O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A lei complementar da reforma tributária trouxe a possibilidade da taxação dos fundos; entidades de investidores criticaram a medida, que pode afetar os fundos imobiliários e Fiagros
A regulamentação da primeira lei complementar da reforma tributária em 30 anos vem causando rebuliço entre os investidores de fundos. A polêmica surgiu com o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a isenção tributária para fundos de investimento.
Antes de tudo, vale ressaltar que os dividendos distribuídos por FIIs seguem sendo isentos de Imposto de Renda (IR), desde que sigam cumprindo as regras já exigidas.
O que muda, agora, é que os fundos deixarão de ser classificados como “condomínios especiais” para serem definidos como “prestadores de serviço”.
Essa nova classificação permite a interpretação de que os fundos devem pagar a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) – as novas taxações que substituirão os atuais PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS.
Segundo o governo, não há respaldo constitucional para que os FIIs, Fiagros e demais fundos não fossem considerados contribuintes.
“Os fundos estavam definidos como não contribuintes, mas essa caracterização seria equivalente a um benefício fiscal não previsto na Emenda Constitucional 132, tornando a isenção inconstitucional”, explicou o secretário extraordinário da reforma tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy.
Leia Também
A Advocacia-Geral da União (AGU) também avaliou que o trecho concedia um benefício fiscal não autorizado pelo Congresso.
A possível taxação gerou dúvidas no mercado: afinal, como a aplicação da alíquota seria realizada e quais seriam os impactos para os fundos e investidores?
As inseguranças em relação à tributação tiveram um impacto negativo nas cotas dos fundos imobiliários. Na sexta-feira (17), o Ifix – principal índice dos FIIs – atingiu a mínima de 3.028,60 pontos. O índice fechou o dia no menor patamar do ano, aos 3.041,67 pontos, com queda de 1,38%.
Após a repercussão nos mercados, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) manifestou discordância com o veto presidencial através de uma nota divulgada na sexta-feira (17).
Segundo o documento, a FPA afirmou que o veto "tem o potencial de elevar os juros, restringir o crédito e desacelerar setores que são motores do crescimento econômico".
Além disso, disse que "trabalhará no Congresso Nacional para derrubar o veto presidencial, garantindo o correto tratamento dos fundos, preservando a inclusão de pequenos investidores e fortalecendo o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil".
Mas não foi apenas a FPA que criticou a mudança. A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) também se manifestou contra o veto.
Na avaliação da entidade, a medida tira a neutralidade da reforma ao tratar de forma diferente os investimentos diretos, que serão isentos do IBS e da CBS, e os investimentos financeiros, que pagarão os tributos.
Além disso, de acordo com a associação, o veto diminuiria a atratividade desses fundos.
“O investidor será um dos mais prejudicados por essa mudança”, criticou a Anbima. Com a possível taxação dos fundos, a entidade afirma que “diminuiria a rentabilidade líquida dos investimentos, tornando a aplicação em fundos inviável”.
A associação afirma ainda que a isenção dos fundos de investimento e patrimoniais foi discutida com o governo durante a tramitação do projeto da lei complementar no Congresso.
Já o Ministério da Fazenda tentou colocar panos quentes na confusão. O órgão se pronunciou no fim do dia e afirmou que não tem intenção de cobrar tributos extras sobre os fundos. Além disso, reiterou que o veto foi apenas técnico.
“Alguns analistas estão avaliando que o veto ao inciso V do art. 26 [da lei complementar], que previa que os fundos de investimento não seriam contribuintes, poderia permitir a interpretação de que as operações dos fundos com títulos e valores mobiliários poderiam ser tributadas. Embora essa não seja a interpretação do Ministério da Fazenda, caso seja necessário fazer algum ajuste no texto para deixar claro que não há incidência de IBS e CBS sobre as aplicações dos fundos, o Ministério da Fazenda irá trabalhar para fazer esse ajuste”, escreveu a assessoria do ministério.
Assim, os investidores agora terão que esperar. Isso porque a implementação da reforma ainda terá um longo caminho, contendo, inclusive, a fase de testes, que será iniciada apenas em 2026.
Até lá, o veto poderá ser derrubado, a lei pode ser alterada ou, até mesmo, levar à tributação dos fundos imobiliários e Fiagros.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Agência Brasil
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje
As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas
Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares