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A reunião entre Fernando Haddad e Scott Bessent marcou o primeiro encontro presencial entre representantes do alto escalão do Brasil e EUA desde a posse de Donald Trump
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mal chegou à Califórnia e já realizou uma importante reunião neste domingo (04). Apesar de não constar na agenda, o ministro se reuniu com o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent.
O governo já havia divulgado que Haddad encontraria representantes de big techs e participaria de um fórum econômico. A viagem tem como principal objetivo impulsionar o novo plano nacional para estimular investimentos em data centers (centros de dados) no Brasil.
Porém, o ministro aproveitou a reunião com Bessent para discutir um tema que vem dominando os mercados internacionais: as tarifas de Donald Trump.
Vale lembrar que o Brasil foi alvo de uma taxa mínima de 10%, porém também sente os impactos das tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio.
O encontro durou cerca de 40 minutos e, segundo Haddad, o secretário do Tesouro norte-americano demonstrou “abertura importante” ao diálogo sobre os impostos.
“Obviamente que não foi uma reunião para se tomar decisões, foi para abrir diálogos”, afirmou o ministro.
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“Foi uma conversa inicial muito produtiva. A postura do secretário foi bastante frutífera e ele demonstrou abertura para um diálogo importante”, completou.
Haddad ressaltou ter enfatizado a Bessent que a América do Sul é deficitária no comércio em relação aos Estados Unidos. Assim, não faz sentido taxar os países da região da mesma magnitude que outras partes do planeta, que têm superávit comercial com a economia americana.
“Estamos em uma mesa negociando”, disse o ministro, ressaltando que os termos de entendimento passam pelo Mercosul, Brasil e América do Sul. “Colocamos o governo brasileiro à disposição para mediar relações, nas quais, às vezes, o Brasil pode ter papel produtivo, como em relação aos países sul-americanos e mesmo em relação ao Brics”.
Haddad afirmou que também tratou de outros assuntos, como a questão das vantagens comparativas que o Brasil tem para a atração de investimentos na área de energia verde e de minerais críticos.
Porém, o destaque ficou para a nova política de investimentos em data centers. “Uma das coisas para as quais chamei atenção é o quão segura é a região em termos globais para ser um polo de processamento de dados de alta velocidade”, disse o ministro.
“Temos energia limpa, sítios específicos, cabeamento bastante satisfatório já no momento, região cabeada com Europa e Estados Unidos”, completou.
A grande vantagem do Brasil é aproximar os data centers das fontes de energia renováveis, porque estes centros de dados precisam de muita energia e de estabilidade de oferta. “No caso das big techs elas querem é a energia renovável”.
“Pode interessar a muitos de nossos parceiros que a América do Sul se apresente como polo natural e seguro para data centers”, disse Haddad.
“Quando você cria o ecossistema, o ambiente de negócios, o interesse que é grande vai aumentar”, disse Haddad. Há uma fila de pedidos para instalar data centers no Brasil, que chega a 12 mil megawatts, quase 15 vezes mais a capacidade de hoje, de 750 megawatts.
“O interesse já está manifesto, basta agora que nós possamos acertar o passo para que estes investimentos, tanto no verde quanto no digital, se combinem virtuosamente para produzir o melhor resultado para o Brasil”, afirmou Haddad.
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