🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

PESQUISA FOCUS

Um recado para Galípolo: Analistas reduzem projeções para a Selic e a inflação no fim de 2025 na semana do Copom

Estimativa para a taxa de juros no fim de 2025 estava em 15,00% desde o início do ano; agora, às vésperas do Copom de maio, ela aparece em 14,75%

gabriel galipolo banco central bc presidente
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central - Imagem: Agência Brasil/Lula Marques | Montagem: Maria Eduarda Nogueira

Abril se aproximava do fim quando entrou no radar do mercado a aposta em uma alta menor da taxa Selic. Agora, às vésperas de mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), a perspectiva de um ciclo de alta dos juros não tão alto quanto se imaginava começa a se materializar também na pesquisa semanal Focus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de 16 semanas estável em 15,00%, a mediana das projeções para a taxa básica de juros no fim de 2025 agora indica que a Selic entrará em 2026 a 14,75% ao ano.

Parece pouco, quase nada. A taxa de juros segue em níveis altamente restritivos no Brasil — e assim vai permanecer por um bom tempo.

No entanto, essa pequena mudança em uma estimativa monitorada com tanta atenção a apenas dois dias da próxima decisão do Copom pode ser entendida também como um recado para o presidente do BC, Gabriel Galípolo.

O recado para Galípolo

Na linguagem de sinais do mercado financeiro, os investidores começam a “sancionar” um aperto monetário menor por parte do Copom em um momento no qual o mundo reage com apreensão à guerra comercial deflagrada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mensagem via Focus chega com algum atraso. Isso porque as taxas projetadas no mercado secundário já vinham sinalizando esse movimento. Ele é acompanhado da recuperação do real ante o dólar, da despiora das expectativas inflacionárias e da perspectiva de desaceleração da atividade econômica nos EUA e em outras potências.

Leia Também

INDECISÃO?

Já não basta bater recorde para a Embraer (EMBJ3)? Entregas do terceiro trimestre dividem JP Morgan e Santander

DEPOIS DA QUEDA

A mulher por trás da farsa da Theranos quebra o silêncio: o que esperar do documentário que revela sua versão da história?

De qualquer modo, o Copom não vai parar de subir a Selic já.

Na semana passada, o próprio Gabriel Galípolo comentou durante entrevista coletiva que a inflação, os efeitos defasados da política monetária e a escala das incertezas obrigariam o Copom a subir os juros na quarta-feira (7).

A taxa de juros encontra-se atualmente em 14,25% ao ano. Há quem aposte em uma alta de apenas 25 pontos-base, para 14,50%. No entanto, prevalece a perspectiva de uma alta de meio ponto porcentual, para 14,75% ao ano.

Na Focus de hoje, o corte da projeção para a Selic veio acompanhado da terceira queda semanal seguida da estimativa para a inflação de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, os economistas de mercado calculam que o IPCA fechará o ano a 5,53%, abaixo dos 5,55% da semana passada, mas ainda muito acima do teto da meta de inflação (4,50%).

Enquanto isso, a estimativa para o dólar em dezembro baixou de R$ 5,90 para R$ 5,86. Já a projeção para a expansão do PIB de 2025 permaneceu em 2,00%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 29 de setembro de 2026 - 9:59
Lotofácil tem ganhadores na beira do mar. 29 de setembro de 2026 - 7:25
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar