🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

IMÓVEIS

Há uma bolha imobiliária em São Paulo? O UBS responde

Levantamento do banco suíço mostra cidades globais com maior e menor risco de bolha nos seus mercados de imóveis

Vista noturna de imóveis na cidade de São Paulo
Vista noturna de imóveis na cidade de São Paulo. - Imagem: Shutterstock

Quem procura um imóvel para comprar na cidade de São Paulo pode estar achando tudo muito caro, sobretudo nas construções novas. Mas, mesmo entre as propriedades mais antigas, o preço muitas vezes não condiz com a qualidade e parece também não condizer com a renda da população. Afinal, há uma bolha imobiliária em São Paulo? E, em caso positivo, ela pode vir a estourar e finalmente dar a oportunidade a tantas pessoas de realizarem o sonho da casa própria?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bem, por mais que os paulistanos que ainda moram de aluguel torçam para que sim, segundo levantamento do banco suíço UBS, tudo indica que não, não há bolha imobiliária na maior cidade da América Latina.

De acordo com o UBS Global Real Estate Bubble Index 2025 (Índice de Bolha no Mercado Imobiliário do UBS Global, em tradução livre), São Paulo é, de todas as 21 cidades pesquisadas, a que tem menor risco de bolha imobiliária no mundo.

Trata-se da única com índice negativo (-0,10), o qual ainda registrou uma queda em relação a 2024. Outras cidades com risco baixo são Milão, Paris, Nova York, São Francisco, Londres e Hong Kong.

Segundo o UBS, os preços reais (descontada a inflação) dos imóveis em São Paulo caíram cerca de 25% entre 2014 e 2022. E, apesar das vendas robustas, têm permanecido estáveis desde 2022, devido ao impacto das taxas de juros dos financiamentos imobiliários em dois dígitos, com a alta vista na taxa básica de juros, a Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, boa parte da alta nominal de preços percebida pela população na última década reflete a inflação, que foi de quase 70% entre 2014 e 2022, e de 92% de 2014 para cá, quando medida pelo IPCA.

Leia Também

FIIS DE LAJES CORPORATIVAS

Locação do Esther Towers pelo Itaú Unibanco, maior da história, abre alerta; entenda o que acontece com setor de escritórios agora

ELEIÇÃO, JUROS E FISCAL

“Essa taxa se torna insustentável”: os juros que enchem o bolso do investidor podem estar virando problema para o Brasil

Ainda de acordo com o levantamento do UBS, alugar em São Paulo continua mais barato do que comprar. Os aluguéis reais subiram 5% no último ano e agora estão aproximadamente 25% acima dos níveis de 2022, refletindo forte demanda de locatários e baixa vacância em áreas bem localizadas.

O banco destaca ainda que, embora a inflação já tenha se moderado, o Banco Central ainda não sinalizou cortes de juros. Assim, enquanto as taxas dos financiamentos imobiliários permanecerem elevadas e penalizarem o uso de dívida para a aquisição de imóveis, grandes altas de preços no mercado imobiliário são improváveis.

Então onde existe risco de bolha imobiliária?

Embora o mercado imobiliário paulistano esteja "fora de perigo", de acordo com o índice do UBS, há sim grandes cidades globais com alto risco de bolha, e outras onde esse risco disparou do ano passado para cá.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Miami, na Flórida, lidera o risco de bolha imobiliária global, seguida por Tóquio e Zurique. Todas as três cidades se encontram no nível de alto risco.

Também se destacam como risco elevado as cidades de Los Angeles, Dubai, Amsterdam e Genebra. Dubai e Madri, por sua vez, foram as cidades que apresentaram os maiores aumentos de risco em relação à edição anterior do levantamento.

Nos últimos cinco anos, Dubai e Miami lideraram em crescimento médio dos preços reais de moradias de cerca de 50%, contrariando a tendência global de desaceleração do mercado imobiliário. Tóquio e Zurique vêm em seguida, com altas de 35% e quase 25%, respectivamente. Já Madri teve o maior crescimento real de preços de todas as cidades em relação ao ano passado, de 14%.

Segundo o UBS, em média, os mercados imobiliários globais continuam em desaceleração. “O entusiasmo generalizado diminuiu, com o risco médio de bolha nas grandes cidades caindo pelo terceiro ano consecutivo,” disse, em nota, Matthias Holzhey, autor principal do estudo no CIO do UBS Global Wealth Management.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cidades que apresentavam alto risco de bolha imobiliária em 2021 — como Frankfurt, Paris, Toronto, Hong Kong e Vancouver — tiveram queda média de quase 20% nos preços reais desde o pico, devido ao aumento das taxas de juros. Em comparação, cidades com menor desequilíbrio registraram queda média de 5%.

Risco de bolha imobiliária em 21 cidades. Fonte: UBS

Dificuldade de acesso à moradia

Segundo o UBS, a dificuldade de acesso à moradia limita a demanda por imóveis globalmente e aumenta o risco de intervenção regulatória, quando os governos adotam novas regras de modo a tornar as propriedades mais acessíveis para a população.

Foi o que aconteceu em mercados como Vancouver, Sydney, Amsterdã, Paris, Nova York, Singapura e Londres, diz o estudo, onde regulações mais rígidas — como novos impostos, restrições à compra e controle de aluguel — contribuíram para desinflar os preços.

De acordo com o estudo, Hong Kong é a cidade menos acessível para a população comprar um imóvel, exigindo cerca de 14 anos de renda para a aquisição de um apartamento de 60 metros quadrados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em Tóquio, Paris e Londres, os preços também se desvincularam da renda local, com a relação preço/renda superando dez vezes a renda anual média. Em São Paulo, são cerca de oito anos da renda média.

No geral, porém, para um trabalhador qualificado, uma moradia acessível financeiramente está hoje 30% mais barata que em 2021.

O UBS projeta ainda que, com a tendência de cortes de juros à frente, a busca por ativos reais, como os imóveis, deve crescer, e os financiamentos devem ficar mais acessíveis, o que pode trazer novo impulso para os preços. "A oferta limitada na maioria dos grandes centros urbanos também tende a sustentar novas altas" de preços", diz o estudo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar