu dez pontos percentuais.
Entre março e julho deste ano, a aprovação do governo Lula estava em queda entre pessoas que recebiam Bolsa Família. A porcentagem de aprovação diminuiu quatro pontos percentuais nesse período.
A situação começou a mudar depois que o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome divulgou que quase um milhão de domicílios deixariam de receber o benefício por terem um aumento de renda. A notícia foi publicada pelo site do governo em julho.
Naquele mês, a aprovação registrada foi de 50% entre beneficiários. Com um crescimento de 14 pontos percentuais, a porcentagem registrada em setembro foi 64%.
No mesmo intervalo, a desaprovação saiu do patamar de 45% e chegou a 32%.
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